<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925</id><updated>2011-12-03T08:05:01.350Z</updated><title type='text'>claro no escuro</title><subtitle type='html'>O título não passa de um sinónimo de "branco no preto", título pretendido, mas já arrebatado por outro cromo). "E porquê "branco no preto"?", questiona-se, já inquieta, a legião de leitores. Porque será menos doloroso que "preto no branco", como se usa apregoar. A sério. Segundo dizem, é mais cómodo para o olho (do leitor) se for branco no preto, e quero que se sintam confortáveis quando me visitam - para desconforto já bastará os post (de pescada) que aqui vou deixando.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>236</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-5985682062824442579</id><published>2008-10-13T16:27:00.003+01:00</published><updated>2008-10-13T16:32:02.945+01:00</updated><title type='text'>“A” incoerência</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;De todas as personalidades míticas, vivas e mortas que fazem parte do depósito cultural da Humanidade, qual seria aquela de Quem menos esperamos um assomo de incoerência? Que a inquietude avulsa sossegue para esses lados que Eu respondo já: Deus. Nem mais! Sendo o Arquitecto supremo de um trabalho de seis dias que completou a perfeição no descanso do sétimo, não seria esperar d’Ele nada menos que não fosse, não seja ou não será, no mínimo, inquestionável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Possivelmente, para muitos não será assim, para outros muitos é mesmo assim, e alguns nem saberão (ou não querem saber) sobre Quem estou a escrever. Contudo, há um “assunto” no qual Ele se espalhou ao comprido sobre a infinidade celeste. Acredito que não tenha sido por maldade (até porque estamos a falar do Barbudo Divino). Talvez cansaço. Possivelmente distracção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Refiro-me ao episódio da sua representação no mundo dos Homens. Mais concretamente ao Seu Filho. Mais concretamente, ainda, à escolha da Mãe do Seu Filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está certo que ele tenha escolhido o ventre de uma virgem para acolher a Semente Sagrada. É justo (e higiénico da parte Dele, digo Eu). Agora, dentro da imensidão de escolhas que se Lhe ofereciam (não nos esqueçamos que isto se passou há mais de 2008 anos, altura em que ainda haviam muitas virgens pela Humanidade a fora) o nosso Pai Global vai logo optar por uma Mulher casada? Uma Mulher casada?!?! É verdade que o Marido era um Santo, até se chamava José e tudo, e era carpinteiro, mas daí a manter uma esposa virgem após o casamento vão muitas marteladas e serradelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, para mim, reside parte da incoerência – escolher uma Mulher casada para Mãe do Seu Filho, e depois apresentá-la ao mundo como Virgem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a tal incoerência completa-se um Testamento antes. Por essa altura, escreveu ele, em duas lajes, Dez Mandamentos que o Profeta Moisés teve a honra de, primeiro, ler e, depois, experimentar o peso dos sacros calhaus, espalhando a palavra Dele e a sua espondilose. E, sintetizando, o que é que estava escrito nos pontos 7 e 10 da segunda Tábua da Lei? Mais uma vez eu respondo:&lt;br /&gt;…&lt;br /&gt;“7 - Não cometerás adultério”&lt;br /&gt;…&lt;br /&gt;“10 - Não cobiçarás a casa do teu próximo, nem a mulher do teu próximo, nem seu escravo, nem sua escrava, nem seu touro, nem seu jumento, nem qualquer coisa que pertença ao teu próximo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, o Homem escreve isto – em tábuas de pedra, importante! – e depois deposita o Filho no ventre de uma Mulher casada, que era suposto ser virgem? É impressão minha ou há por aqui uns toques de desconformidade com aquilo que se diz e aquilo que se faz?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora acrescento aqui mais duas questões à introspecção de cada um: e se José tivesse escravo, escrava ou até um touro, como teria sido? E por onde andava o jumento naquela altura, será que este utilizou o conhecido instinto preventivo animal para se esconder ou simplesmente fugiu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(agora vou ali flagelar-me e fechar os olhos com muita força a ver se não sou castigado, já que Ele também escreveu:&lt;br /&gt;…&lt;br /&gt;3 - Não tomarás o nome de YHWH, teu Deus, em vão, pois YHWH não considerá impune aquele que tomar seu nome em vão.&lt;br /&gt;…&lt;br /&gt;9 - Não levantarás falso testemunho &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;contra o teu próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se a segunda não me preocupa por aí além - já que nenhum dos visados é meu vizinho - a primeira impõe mais respeito. Espero que ter usado sempre letra grande em tudo o que Lhe diz respeito sirva de atenuante. Deus queira que sim. Amén!)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-5985682062824442579?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/5985682062824442579/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=5985682062824442579&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/5985682062824442579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/5985682062824442579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2008/10/incoerncia.html' title='“A” incoerência'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-4287987369849058654</id><published>2008-09-09T10:59:00.002+01:00</published><updated>2008-09-09T11:02:15.602+01:00</updated><title type='text'>E o resto?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Ia eu a conduzir numa rua das traseiras de Lisboa, quando começa a entoar pelos altifalantes da viatura a voz do canadiano Brian Adams a cantar a sua música “Summer of 69”. Dei comigo a pensar “vê lá se travas ou matas aquela gorda na passadeira” e em seguida - depois de travar para não amolgar o carro na tal gorda - ”este gajo começou bem, mas deixou a carreira no início”. É verdade. Por estas e por outras é que a música brejeira internacional não tem a pujança da sua prima portuguesa. É por isto que vemos o ar cansado de Quim Barreiros, já farto de arrastar a malícia linguística pelos cabelos, enquanto alomba com um acordeão desgastado pela causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vá lá, Brian, começaste bem; mas para quando a continuação? Depois do "Summer of 69", estamos todos à espera do “Winter of canzanate”, do “Autumn of mamade” ou da “Spring of missionary”. Pensa nisto e põe os dedos à obra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-4287987369849058654?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/4287987369849058654/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=4287987369849058654&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/4287987369849058654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/4287987369849058654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2008/09/e-o-resto.html' title='E o resto?'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-847959710590422408</id><published>2007-12-21T00:33:00.000Z</published><updated>2007-12-21T00:42:29.785Z</updated><title type='text'>Coma chocolate, limpe-se por dentro e suje-se por fora</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Este poderia ser o mote para sintetizar a fixação que os chocolateiros parecem querer assumir, cada vez mais, ao associar os seus produtos aos engenhos de higiene pessoal. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Mais que uma fixação isto já parece um fetiche! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Dá ideia que em vez de desnudarem as costas para levarem umas valentes vergastadas de uma qualquer obesa de meia-idade equipada com mascarilha e cinto de ligas, os senhores responsáveis pelo marketing achocolatado preferem vestir a sua imaginação de cabedal para chicotear a nossa inocente sensibilidade consumidora.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Senão vejamos, primeiro foi a ideia de pespegar o nome de um sabonete a um chocolate (para que não se duvide da minha clarividência na abordagem de um assunto tão melindroso e de relevante importância nos ciclos circadianos da borboleta branca da couve, aqui ficam os &lt;em&gt;links&lt;/em&gt; do &lt;a href="http://www.dovechocolate.com/"&gt;chocolate&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;e do &lt;a href="http://www.dove.pt/pt_pt/pt_pt/index.html"&gt;sabonete&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;). Mas até aqui, fica a burra fora das couves e o rabo da porca destorcido. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Se quisermos ser compreensivos – no fundo estamos na época Natalícia, altura em que as hormonas da compreensão se excitam mais – podemos vislumbrar um ponto comum: o leite. O chocolate é de leite, o sabonete é branquinho e “cremoso” como o leite, e pronto. Uma pessoa vai dormir e não pensa mais nisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que agora, há pouco tempo, tive a triste descoberta a entrar pelo meu conhecimento adentro de que há um chocolate amargamente intitulado “Lindor”! Eu vou repetir devagar para que o pasmo geral tenha os seus espasmos particulares: L-I-N-D-O-R!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, se bem se recordam os mais atentos à publicidade direccionada para os descuidos escatológicos da malta que vai ao geriatra, Lindor significa precisamente “fraldas para senhoras idosas que andam de baloiço”, tal como Black&amp;amp;Decker quer dizer berbequim; Gillette abrevia lâmina de barbear; Chiclete - pastilha elástica; e Control – perfume ou cheiro do amor (quem não se lembra daquele tipo a exclamar embevecido: olfacto amor com Control).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas será que os senhores suíços quererão deveras invocar, digamos que, a matéria que justifica a existência das fraldas para publicitar o seu doce produto? Não se torna demasiado óbvio que o pensamento “coma o chocolate Lindor e use depois as fraldas” surge mais imediato que uma diarreia, e isso afugenta o consumidor para a prateleira do papel higiénico de modo a assear visualmente a sua mente então conspurcada com tal relação, em vez de adquirir o produto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, aqui estou Eu, &lt;a href="http://claronoescuro.blogspot.com/2005/12/mau-chri.html"&gt;tal como há dois anos &lt;/a&gt;(&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;texto que me traz enormes recordações e que me faz sempre bem ao sorriso relembrar...) para, erguendo a pena da razão, apontando o mindinho e vestindo os trapos de samaritano, tentar reencaminhar quem pensa nestas coisas para os trilhos da racionalidade e da lógica comportamental daqueles que esperam de si mesmos atingir os patamares decentes da Humanidade. Senão, por sequência e sem querer dar ideias (mais) parvas, um dia destes ainda teremos por aí umas belas barras de chocolate com recheio de creme de morango “Tampax”, uns bombons com pepitas de caramelo “Clerasil” ou uma tablete de chocolate branco e pedaços de amora “Carefree”, e ninguém quer isso, pois não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Nestas letrinhas miúdas está implícito o mEu pedido de desculpas às prestigiadas e digníssimas marcas registadas que tão traiçoeiramente resolvi vilipendiar com a referência e utilização em algo tão fútil e fugaz como um texto mEu.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;NR: aproveito esta efeméride para, através de mais um abraço, desejar publicamente os votos sinceros de umas Festas daquelas magníficas e espectaculares aos meus amigos (por ordem alfabética, para não desordenar as considerações):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana&lt;br /&gt;Alexandra&lt;br /&gt;Carla&lt;br /&gt;Fátima&lt;br /&gt;Isabel&lt;br /&gt;Jorge&lt;br /&gt;Lucinda&lt;br /&gt;Nádia (o teu nome não é reconhecido pelo &lt;em&gt;Word&lt;/em&gt;...)&lt;br /&gt;Nuno&lt;br /&gt;Sandra&lt;br /&gt;Vitória&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que assim, consegui despir de &lt;em&gt;nicks&lt;/em&gt; toda a gente que potencialmente ainda poderá ler isto, e colocar a coisa no campo onde está – o pessoal. Se alguém ainda ficou vestidinho - por ignorância da minha parte, claro está (no escuro) - pois bem, sinta-se também agasalhado por estes mEus votos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até para o ano, ou, como diz um destes meus amigos, “Até sempre”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-847959710590422408?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/847959710590422408/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=847959710590422408&amp;isPopup=true' title='35 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/847959710590422408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/847959710590422408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/12/coma-chocolate-limpe-se-por-dentro-e.html' title='Coma chocolate, limpe-se por dentro e suje-se por fora'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>35</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-6069983350340537777</id><published>2007-10-25T12:41:00.000+01:00</published><updated>2007-10-25T12:42:44.637+01:00</updated><title type='text'>Esses olhos…</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Eu sei que não me viste. Mas fizeste-me ver quando abriste os teus olhos. Esses olhos inocentes onde, por enquanto, só se vê aquilo que eu vejo. Um olhar desconcertante que transportou tudo o que me faz para aquele momento tão nosso. Tão meu. Mais que tudo o que me mostraste, gostei de ver os teus olhos. Tão surpreendidos, tão presentes, tão puros. O esforço que fizeste para os mostrar foi quase tão grande como aquele que fiz para que as minhas lágrimas não os regassem. Os teus olhos. Espero que por esses olhos entre sempre o Amor que sinto por ti. Espero que por eles consigas sentir sempre aquilo que eu senti quando mos mostraste. Confio nesses olhos para me ensinarem tantas coisas. Preciso deles para repousar do que é supérfluo. Quero-os de cada vez que não os vir. Tenho-os sempre que fecho os meus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que não me viste…mas eu vi-te.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;:)&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-6069983350340537777?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/6069983350340537777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/6069983350340537777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/10/esses-olhos.html' title='Esses olhos…'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-7268640844595481554</id><published>2007-10-19T11:58:00.000+01:00</published><updated>2007-10-19T12:01:20.662+01:00</updated><title type='text'>do fundo de Eu</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Nestes momentos ando com a vida apressada pela necessidade de despachar trabalho e para resolver uns problemas que tenho tido com o rádio do carro, tudo – os problemas no rádio do carro não! – devido à vertigem do aparecimento de mais um membro familiar que se deve juntar aos que já estão cá fora a qualquer momento. Como tal, estas coisas “virtuais” têm ficado de parte. Se, de alguma forma, tenho causado alguma “preocupação”…virtual… peço desculpa – já passei por isso e sei que incomoda - mas estas coisas para mim são assim: só vale a pena cá andar enquanto o sorriso sair porque quer e não porque nós queremos. E este, agora, saiu…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;…e agradece o(s) comentário(s) que iria(m) aparecer&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-7268640844595481554?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/7268640844595481554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/7268640844595481554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/10/do-fundo-de-eu.html' title='do fundo de Eu'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-8832343728448771958</id><published>2007-10-08T11:28:00.001+01:00</published><updated>2009-12-10T10:30:01.008Z</updated><title type='text'>Coitadinhos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Tal como a necessidade de respirar algo que contenha O2 para poder sobreviver (nem que seja debaixo de água), é universalmente aceite pelos pensadores filantrópicos que a maior parte das pessoas que engrossam o número da “grande generalidade das pessoas” deturpam a voz e os gestos na presença de bebés. Na prática isto equivale a dizer que se auto-ridicularizam, aparvalhando o seu comportamento gestual e vocal, para tentar ficar tão infantis como o seu interlocutor, a ver se conseguem algum tipo de comunicação que resulte em sorriso. Ora, muito antes de conseguirem destilar o tal sorriso pueril, conseguem precipitar sorrisos em todos os adultos circundantes. Principalmente a mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a pior fase desta desevolução confrangedora é mesmo o remate final. Normalmente, depois de muitos “bilús-bilús” e “brrrrsss”, que mais não fazem que deixar a cara dos petizes infestada de partículas de cuspo, a pessoa ergue-se da sua palermice, tenta recuperar o seu estatuto de ser racional e diz: “coitadinho, é tão giro” ou “coitadinho, é tão querido” ou “coitadinho, é tão calminho” ou “coitadinho, está a sufocar” ou…como acho que está explícito, o “coitadinho” está sempre presente independentemente da constatação seguinte. E isto, para além da quase incompreensível figura que se fez anteriormente, é uma injúria para a minúscula pessoinha que acabou de se sujeitar à visão de algo que, felizmente, só assistirá de novo quando for “um adulto na presença dum bebé” ou um dos “adultos circundantes”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coitadinho? Porquê!?!? A não ser pelo facto de não poder fazer mais que mostrar as goelas perante aqueles desfasamentos intelectuais, não vejo o porquê de colar tal adjectivo a um bebé. Ainda por cima é algo que denigre a qualidade humana. E passo a explicar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em última instância, a condição de “coitadinho” deriva da palavra primitiva “coito”. E deriva, neste caso, quer ortograficamente quer do modo de acção, já que a própria actividade “coito”, foi o que deu origem ao bebé. Como tal, estar a chamar ao bebé “coitadinho” significa das duas uma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou se está a afirmar que ele é um “fodidinho”, o que é mesquinho. Está certo que a criança acabou de estar sujeita à pessoa que agora a calunia com aquele epíteto, mas se é para ofender então que digam que o bebé é “coitado”, com o consequente agravamento da condição. Acho que é melhor ser/estar “fodido” que “fodidinho”;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou então - pior – insinua-se que aquele bocadinho de gente, ao ser coitadinho, resultou de um acto…inho. Como alguém que foi pouco molhado fica molhadinho, também aquela criancinha terá sido o produto de um coitinho. Uma fodinha. Isto denigre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Portanto rogo para que, a partir deste momento façam como Eu – nunca apelidem um bebé de “coitadinho”. Podem até continuar a viajar até ao lado mais disparatado da postura humana, mas não caiam na tentação de “acoitadinhar” as criancinhas. Não é justo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-8832343728448771958?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/8832343728448771958/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=8832343728448771958&amp;isPopup=true' title='102 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/8832343728448771958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/8832343728448771958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/10/coitadinhos.html' title='Coitadinhos'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>102</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-8554230965762366945</id><published>2007-09-21T15:39:00.000+01:00</published><updated>2007-09-25T15:49:12.331+01:00</updated><title type='text'>Novelo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;José é casado com Maria.&lt;br /&gt;José ama Maria e gostava de materializar o seu Amor mais vezes para além dos sábados a partir das 23.45.&lt;br /&gt;Maria ama José e acha que isso chega. Sente-se cansada.&lt;br /&gt;José contrata D. Júlia para fazer as tarefas de casa.&lt;br /&gt;Maria liberta-se dos afazeres domésticos mas não do cansaço.&lt;br /&gt;José sente-se cansado da canseira de Maria.&lt;br /&gt;José conhece Alberta que ouve atentamente as frustrações de José disposta a deixá-lo desanuviar-se.&lt;br /&gt;José desanuvia em Alberta.&lt;br /&gt;Maria sente José distante.&lt;br /&gt;José desanuvia em Alberta até fartar a frustração.&lt;br /&gt;Maria começa a deixar de ficar cansada a ver se entende o alheamento de José.&lt;br /&gt;Alberta afasta-se de José porque conhece António.&lt;br /&gt;José conhece Manuela que era amiga de Alberta e está disposta a confortar José.&lt;br /&gt;José conforta-se em Manuela.&lt;br /&gt;José sente-se tão confortado por Manuela que pouco se lembra de Maria.&lt;br /&gt;Maria conhece Joaquim.&lt;br /&gt;Joaquim dá atenção a Maria.&lt;br /&gt;José não só se conforta em Manuela, como ainda se reconforta.&lt;br /&gt;Maria sente-se mulher outra vez com Joaquim.&lt;br /&gt;Joaquim quer ver se se sente homem com Maria.&lt;br /&gt;Joaquim é homem!&lt;br /&gt;Maria conversa com José sobre o nada que é aquele casamento.&lt;br /&gt;Maria divorcia-se de José e fica com Joaquim.&lt;br /&gt;José vai morar sozinho, leva D. Júlia para manter a casa e respinga o seu amor em Manuela, duas primas desta, uma antiga colega de turma, a porteira e Alberta (que por vezes aparece a ver se José está necessitado de desanuviar alguma frustraçãozita).&lt;br /&gt;Maria é feliz com Joaquim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José já não é casado com Maria mas (também) ainda a ama.&lt;br /&gt;Maria começa a dizer a Joaquim que se sente cansada…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(Este é um enredo completamente ficcional - e reforço o COMPLETAMENTE e o FICCIONAL - pelo que qualquer semelhança com a realidade é uma coincidência tão infeliz como a ideia que Eu tive de o escrever)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-8554230965762366945?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/8554230965762366945/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=8554230965762366945&amp;isPopup=true' title='24 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/8554230965762366945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/8554230965762366945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/09/novelo.html' title='Novelo'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>24</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-7063206341772424091</id><published>2007-09-20T11:11:00.000+01:00</published><updated>2007-09-20T11:25:42.496+01:00</updated><title type='text'>Ando a ouvir mortos…</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;E até arrepia, é o que Eu posso dizer. São vozes sábias cheias da alma dos imortais. Ensinamentos de sempre e também de agora. É sempre a primeira vez que os oiço outra vez.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Por estes dias tem sido assim. A minha vida também se vive com a morte destes gajos (mas principalmente com a sua forma única de ter vivido):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jim_Morrison"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Jim Morrison&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Kurt_cobain"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Kurt Cobain&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bob_marley"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Bob Marley&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jeff_buckley"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Jeff Buckley&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(se calhar já alguém estava para aí a pensar que Eu me ia por aqui a partilhar as minhas experiências com o Além, para além da vivência destas mortes que nos levam mais...além)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-7063206341772424091?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/7063206341772424091/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=7063206341772424091&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/7063206341772424091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/7063206341772424091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/09/ando-ouvir-mortos.html' title='Ando a ouvir mortos…'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-8657365394069463240</id><published>2007-09-04T17:48:00.000+01:00</published><updated>2007-09-25T16:54:46.800+01:00</updated><title type='text'>Espírito espantado</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Sinto que está a nascer uma forte aversão dentro mim. E, como quem terá aversões dentro de si saberá bem, não é nada agradável essa sensação. Desta vez tal sentimento de repulsa foi semeado por um som. Ou melhor, por um conjunto atabalhoado de sons. Explicando…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estão a ver uns penduricalhos temáticos que se costuma colocar por cima das portas? Há-os com vários inspirações (menos de inspiração cristã, que Eu nunca vi nenhum com crucifixos…olha, boa dica para os criativos do Vaticano…de nada!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já me apareceram com conchinhas, pedrinhas, tubinhos, passarinhos, etc e talinho. Convencionou-se chamar aquilo “espanta espíritos”. E o mEu fica espantado, não há dúvida. Principalmente quando tento passar a noite a dormir e o vento resolve respirar com mais força. Um dos meus vizinhos (que por sorte de ambos, só o é ocasionalmente e quando Eu defino essa ocasião) tem uma…como é que hei-de dizer… porcaria daquelas na porta que dá para a janela do meu quarto. E do lado de fora. Ora, quando a noite se abana, nem que seja com uma brisa mais leve que o peso do ar, aquele molho de coisas barulhentas faz questão de me lembrar os tímpanos que está ali. Mais que o espírito, aquilo espanta-me o sono. E não só espanta, como por vezes o escorraça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O epíteto de “espanta espíritos” até tem alguma lógica, sim senhores. Pelo menos Eu fico de espírito assarapantado de pensar como é que alguém consegue conviver com aquele desarranjo nos intestinos do som por vontade própria, e na doçura do seu próprio lar. Por mim, abria já a caça ao “espanta espíritos” e valia tudo. Até arrancar-lhe o pingarelho principal. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-8657365394069463240?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/8657365394069463240/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=8657365394069463240&amp;isPopup=true' title='22 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/8657365394069463240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/8657365394069463240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/09/esprito-espantado.html' title='Espírito espantado'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>22</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-8295959534928112692</id><published>2007-08-31T17:22:00.000+01:00</published><updated>2007-08-31T17:35:34.145+01:00</updated><title type='text'>Perto de tudo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Começo o dia a rebuscar na memória da prateleira e do coração músicas de outros tempos. No meio de tantos outros discos já há tanto esquecidos, lá estava ele, centrado logo ali no primeiro olhar, como se tivesse sido arrumado propositadamente para não perder o tempo desta manhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acaso escolhe começar por esta música. “Porra! São músicas destas que nos ensinam a crescer para além da vida. Lembras-te da a ouvir sozinho às escuras? Porra…”. Na mesma estrada de hoje, de ontem e de amanhã, consegue-se recuperar o sorriso de muitos anos atrás. Anda-se veloz para a frente, mas muito mais rápido se chega ao antes. Muito antes. E é quase bom lá estar. Com esta banda sonora, também. Essencialmente percebe-se que o que se pensava sempre aconteceu, para melhor, e que as dúvidas não são eternas, apenas se vão alterando. E tanta coisa cabe nos minutos desta música. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Gosto de ainda gostar das coisas que gostava. Gosto de gostar de gostar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Felizmente o vídeo é escuro e claro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/LGbO-nVBaFo"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/LGbO-nVBaFo" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Forward yesterday&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Makes me wanna stay&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;What they said was real&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Makes me wanna steal&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Livin' under house&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Guess I'm livin', I'm a mouse&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;All's I gots is time&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Got no meaning, just a rhyme&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Take time with a wounded hand&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;'Cause it likes to heal&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Take time with a wounded hand&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;'Cause I like to steal&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Take time with a wounded hand&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;'Cause it likes to heal, I like to steal&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;I'm half the man I used to be&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Because I feel as the dawnIt fades to gray&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Well, I'm half the man I used to be&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Because I feel as the dawn&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;It fades to gray&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Well, I'm half the man I used to be&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Because I feel as the dawn&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;It fades to gray&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Well, I'm half the man I used to be, half the man I used to be&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Feelin' uninspired&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Think I'll start a fire&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Everybody run&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Bobby's got a gun&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Think you're kinda neat&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Then she tells me I'm a creep&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Friends don't mean a thing&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Guess I'll leave it up to me&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Take time with a wounded hand&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;'Cause it likes to heal&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Take time with a wounded hand&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Guess I like to steal&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Take time with a wounded hand&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;'Cause it likes to heal, I like to steal&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;I'm half the man I used to be&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Because I feel as the dawn&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;It fades to gray&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;I'm half the man I used to be&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Because I feel as the dawn&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;It fades to gray&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;I'm half the man I used to be&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Because I feel as the dawn&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;It fades to gray&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;I'm half the man I used to be, half the man I used to be&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Take time with a wounded hand&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;'Cause it likes to heal&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Take time with a wounded hand&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Guess I like to steal&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Take time with a wounded hand&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;'Cause it likes to heal, I like to steal&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;I'm half the man I used to be&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Because I feel as the dawn&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;It fades to gray&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Well, I'm half the man I used to be&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Because I feel as the dawnIt fades to gray&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Well, I'm half the man I used to be&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cccccc;"&gt;Because I feel as the dawnIt fades to gray&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Well, I'm half the man I used to be, half the man I used to be,Half the man I used to be&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Hoje é daqueles dias em que parece não consigo deixar de estar sozinho. Há conversas a sério com gente a sério, gentes em vultos, vultos que nem são gente. Carros. O dia. Eu. Ainda sozinho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Quero ter o abraço dos meus filhos para lá da imaginação&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;. De todos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-8295959534928112692?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/8295959534928112692/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=8295959534928112692&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/8295959534928112692'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/8295959534928112692'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/08/perto-de-tudo.html' title='Perto de tudo'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-6559266737672103325</id><published>2007-08-27T10:18:00.000+01:00</published><updated>2007-08-27T10:19:51.336+01:00</updated><title type='text'>Mais uma vez…multado!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Eu não percebo porque cargas de água tenho uma fotografia sorridente na carta de condução. Se a carta de condução só serve para mostrar aos senhores guardas, e se estes cada vez que a requisitam é para me passarem facturas, como é óbvio a fotografia devia ter um aspecto cabisbaixo e irritado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu nem sei como é que eles acham que aquela pessoa que sorri no documento é a mesma que ali está perante eles com um esgar insultuoso e abundante espuma na boca. Devem ter treino de reconhecimento facial para além da máscara expressiva de ódio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só sei que quando renovar a carta vou alterar a fotografia para algo mais condizente com o espírito de apresentação da mesma. E vou aproveitar para exibir o meu esguio e esbelto dedo máximo esticado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-6559266737672103325?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/6559266737672103325/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=6559266737672103325&amp;isPopup=true' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/6559266737672103325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/6559266737672103325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/08/mais-uma-vezmultado.html' title='Mais uma vez…multado!'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-3735071976576713851</id><published>2007-08-13T12:50:00.000+01:00</published><updated>2007-08-13T15:44:46.704+01:00</updated><title type='text'>"Not an addict"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;"It's not a habit, it's cool, I feel alive"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;em&gt;K's Choice&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;font-size:85%;"&gt;(é em Inglês, mas eles são belgas...)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-3735071976576713851?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/3735071976576713851/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=3735071976576713851&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/3735071976576713851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/3735071976576713851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/08/not-addict.html' title='&quot;Not an addict&quot;'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-5508514606605979628</id><published>2007-08-10T11:39:00.000+01:00</published><updated>2007-08-10T11:46:01.841+01:00</updated><title type='text'>Nas rodas do acaso</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Eu sei que o título parece ser sugestivo mas, por favor, não te deixes enganar. Pára enquanto é tempo. Vem aí o fim-de-semana, não o estragues já…)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das medidas legais que deviam ser decretadas logo na abertura da nova temporada legislativa era a necessidade de haverem “passadeiras” (ou “zebras” para aqueles que como Eu acham que o trânsito viário se parece mais com uma selva que com uma sala) nos corredores dos hipermercados. É que as hipóteses de uma pessoa ser abalroada por uma daquelas jovens de mini-saia com uns patins na ponta não são nada remotas. E depois de quem é a culpa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O corredor das caixas registadoras, então, é uma autêntica roleta russa. Se alguém mais inadvertido se arrisca a atravessá-lo sem cumprir a regra de rodar a cabeça e os olhos 180º está sujeito a voar do corredor dos iogurtes até ao corredor da papelaria (sem parar pelo das esfregonas/produtos de limpeza).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em alternativa às “passadeiras” (ou “zebras” para aqueles que…acho que já disse isto) também se poderiam colocar umas cancelas, à laia das passagens de nível, nos corredores transversais. Assim, quando se ouvisse aquela voz anasalado-arrastada (&lt;span style="font-size:85%;"&gt;um dia voltarei a este riquíssimo tema&lt;/span&gt;) que suplica pela «cláudiaaaaann à caixa seeetennnn», fechavam-se as cancelas, e a patinadora Cláudia poderia fazer o seu percurso alegremente e em “câmara lenta”, quiçá até com recurso a piruetas e esparregatas levitadas, divertindo os utentes enquanto estes aguardavam aos tremelicos pela reabertura da cancela. Isto sim, era um serviço agradável para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Já agora, gostaria que a Cláudia, se ainda me estiver a ler, me explicasse porque é que anda de mini-saia até às virilhas e depois veste um casaco de lã? Se tem frio, não passe pelo corredor dos congelados. É o que Eu faço.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-5508514606605979628?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/5508514606605979628/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=5508514606605979628&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/5508514606605979628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/5508514606605979628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/08/nas-rodas-do-acaso.html' title='Nas rodas do acaso'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-5073540836537344281</id><published>2007-08-09T12:16:00.000+01:00</published><updated>2007-08-09T12:22:19.018+01:00</updated><title type='text'>Este blog é conduzido por um profissional</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Se há coisa com a qual Eu fico feliz na estrada é saber que o veículo que circula à minha frente é conduzido por um “profissional” e que esse “profissional”, por sua vez, é conduzido por um telefone que o impede de derrapar do seu caminho comportamental mais correcto. Descansa-me a consciência de que aquele popó não vai ali desgovernado ao Deus dará, e sempre tenho a possibilidade de acrescentar números telefónicos à memória do meu telemóvel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a vida seria ainda mais perfeita se todas as responsabilidades fossem apregoadas da mesma maneira, não era? Para dar um pequenino exemplo vou fincar-me no caso dos sacos atulhados com compras. Estes sacos deveriam ter afixada uma minuta (finalmente usei esta palavra!) com espaços livres que o proprietário preencheria obrigatoriamente depois de os encher e pagar a conta, do tipo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Este saco foi adquirido e está a ser transportado por_____________, filho de ________________ e de __________________, cujo número de telefone é o_____________. Se o nosso filho é apalermado e atabalhoado a transportar este saco, não nos insulte ou a ele, ligue-nos para que o possamos repreender e tentar incutir-lhe mais educação. Obrigado!”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo se aplicaria às malas femininas e por aí fora….&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(já agora, este blog é conduzido por um profissional. Se detectar algo que o agrade ou que o deixe menos que irritado ligue para o número +351962478895)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-5073540836537344281?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/5073540836537344281/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=5073540836537344281&amp;isPopup=true' title='62 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/5073540836537344281'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/5073540836537344281'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/08/este-blog-conduzido-por-um-profissional.html' title='Este blog é conduzido por um profissional'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>62</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-6880205523445511562</id><published>2007-08-08T11:42:00.000+01:00</published><updated>2007-08-08T11:43:16.448+01:00</updated><title type='text'>Cabrum zum!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Não é que Eu deseje mal a alguém em concreto, mas para mim o Harry Potter caía de um mocho abaixo e enterrava a varinha mágica pelo caldeirão rectal adentro, até lhe sair estrelinhas verde-alface pela cicatriz e faíscas púrpuras pelo olho esquerdo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-6880205523445511562?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/6880205523445511562/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=6880205523445511562&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/6880205523445511562'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/6880205523445511562'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/08/cabrum-zum.html' title='Cabrum zum!'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-8797482022732480906</id><published>2007-08-07T10:50:00.000+01:00</published><updated>2007-08-07T10:53:07.711+01:00</updated><title type='text'>“Queres logo”(ou agora)?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Ontem fui decretar uma OPA a uma embalagem de cereais daqueles que se comem ao pequeno-almoço, almoço, jantar, lanche, ou quando a fome grita por companhia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Olhando para as costas da embalagem reparo que tem uma delgada jovem desenhada, o que só por si não me intimidou por aí além. Mas também constato que ofertam um saco de praia, às flores cor-de-rosa, na compra do produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora não sei se hei-de começar a comer os cereais e esperar até me parecer com a boneca da caixa, ou se começo a usar já o saco de praia…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-8797482022732480906?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/8797482022732480906/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=8797482022732480906&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/8797482022732480906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/8797482022732480906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/08/queres-logoou-agora.html' title='“Queres logo”(ou agora)?'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-5147005279161102314</id><published>2007-08-06T12:07:00.000+01:00</published><updated>2007-08-06T12:09:39.846+01:00</updated><title type='text'>Dedo são</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Se tomar &lt;em&gt;Actimel&lt;/em&gt; ajuda a reforçar as nossas defesas naturais, mas deve-se continuar a lavar as mãos (segundo a doutrina da publicidade ao produto), pergunto Eu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se uma pessoa lavar as mãos com &lt;em&gt;Actimel&lt;/em&gt; e/ou beber a água residual do asseio manual, será que eleva o sistema imunitário à potencia da perfeição?  De respostas destas é que Eu preciso urgentemente (antes de despejar o lavatório).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-5147005279161102314?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/5147005279161102314/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=5147005279161102314&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/5147005279161102314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/5147005279161102314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/08/dedo-so.html' title='Dedo são'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-7777735484685868379</id><published>2007-07-31T11:49:00.000+01:00</published><updated>2007-07-31T11:52:32.345+01:00</updated><title type='text'>Os médicos são piores que as crianças</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Se há coisa que me vai ficar sossegadinha na memória de mais umas - estas – férias, é um singelo acesso de sinusite que se alojou comodamente na parte mais esquerda dos ossos frontais do meu crânio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem não tem conhecimento do que se trata, posso elucidar que ter sinusite é a mesma coisa que levar com a perna de uma cama estilo Luís XV, de mogno, entre os olhos. Mas com muita força! É como nos sentiríamos depois de correr de olhos fechados direito a uma parede de betão bem sequinho. A descrição do nosso estado seria semelhante à resposta que daríamos se alguém nos perguntasse: “Como te sentes?”. Só o facto de pronunciar a palavra “sinusite” acarreta um sofrimento lancinante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, perante tal facto resolvi fazer aquilo que qualquer cidadão deve fazer nestes casos – tomei analgésico e fui à praia apanhar sol. Mas como aquele latejar por detrás do olho esquerdo não passava, e cada vez vinha mais abraçadinho às dores canhotas na cabeça, lá fui Eu visitar o senhor doutor. Um qualquer, que Eu não sou esquisito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegando lá, e esquecendo já as horas de espera, o senhor pergunta do que me queixo – é bom perguntarem coisas, revela interesse. Eu respondo que tenho andado congestionado com ranho transbordante, mas que desde há dois dias que me tem doido o olho esquerdo e a testa por cima do mesmo (isto acompanhado com uma indicação manual da zona dolorida, tipo hospedeira).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, o senhor olha para mim, e questiona se é um latejar, Eu respondo que sim, ele dirige-se a mim e, sem mais, dá-me uma pancada precisamente na zona onde Eu tinha dito há menos de um minuto que me doía e pergunta “E aqui, dói?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“F*#@-se! é mesmo aí que me dói, oh ca%&amp;$+o! não ouviste o que acabei de te dizer?” pensei calma e atordoadamente antes de responder ”Pois”, depois de conseguir focalizá-lo de novo…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o doutor não era surdo – Eu falava bastante caladinho e ele conseguia ouvir – e como isto não é a primeira vez que acontece – já houve outras alturas em que as queixas de dores localizadas são confrontadas com o massacre manual nas zonas doridas - só me resta concluir que, tal como as crianças, os médicos gostam de mexer nos locais onde não é suposto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da próxima vez, chego lá,começo logo aos gritos e queixo-me histericamente. Pode ser que eles percebam que se um gajo está ali a queixar-se é porque está mesmo em sofrimento. Ou então digo que padeço de um órgão que não me doa... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-7777735484685868379?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/7777735484685868379/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=7777735484685868379&amp;isPopup=true' title='21 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/7777735484685868379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/7777735484685868379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/07/os-mdicos-so-piores-que-as-crianas.html' title='Os médicos são piores que as crianças'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>21</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-2483907002174811711</id><published>2007-06-27T16:29:00.000+01:00</published><updated>2007-06-27T16:36:09.017+01:00</updated><title type='text'>Aí estão elas…as melgas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Quem comete o esforço mental e ocular de ler o que vou escrevendo certamente já desconfiou que Eu sou um amante da Natureza (mas não digam nada à minha cônjuge; e é mesmo da Natureza filha não é da Mãe Natureza).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, é essa tara que me traz aqui mais esta vez, e agora para falar do que alguns conhecem por “melga”, mas mais comummente conhecida por &lt;em&gt;Anopheles gambiae&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A melga, naquela forminha tão aparentemente sensível e delével, é na verdade um centro de maldade em si mesmo, por todas as razões que se conhecem e mais esta: pica!. Pois é, caso alguém não saiba a melga pica. E não só pica, como vai picando, para mostrar que é verdadeiramente…melga. Está-lhe no sangue; ou melhor, está no nosso sangue que depois passa a ser o dela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;E é precisamente agora no período estival (Eu sei que escrever “período” a seguir a ter escrito “sangue” pode resvalar o contexto, mas não tenho talento para mais) que a melga arregaça o bico e explora a parte inferior das cútis que vai encontrando mais desprotegidas. Pois bem, aqui fica o resultado de minutos de estudo comportamental ao serviço do melgicídio científico. São só alguns passinhos básicos e depressa passamos de melgados a mortalmente melgantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passo 1 (o ataque) - se ouvir uma melga em seu redor, assuma logo que ela lhe vai picar; não pense que a melga desiste, é um animal demasiado estúpido para desistir, mesmo sabendo que a morte pode estar ali, na palma da mão (literalmente). Como tal, em vez de fugir, se esconder, ou tapar-se que nem um beduíno, faça propositadamente o contrário – exponha-se. A melga não o vai matar, e o pior que pode acontecer é ser picado uma vezinha (como Eu fui agora!);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passo 2 (a preparação) – se já se mentalizou e tomou coragem para se dar à melga, então pode ficar descansado que não é preciso desnudar-se por completo, basta oferecer os membros em jeito de dádiva divina (claro que se quer apanhar o infernal insecto mais rapidamente poderá utilizar todo o corpo como chamariz, mas aí pode afugentar a melga ou atrair mais, depende do calor do corpo…e da luz)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passo 3 (a estratégia) – por esta altura já a bicha viu que vai ser fácil, e provavelmente já poisou. Calma! A melga não pica assim que poisa, e este é o seu ponto fraco. Se reparar, a melga poisou, mas mantém uma postura de alerta e predisposição de fuga que se traduz num posicionamento em tensão daquelas patinhas (que, se tudo correr bem, em breve estarão esmigalhadas). Esta altura do combate é crucial - para si e para ela – tem de manter o sangue quente e a cabeça fria (metaforicamente em ordem inversa). Tem de a fazer perceber que ela se pode servir à vontade, não precisa estar naquela aflição como se alguém a fosse matar. Deixa-a relaxar como se duma amiga se tratasse, até lhe pode dizer, com um sorriso, “pica, estás em casa” elas costumam gostar. Desde que se mantenha imóvel, não demorará muito até a melga sentir que aquele território está livre de perigo, não nos esqueçamos que a melga é irracional e não pensa nem sente assim por aí além.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;Passo 4 (o inicio do fim) – se realmente o seu poder de persuasão e sedução chegar para convencer um insecto, agora já a melga está relaxada e se prepara para saciar a sua sede dolorosa. É fácil de ver, ela amocha (é o termo mais correcto). Na prática isto quer dizer que se começa a abaixar para aferroar aquela palhinha biológica na nossa pele. Convém aqui referir que uma pele bastante pilosa facilita bastante a consumação da morte, isto porque nesta fase, o que a melga faz é começar a emaranhar-se nos pelos cutâneos para chegar ao verdadeiro banquete, ora, escusado será dizer que a partir daqui está definitivamente condenada, no fundo, enleia-se no próprio fim. Por isto senhoras e alguns senhores, se querem livra-se das picadelas de melga, parem já com a depilação (se preferem ser “picadas” – também por melgas – continuem a escanhoar o pernil).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, a melga já relaxou e já está a esticar o ferrão (parece  que estou a falar do vosso relacionamento amoroso veranista, mas não é, não se esqueçam que estamos aqui ao serviço do extermínio melgal). Pois bem, vamos ao passo final…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passo 5 (a morte) – e chegámos à parte mais interessante. Foi para isto que esperou 63 segundos (mais coisa menos coisa) – a palmada final. É que nesta altura a melga está indefesa, só se você for uma pessoa muito lenta ou vesga é que não conseguirá acabar com aquele bocadinho de ruindade. Basta para tanto que lhe dê um aconchego com a palma da mão. A propósito disto convém informar que a melga não tem armadura, e nem sequer esqueleto, como tal não é necessário dar-lhe (e a si mesmo) um palmadão ou com as costas de uma cadeira. Basta um ligeiro toque que o paraíso a receberá na mesma. Agora, se sente a ferver em si uma raiva descomunal, afinque-lhe! E se não gostar de si ou for masoquista, então até pode esperar que ela o sugue para depois lhe dar com uma chibata de couro, aí sim, sentirá o prazer da morte mesclado com a dor. Claro que, se estiver a prestar um favor a outrem, pode completamente marimbar-se na intensidade do golpe final, mas sendo em si deve considerar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pronto, Eu já melguei o suficiente com este pequeno manual para mim (mas grande texto para a Humanidade), e já esborrachei três melgas entretanto. Agora resta a cada um decidir o que fazer com isto; para além de ler, porque se chegou até aqui, acho que vale mesmo a pena experimentar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-2483907002174811711?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/2483907002174811711/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=2483907002174811711&amp;isPopup=true' title='32 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/2483907002174811711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/2483907002174811711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/06/esto-elasas-melgas.html' title='Aí estão elas…as melgas'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>32</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-3568491049241736155</id><published>2007-06-15T11:23:00.000+01:00</published><updated>2007-06-15T11:26:43.431+01:00</updated><title type='text'>Mercado da carne</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Ali estava ela, deposta junto à porta. O aspecto revelava uma idade tenra. Um corpo jovem, ainda pequeno, aberto à claridade e desnudo de qualquer pêlo que outrora se pudesse vislumbrar. Detive-me a olhar por uns momentos. Não tenho por hábito parar assim no meio da rua para contemplar corpos descaradamente, mas não pude evitar. Ali, juntas ao resto do corpo, estavam as mãos. Alvas e limpas de qualquer vestígio dos usos passados. Olhei e deixei-me imaginar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginei-a de quatro, talvez ao lado da mãe talvez só acompanhada pela sua inocência, a abocanhar ainda atabalhoadamente, traída pela ignorância do destino que a esperava. "A tua mãe deve ter sido uma bela vaca" murmurei entusiasmado, cá dentro e cá para dentro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi a visão de um fio de sangue a desenhar o contorno interno de uma daquelas jovens pernas que me impulsionou ainda mais a curiosidade. Aquelas pernas que se mostravam golpeadas recentemente. Naquele corpo ali exposto a quem o quisesse ver (e imaginar, como Eu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá dentro, uma mulher de meia-idade fitava a minha detenção ao pé da porta. Sorriu. Retribuí, num gesto automatizado pela indecisão, e nervosamente levei a mão ao bolso...tinha dinheiro, não sei quanto, mas tinha. Estava decidido. Pelo menos parte daquele corpo ia ser meu. Pelo menos a parte que aquele dinheiro pudesse comprar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sol aquecia como se de propósito me quisesse queimar as ideias e o discernimento. De certeza que me iria sentir culpado se a comesse, mas não consegui evitar e lá entrei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sorriso da mulher abriu-se ainda mais:&lt;br /&gt;- Boa tarde, o que deseja?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vencendo as hesitações, assumi o anseio repentinamente:&lt;br /&gt;- Quero um quilo de bifes daquela vitela, ali pendurada ao pé da porta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;(bom fim-de-semana a todos)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-3568491049241736155?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/3568491049241736155/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=3568491049241736155&amp;isPopup=true' title='28 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/3568491049241736155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/3568491049241736155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/06/mercado-da-carne.html' title='Mercado da carne'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>28</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-252233093044659244</id><published>2007-06-12T17:08:00.000+01:00</published><updated>2007-06-12T17:14:09.773+01:00</updated><title type='text'>Eu escrevi um livro…</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;…e vai ser publicado e tudo! É uma magnífica tese dissertada em duas ou três páginas, e que será lançada para os olhos e mãos do público em geral, e das pessoas em particular, na FNAC do Colombo, no próximo dia 23 do mês corrente, pelas 17horas e 30 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, É verdade! Convidei o &lt;a href="http://www.blogger.com/profile/03793611698317182183"&gt;Rafeiro Perfumado&lt;/a&gt; para escrever umas trezentas e tal páginas daqueles textos hilariantes dele e um outro mocinho também muito prendado, de seu nome &lt;a href="http://www.blogger.com/profile/07585586414238555328"&gt;Voyeur&lt;/a&gt;, para escrever uma coisita no início. Isto só para o livro ter mais alguma substância física e peso efectivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais detalhes &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:180%;color:#66ff99;"&gt;&lt;a href="http://rafeiroperfumado.blogspot.com/2007/06/vai-um-cafezinho.html"&gt;AQUI&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;(A sério: o meu amigo autor DO blog «&lt;a href="http://www.rafeiroperfumado.blogspot.com/"&gt;Rafeiro Perfumado&lt;/a&gt;» finalmente vai publicar alguns dos seus textos em livro. E digo finalmente, porque textos daquele calibre merecem a honra do papel. Sem dúvida. O espanto nisto tudo é que ele me convidou para participar com algo mais que a compra do dito livro. Convidou-me para escrever algo a juntar àquela valorosa publicação. E o espanto maior é que manteve o convite. Assim, para que aquilo não seja perfeito, Eu acedi ao seu honroso desafio e juntei as minhas palermices escritas aos textos do Rafeiro e a mais um texto do não menos talentoso &lt;a href="http://www.blogger.com/profile/07585586414238555328"&gt;Voyeur&lt;/a&gt;. Para mim, mais que um orgulho, pela amizade e pelo convite de participar (motivado pela primeira), este livro será definitivamente o local para volatilizar umas belas gargalhadas. Agora, se alguém que está a ler isto não conhece o &lt;a href="http://www.rafeiroperfumado.blogspot.com/"&gt;Rafeiro Perfumado&lt;/a&gt;, faz o favor de ir ver o blog e – mais importante ainda – juntar já uns míseros 154,68 € para comprar o livro. De certezinha que valerá a pena, até porque a gargalhada está muito mais cara que o dinheiro).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-252233093044659244?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/252233093044659244/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=252233093044659244&amp;isPopup=true' title='32 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/252233093044659244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/252233093044659244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/06/eu-escrevi-um-livro.html' title='Eu escrevi um livro…'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>32</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-6873206410092850100</id><published>2007-06-12T17:06:00.000+01:00</published><updated>2007-06-12T17:08:41.601+01:00</updated><title type='text'>A anatomia do bico</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Ora, no seguimento da revelação do texto anterior, chego-me aqui hoje para aprofundar esse inextinguível tema que é a divagação sobre o bico (dos passarinhos). Sim, como é óbvio, é um assunto que me apaixona e sobre o qual nenhuma saliva é mal gasta e nenhuma unha será mal quebrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não desgastando mais tempo com liminares (nem “pré” nem “pós”) Eu dirijo-me já ao assunto principal – as várias tipologias desse apêndice avícola ainda mal desnovelado no conhecimento da grande massa humana mundial, geralmente apelidado por “bico”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande divisão dos vários bicos faz-se ao nível da sua rigidez. Assim temos dois grandes grupos de bicos – o bico mole e o bico rijo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bico mole é um bico muito sensível e específico. Pode ser de vários tamanhos, mas normalmente é delgado e afiado, não atingindo dimensões significantes. É um bico que nos aparece sazonalmente e é quase impossível de o manter cativo por longos períodos (dada a sua manutenção ser feita exclusivamente à base de insectos). Está associado às aves chamadas de “arribação” como os taralhões-de-asa-branca, as petinhas-das-árvores ou as andorinhas. Sobre este não vale a pena alongar muito…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bico rijo é o bico mais conhecido. Desde logo, porque abrange um sem número de variantes que tornam muito apelativo o desejo de os conhecer a todos. Vou tentar ser sintético para não enfartar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bico curto é o mais vulgar. Aparece em todo o lado e toda a gente o conhece, basta dizer que o exemplo mais corriqueiro é o pardal (viram? Toda a gente o conhece).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bico médio normalmente não é muito visto, mas é um bico voraz e bastante interessante pelo que representa para aqueles que têm a possibilidade de o ter. São exemplos o pica-pau (sobejamente conhecido pelo uso que lhe dá), o gaio (que o usa para comer de tudo) ou a cotovia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bico longo. Este tipo de bico é muito querido entre a grande parte dos homens e algumas senhoras. Isto porque uma das suas detentoras – a cegonha – faz com que as criancinhas apareçam sem dor. É assim como que o bico da natalidade, por excelência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bico em gancho é um bico agressivo, sem dúvida. Habituado a estar à espera de carne fresca para se saciar. É o bico característico das aves de rapina, como a Gloriosa águia ou o estóico peneireiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bico achatado, como o próprio nome indica, é um bico que não faz jus ao nome, apesar de também ser bastante conhecido. É forte, não hajam dúvidas, mas não tem o impacto de um bico longo. Apesar disso é muito usado e versátil. Quem o possui, recorre a ele até para amaranhar. Temos os exemplos dos papagaios e afins (normalmente referidos como psitacídeos). De reparar que este bico é tão mauzito que até se costuma metaforizar como uma doença das cruzes ósseas. Não é definitivamente um bico que se inveje, o achatado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bico encurvado – normalmente longo e fino - está associado ao grupo dos maçaricos (incluindo o real ou o galego).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me vou dispersar sobre a grossura ou a cor dos vários bicos, uma vez que isso nos levaria possivelmente ao enjoo, mas aproveito para informar que há ainda o caso de espécies felizardas que têm o bico ora mole ora rijo – como é o caso do melro ou do pintassilgo – mas essas são invejadas e odiadas por tudo o que é animal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora abracem a ornitologia (mais que não seja, para pegar nos binóculos e observar bicos).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-6873206410092850100?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/6873206410092850100/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=6873206410092850100&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/6873206410092850100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/6873206410092850100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/06/anatomia-do-bico.html' title='A anatomia do bico'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-842607973483752326</id><published>2007-05-31T03:33:00.000+01:00</published><updated>2007-05-31T09:52:34.276+01:00</updated><title type='text'>Preliminares é com os passarinhos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Como Eu não tenho nada que fazer durante a parte diurna do dia, costumo deter o mEu corpo, e respectivos olhos, a observar os passarinhos nas suas cortes de acasalamento (nunca se sabe quando é preciso procriar, e os animais serão sempre bons exemplos de observação, em detrimento dos calhaus).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi então que me ocorreu esta ofuscante dedução dogmática:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada ave que consegue quebrar a casca do seu cárcere oval foi originada por uma relação sexual completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E porquê? Simples! Porque por cada jovem passarinho que irrompe para a vida temos sempre a certeza - não é preciso crer, basta ver - que um bico foi feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até já estou a imaginar o diálogo entre o casal:&lt;br /&gt;- o gavião quer bicar a passarinha, quer? vamos fazer um borrachito? (diz a passarinha com o coração a bater que nem um semelhante)&lt;br /&gt;- claro que sim, sua pássara palpitante. E por onde começamos? (responde ele sem qualquer pena)&lt;br /&gt;- olha, podemos começar pelo biquinho, a ver se sai forte e longo como o teu (responde a fêmea com um piozito envergonhado)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é perfeita a mamã Natureza!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-842607973483752326?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/842607973483752326/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=842607973483752326&amp;isPopup=true' title='29 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/842607973483752326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/842607973483752326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/05/preliminares-com-os-passarinhos.html' title='Preliminares é com os passarinhos'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>29</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-8561332066428697042</id><published>2007-05-28T18:21:00.001+01:00</published><updated>2007-05-28T18:22:44.960+01:00</updated><title type='text'>Mas qual bzzzzzzzzz? O brrrrrrrrrr é que acorda!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Como já fiz questão em revelar em textos anteriores – para que não pensem que Eu ando aqui a esconder-me atrás de qualquer tipo de anonimato – o meu lar localiza-se nas imediações imediatas de vastos e esbeltos arrozais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os mais cépticos à verdadeira qualidade de vida num meio rural costumam alertar-me sobre o perigo de incómodo que poderá advir daquelas intensas maternidades de mosquitagem. Coitadinhos, como se os frágeis e ínfimos mosquitos pudessem pôr em causa o prazer do vislumbre de infindáveis campos verdejantes ou o cheiro putrefacto das adubações orgânicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se querem falar do transtorno causado por bichos alados provindos dos arrozais, vamos falar de aviões. Nem mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto grande parte dos ensonados matinais (“alguma parte”, pronto) costuma justificar profundas e negras olheiras com o facto do sono ter sido dividido e subtraído (e traído!) por uma qualquer melga mestrada na matemática da insónia, a mim o que me roí o sono não é o zunir das asinhas dos mosquitos do arroz, são os aviões do arroz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se passa é que, por esta altura, os arrozais precisam de uma coisa chamada “Ordram” para serem sanados das malvadas plantas invasoras que destroem a exclusividade da &lt;em&gt;Oryza sativa&lt;/em&gt; na ocupação dos talhões (quem tiver curiosidade sobre estes temas macabros basta procurar por “ordram”, e cuidado para não se atascarem na informação recebida). E para destruir a tamanha maldade infestante, os senhores agricultores fretam idosas e barulhosas avionetas que se encarregam de pulverizar arrozais e arredores com a extrema-unção da invasão abusiva – o tal do Ordram. Até aqui tudo normal, sem ser os habitantes de Camarate, ninguém se deve traumatizar com a passagem de um mono-motor alado rente à cumeeira do seu telhado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O verdadeiro problema é que aquele tipo de animal (as avionetas) sai do ninho muito cedo - por volta das seis da manhã, já elas andam a grasnar céu afora. E depois, a acrescentar a este mau hábito, a minha casa situa-se precisamente debaixo de uma das suas rotas de voo predilectas. Ora, imagine-se o que é começar a ouvir, consecutivamente a partir dos primeiros raios de madrugada, o barulho de uma FAMEL a cruzar-nos o tecto. Isto dias seguidos. Parece que estamos a dormir dentro do poço da morte da Feira Popular. Posso dizer que é, nos mínimos, uma maneira relativamente irritante de começar um dia que se espera risonho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isto é que quando o que me incomoda o sono é uma melguinha a roçar as asas nas minhas orelhas, Eu sorrio ternamente, deixo-lhe um beijo no ar e viro-me para o lado, embalando o adormecer naquela melodia tão inocente…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-8561332066428697042?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/8561332066428697042/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=8561332066428697042&amp;isPopup=true' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/8561332066428697042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/8561332066428697042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/05/mas-qual-bzzzzzzzzz-o-brrrrrrrrrr-que.html' title='Mas qual bzzzzzzzzz? O brrrrrrrrrr é que acorda!'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-5186401471404141617</id><published>2007-05-24T23:34:00.000+01:00</published><updated>2007-05-24T23:37:22.732+01:00</updated><title type='text'>Pior que estragado</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Mesmo sem querer, tenho andado a ouvir na Rádio um anúncio que faz uso da conversa entre um casal em que o “macho” diz para a sua “parceira” que o que lhe estava mesmo a apetecer era um Mon Chéri, mas que agora não se vendem, porque nesta altura se podem estragar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem sequer vou urdir qualquer tipo de consideração sobre um “homem” que se vira para a esposa e lhe diz que o que mais lhe apetece naquele momento é um chocolatinho com nome francês. Isto revela o reforço da ficção publicidade adentro (na realidade aquele senhor devia era dizer aquilo para um jovem estivador senegalês em tronco nu e com uma embalagem de vaselina a voar de uma mão para outra, isso sim era uma situação adaptada à verdade).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me adensa a dúvida é que, se bem me lembro das inúmeras coisas estragadas que Eu tenho vindo a ingerir ao longo desta vidita, a deterioração do estado inicial de um vívere implica a perca da sua qualidade gustativa. Ou seja, qualquer alimento que se estrague passa a entrar na abrangente categoria de “nojo”. E a pergunta é:&lt;br /&gt;Mas será que os responsáveis por aquele produto acham mesmo que o azedume poderá contagiar ainda mais aquilo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(para melhor entendimento desta relutância para com o receio – e recheio! - dos senhores da chocolataria gaulesa, ler &lt;strong&gt;&lt;a href="http://claronoescuro.blogspot.com/2005/12/mau-chri.html"&gt;AQUI&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-5186401471404141617?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/5186401471404141617/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=5186401471404141617&amp;isPopup=true' title='40 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/5186401471404141617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/5186401471404141617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/05/pior-que-estragado.html' title='Pior que estragado'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>40</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-4627549670361614628</id><published>2007-05-23T15:28:00.000+01:00</published><updated>2007-05-23T15:31:31.684+01:00</updated><title type='text'>MISSão difícil</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Quem acusa as candidatas a miss de serem pessoas com um elevado défice de inteligência e desprovidas de senso comum - e incomum - ou está de má fé ou não é amigo dos animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser miss deve ser um suplício e aquelas meninas candidatam-se, desde logo, por serem dotadas de um espírito de sacrifício louvável (fazem-no para que o comum dos perecíveis não tenha de se expor naquelas figuras caricatas encimadas por penteados que rebentam a proporção do ridículo), e depois para formularem desejos cuja importância jamais deveria cair no esquecimento dos concidadãos desta aldeia abrangente a que se vai chamando “mundo”. Coisas como a paz mundial, o fim da fome, a felicidade de todas as criancinhas e um saudável “boa sorte às minhas amigas companheiras” de certeza que cairiam na ampla cova onde se enterra o esquecimento global, não fossem os concursos a miss.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há que valorizar aquelas jovens. Eu faço-o porque respeito a sua capacidade quase estóica de sofrimento em geral, e particularmente no que toca aos tormentos alimentícios a que estão sujeitas. Sim porque a comida dos bastidores há-de ser muito pior que a dos aviões, e as vencedoras devem ter de continuar a emborcar daquilo pelo menos até ao próximo concurso. E elas sabem-no bem. Senão porque razão aparecem sempre tão escanzeladas, começam a chorar e levam logo as mãos à boca assim que são anunciadas as detentoras do pódio? Aquilo devem ser mistelas horríveis que provocam vómitos e choro só de lembrar…coitadas! (ou então é a grinalda e o bastão que têm uns picos que se enterram até à mais sensível carne; mas isso era demasiado sádico…até para mim).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes, só de as ver naquela aflição até Eu sinto vontade de regurgitar e deixar escorrer uma ou outra lagriminha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(já agora, “miss” também quer dizer “falta”, está giro! “miss simpatia”; “miss fotogenia”…e para quando o prémio “miss cultura” e “miss inteligência”? já era mais que tempo de fazer jus ao título de “miss” e de privilegiar mais que o mero e efémero valor do corpo)  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-4627549670361614628?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/4627549670361614628/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=4627549670361614628&amp;isPopup=true' title='41 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/4627549670361614628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/4627549670361614628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/05/misso-difcil.html' title='MISSão difícil'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>41</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-3369411797516175531</id><published>2007-05-21T13:18:00.000+01:00</published><updated>2007-05-21T13:52:53.109+01:00</updated><title type='text'>As gajas são lixadas prá porrada!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Por motivos que não devem interessar à maioria das pessoas quem me lêem na zona mais chuvosa do Suriname, Eu tive de passar alguns dias a fio no aeroporto de Lisboa. É uma experiência relevante para a constituição da personalidade de todos aqueles que se interessam por enriquecer a sua vida com o vislumbre das vidas alheias. E para mim também, claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, nas longas horas de espera com que engordei o saldo de tempo dispensável que cada vez mais se esgota no meu relógio, tive o prazer de observar e confirmar um dos mistérios mais duradouros da indagação que forra parte da minha curiosidade. Trata-se obviamente do comportamento feminino durante uma escaramuça física (ou “bulha”, num termo mais próprio a este tipo de prosa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo já assistido a algumas disputas femininas ao longo do tempo que passo desperto (e muitas outras a dormir), ao presenciar mais dois excelentes exemplos do maravilhoso mundo da pancada entre senhoras uma certeza se adensou no que tomo por certo neste mundo: As mulheres, quando se engalfinham umas nas outras (à porrada! importante este detalhe…), visam logo o cabelo das antagonistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já desconfiava disto a partir da 357ª vez que assisti a tal contenda, e em todas elas se verificava que, assim que a coisa se iniciava, as mãos das contendoras se magnetizavam para os fios que cobrem o couro cabeludo. Mas estas duas últimas vezes no aeroporto serviram para aterrar definitivamente tal verdade. Agora só restava perceber o porquê. Sim, porque se percebemos que um cão se atire ao pescoço de outro, um gato aos olhos e um homem tente esmurrar as trombas ao seu adversário – tudo coisas que podem aleijar mais ou menos – era imperativo perceber se aquela fixação na “cama da laca” por parte das senhoras teria ou não o mesmo propósito da agressão pela dor violenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, para surpresa das surpresas, mais estas derradeiras observações serviram para desmistificar o porquê do agarranço nos cabelos quando as mulheres se engatam à briga. Realmente aquilo tem mesmo um propósito de causar dor, mas não é dor física. É a dor da vergonha. É a dor da humilhação pública. E porque digo Eu isto? Porque tão certo como elas se agarrarem aos cabelos umas das outras, é o reflexo de se tentarem pentear quando a coisa acaba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, está então visto que quando elas se emaranham nos cabelos umas das outras o que pretendem é despentear a oponente o mais possível. E sabendo todos nós como uma mulher se apavora por aparecer despenteada em público, depressa poderemos concluir que é esse o propósito daquela obstinação. E bastante traiçoeira, diga-se de passagem, porque de certeza que elas preferiam levar um valente chapadão a ficarem todas despenteadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E depois quem é que ganha? Ganha aquela que mais depressa consegue por a peruca o mais parecido com o que estava antes do reboliço. Quando aquilo termina ambas tentam acalmar os filamentos mais eriçados, aquela que ajeita o despenteamento mais rapidamente, ganha. À outra resta continuar a tentar, de cabeça baixa, e começar a chorar por não o conseguir…&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-3369411797516175531?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/3369411797516175531/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=3369411797516175531&amp;isPopup=true' title='74 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/3369411797516175531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/3369411797516175531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/05/as-gajas-so-lixadas-pr-porrada.html' title='As gajas são lixadas prá porrada!'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>74</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-342598134523329268</id><published>2007-05-10T18:10:00.000+01:00</published><updated>2007-05-10T18:11:11.002+01:00</updated><title type='text'>Aaaaaiiiiiiiii a bicicleta</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Andar de bicicleta é mesmo um exercício exemplar no bem que faz não só ao corpo, mas sobretudo à parte da mente que se ocupa em guardar conhecimento. Por exemplo, Eu antes de começar a andar de bicicleta não tinha bem a consciência de que havia um períneo em mim e muito menos qual era a sua extensão (quer dizer, saber até sabia, nunca imaginei é que também ficasse assim tão cheio de mágoa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA: como é óbvio, o períneo dorido implica a utilização explícita do selim; não adianta ser RECTO e começar aí a congeminar cenários erróneos, e muito menos aventá-los nos comentários. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-342598134523329268?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/342598134523329268/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=342598134523329268&amp;isPopup=true' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/342598134523329268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/342598134523329268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/05/aaaaaiiiiiiiii-bicicleta.html' title='Aaaaaiiiiiiiii a bicicleta'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-5037342548686225536</id><published>2007-05-10T18:07:00.000+01:00</published><updated>2007-05-10T18:09:52.283+01:00</updated><title type='text'>Eu dantes tinha um blog…</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;…e era giro! Tinha textos menstruais (i.e. com uma regularidade periódica, tal como aquele fenómeno feminino), comentários, respostas, leitores que não eram Eu, leitores que era Eu…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora tenho um blog, e é giro! Só me falta é o tempo para ter aquelas coisas todas no blog que Eu dantes tinha. Digamos que estou a entrar na “menopausa blogueira”… &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-5037342548686225536?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/5037342548686225536/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=5037342548686225536&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/5037342548686225536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/5037342548686225536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/05/eu-dantes-tinha-um-blog.html' title='Eu dantes tinha um blog…'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-837903187240653592</id><published>2007-04-26T16:02:00.000+01:00</published><updated>2007-04-26T16:04:38.056+01:00</updated><title type='text'>A blogoseita</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Por ocasiões da passagem de mais um aniversário sobre o 25 mais querido daqueles que, como Eu, valorizam a mãe de todas as liberdades  - a liberdade de pensar - lembrei-me de pensar nuns personagens que existiam antes daquela inspiradora data. Eram denominados de «controleiros».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes personagens encarregavam-se de verificar se os seus parceiros de ideologia política se mantinham, ou não, fiéis aos princípios da libertação do regime opressor. Para não aprofundar demais, e dando uma imagem romântica da coisa, tratava-se de camaradas que fiscalizavam o comportamento de outros camaradas, de modo a garantir a continuidade do comboio ideológico da liberdade (Eu sei que é complexo, pensar que para garantir o combate político a um regime que controlava essa mesma ideologia se utilizasse mais ou menos a mesmas armas de controlo…mas também merecemos alguma complexidade no meio de tanta simplicidade, não?). Adiante…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isto para escrever que, a propósito de mais um “ontem” e da lembrança destes tais controleiros, também Eu me sinto mais ou menos um controleiro da blogoesfera. E até desconfio que não serei o único. Na prática este sentimento traduz-se na obsessão de tentar saber ou imaginar se uma qualquer pessoa que me aparece à frente tem um blog, qual será e quem será o nick que dá alma aquela pessoa. No fundo é assim como uma espionagem do virtual no real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que o normal será imaginar as outras pessoas todas nuas, na casa de banho, a dormir, etc. mas Eu dá-me para isto, o que hei-de fazer? Assim que vejo uma pessoa ponho-me logo a esquiçar aquela personalidade e a forma como ela se desenharia num endereço destes. Tento até imaginar se aquele alguém que desconheço não será um de vós que conheço aqui. Por exemplo: se vejo um gajo com trejeitos efeminados penso logo “aquele podia ser o fallen angel”; se o gajo fala rápido e ri-se muito alto é um potencial rafeiro perfumado; se estou na presença de uma mulher baixinha e de voz irritante não posso deixar de sorrir e pensar na cat; se é uma quarentona encurvada de olhar cortante “lá está a irritadinha”; quando é um gajo de camisa desapertada até ao umbigo, de gel no cabelo e calças de ganga sem duvida que se trata do voyeur; se é uma rapariga da minha idade de voz baixinha e carinha laroca é a just_me; executiva de andar rápido e porte altivo só me apetece dizer “olá, Inês”; e por aí fora (todos os outros também têm uma pessoa dentro de mim, mas não me vou por aqui a abrir os biombos da minha imaginação para tudo o que é gente que Eu antevejo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pronto, por hoje era isto. Sei que possivelmente muita gente não tinha esta mania e vai passar a ter, mas esse é o perigo de se dar a ler textos escritos com letras brancas em fundos pretos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu vejo-vos por aí (mesmo que não sejam vocês).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-837903187240653592?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/837903187240653592/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=837903187240653592&amp;isPopup=true' title='31 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/837903187240653592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/837903187240653592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/04/blogoseita.html' title='A blogoseita'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>31</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-5401676359102550833</id><published>2007-04-19T16:17:00.000+01:00</published><updated>2007-04-19T16:18:24.057+01:00</updated><title type='text'>O que há de errado com o sexo (ou será com o sexo?)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Já alguém, como Eu, parou a azáfama do pensamento e reparou que o instinto sexual é o único que precisa de um verbo auxiliar para se exprimir? Eu explico…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pessoa come, bebe, dorme e…tem ou faz sexo. É a mesma coisa que dizer ontem tive boca (comi) com um belo cozido à portuguesa; ou fiz sono (dormi) num belo colchão de penas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que é isto? Será que a actividade sexual não tem força suficiente para se expressar a si própria? Precisa de um “ter”, “haver” ou de um “fazer”? Até parece uma insuficiência qualquer. Até parece que a Língua precisa de realçar o sexo (“Língua” com L maiúsculo, de idioma; e “sexo” vocábulo, hã).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer dizer, todos sabemos que existem infinitos para verbalizar lascívia, mas esses parece que são considerados termos à margem da boa educação, ou ferem a sensibilidade do momento. E depois aparecem confissões racionais do tipo “ontem fomos para casa e tivemos sexo na carpete da sala”…só para rir! É que a expressão é idiota, falsa e quebra qualquer sensualidade inerente à acção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora reparem, “ter sexo” acho que já toda a gente tem logo desde a nascença, não precisa de outro(s) para o ter. E a aplicação do verbo TER conjugada com o sexo, dá ideia que um gajo teve o sexo nas mãos, no bolso, ou num saco (não, não vou usar a palavra pacote), mas deixou-o fugir ou esqueceu-se dele lá no local onde o teve. É pena, tive, mas já não tenho…. O mesmo problema se põe (mais um trocadilho) na utilização do “houve”…houve, mas agora já não há, gastou-se todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazer…bem, fazer sexo é lá nas Caldas da Rainha. Lá é que os gajos fazem sexo e à mão (são as chamadas artes do sexo). Ninguém se junta a outra pessoa para fazer sexo ou sexos. É preciso um grande distúrbio mental para tal acontecer, digo Eu. Só se for fazer sexos pequeninos com recurso a miolo de papo-secos de um dia para o outro é que a coisa se assume como mais normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sexo não se faz, já está feito. E se não estiver feito, também não se faz, não é? Não estou a ver uma parelha onde um dos parceiros, por este ou aquele motivo, seja desprovida de sexo e por dá cá aquela palha (a expressão adequada) consigam fazer um sexo assim sem mais. Não se faz, pronto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois há outras maneiras de dizer, como “ir para a cama” ou “dormir com”…Nada mais falso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começando pela segunda, se dormiram, é porque não houve nada. E depois é uma expressão perigosa que rouba a inocência a outros significados. Eu durmo com os meus filhos, e não quero ter vergonha de o dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “ir para a cama” é redutor! Quer dizer, porquê “ir para a cama” significa algo e “ir para o sofá” provoca riso? Ou ir para o chão, para o lava-loiças, para o carro, para o bidé, e por aí fora? Dizer “fui para a cama com a mamalhuda do segundo esquerdo” é um triunfo, revelar “fui para a mesa da sala de jantar com o Hermenegildo” é motivo de escárnio. Ir para a cama é que vale? É científico? Não me lixem! Ou devo dizer “não me tenham sexo”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o sexo não vale por si mesmo para ser conjugado como verbo? A resposta é não. Eu não sexo, tu não sexas, ele não sexa. Então há que arranjar formas alternativas de o confessar, sem a necessidade do “ter”, “fazer” ou “haver”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu por mim gosto da expressão ENGRONHAR, e vocês insistem no erro, ou também recorrem a formas únicas de f…….ecundar?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-5401676359102550833?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/5401676359102550833/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=5401676359102550833&amp;isPopup=true' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/5401676359102550833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/5401676359102550833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/04/o-que-h-de-errado-com-o-sexo-ou-ser-com.html' title='O que há de errado com o sexo (ou será com o sexo?)'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-2266091196306870181</id><published>2007-04-16T02:12:00.000+01:00</published><updated>2007-04-16T02:14:54.793+01:00</updated><title type='text'>Carta aberta às Júlias Pinheiro, Fátimas Lopes, Gouchas e restantes aconselhadoras profissionais deste nosso Portugal e arredores</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Boa noite,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que V.Exa(s) só lê(em) isto no período diurno, mas é a solidão da noite que me leva a redigir tão amarguradas palavras. Sem querer distender a Vossa prezada atenção para lá do plasticamente sustentável, queria pedira o vosso pré-Divino auxílo para a resolução de um flagelo que insiste em não se descolar do mEu comportamento de há uns anos para cá. A grande verdade, quase tão insofismável como a existência destes canais que nos ajudam a ser pessoas como deve ser, digamos, é que Eu não consigo apanhar o sabonete no banho mesmo quando estou sozinho (que é a totalidade das vezes). Eu não lhe chamaria um trauma, por isso escusam de usar esse termo na resposta. Diria que é mais uma cavilha cravada nas minhas tábuas comportamentais (e ressalvo desde já todos e quaisquer pensamentos que esta hiperbólica metáfora tenha suscitado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, é real. Derivado dos tempos dos balneários do futebol, e dos mitos criados à volta das consequências de apanhar um sabonete caído em pleno antro da panasquisse potencialmente latente, Eu ainda hoje me retraio quando tal acontece; e confesso que actualmente “tal acontece” quase diariamente, motivado - quem sabe? - por me sentir mais à vontade e relaxado num chuveiro onde estou só Eu. Mas o facto é que o pavor de me vergar para apanhar tão escorregadio objecto ainda se revela sob a forma de suores que arrefecem a própria água quente e remetem para segundo plano o seu caudal (já para não falar da urina que teima em precipitar-se invocada pela tremideira dos joelhos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que a sugestão instintiva será “lava-te com gel de banho”. Mas, de alguma maneira, Eu acho que o gel de banho serve precisamente para aquelas pessoas que gostam de deixar cair o sabonete e de “ir apanhá-lo”, se é que me faço entender…. “Mas o sabonete também não é a coisa mais máscula do mundo” retorquirá quem agora está com saudadinhas de um duchinho com gelzinho de banho. Pois não, mas a alternativa seria lavar-me com sabão azul e branco, e isso, caro(s) remetente(s), é algo que jamais Eu poderia considerar: a utilização de algo azul e branco em contacto directo com este impoluto corpo num ritual tão casto como o banho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas chega de tergiversar que o assunto é sério e desespera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando tal acontece no fim do ritual de asseio hidráulico as consequências nem são muito gravosas – quem vier a seguir que apanhe o fugidio utensílio. Agora, quando a tragédia se dá no início ou no primeiro quinto do acontecimento, o caso assume proporções perto do catastrófico…estou farto de me lavar com champô! Ainda por cima, estes longos cabelos obrigam à utilização de um líquido anti-caspa, que Eu escolhi refrescante. Ora, para quem não sabe, esta capacidade refrescante potencia-se à medida que a latitude anatómica vai descendo, e, em certas partes do couro cabeludo do corpo, aquilo que era uma agradável sensação de frescura começa a confundir-se com um efectivo ardor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já não sei o que fazer. Eu seguro o sabonete vigorosamente, mas parece que quanto mais o aperto – ao sabonete – mais ele tem tendência a escapar. Começo a ficar desolado e a perder aquele gosto que tinha em tomar banho. Assim não vale a pena. É um sofrimento. Só de escrever toda esta situação já tenho os joelhos a tremer…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei como poderei ultrapassar este medo. Peço que me ajudem por favor e agradeço desde já toda a atenção e compreensão dispensadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ass:&lt;br /&gt;um leitor anónimo com o escroto extremamente refrescado e sem qualquer vestígio de caspa &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-2266091196306870181?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/2266091196306870181/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=2266091196306870181&amp;isPopup=true' title='25 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/2266091196306870181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/2266091196306870181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/04/carta-aberta-s-jlias-pinheiro-ftimas.html' title='Carta aberta às Júlias Pinheiro, Fátimas Lopes, Gouchas e restantes aconselhadoras profissionais deste nosso Portugal e arredores'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>25</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-117598320946617979</id><published>2007-04-07T22:55:00.000+01:00</published><updated>2007-04-07T23:45:54.623+01:00</updated><title type='text'>Hoje não é Páscoa…</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;…Mas a imagem da cruz às costas não me sai da cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro porque passei todo o Santo dia (literalmente falando) de ontem a trabalhar; agora estamos no Sábado à noite e Eu ainda continuo a trabalhar; e amanhã que é Domingo Pascoal também não vou escapar à continuação da escalada deste “quase autêntico” Calvário (o que me vale é que as teclas magoam menos as mãos que os pregos e em vez de uma coroa de espinhos tenho só uma dor na espinha por estar sentado tantas horas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo porque há uns tempos que um distintíssimo anónimo insiste em engordar a caixa de comentários do texto anterior ao anterior (o tal do baú) com umas mensagens que têm pouco a ver com o conteúdo do texto em si e, até, desta quadra. Digamos que são mensagens cujo teor está algo desenquadrado (o tal do trocadilho). Contudo, não queria deixar este assíduo leitor sem resposta, e como tal escolhi aquelas que considerei mais pertinentes, e condizentes com o que Eu escrevi no texto em causa, para lhe responder. Então é assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Adorable Lesbian Teenie Amateur Girls Licking Pussy Together&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (está certo, mas a quem é que elas estão a fazer tal coisa juntas?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Blonde Angel Gettin Fucked Doggystyle Publicly In Train Yard&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (antes Blonde Angel que Fallen Angel, não é companheiro? E será o Doggystyle desempenhado por um Rafeiro ou por um canídeo com pedigree? De qualquer maneira essa mistura de “anjos” com “estilo canino” com “publicidade” e com “comboios” não me cheira lá muito bem…acho que devia ser melhor explicado por quem de direito)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mature Lesbians In Hot Action&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (cuidado com as queimaduras, diz que a partir de uma certa idade é coisa que demora muito a curar, de resto – avancem!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Eve Angel Birthday Sweetheart Plays With Balloons&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (tão querida! Para ver coisinhas destas é que vale a pena acordar todos os dias; até lembra a coelhinha da Páscoa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Strapon Lesbians Anally Abuse A Busty Bitch With Huge Dildos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (sem dúvida! Trata-se efectivamente de um abuso, e ouvi dizer que não é a primeira vez, coitados dos Dildos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Blonde With Massive Natural Titties In Hardcore Action&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (sobre essa problemática Eu diria que é o que na geopolítica estratégica se denomina de “massas em acção”, mas isto é como diz o outro: há coisas que nunca são suficientemente grandes)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cellmate Lick Adorable Ass&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (bom proveitinho)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sweet Horny Shemale Chick Loves Fucking A Dude In Hot Anal&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (há gostos para tudo e, pelos vistos, há tudo para os gostos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Adorable Mature In Pantyhose Fucks A Finger&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (deve ter doído! Eu também já entalei um dedo e sei bem o que isso custa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Katja Gets Ass Ripped And Sucks Two Big American Cocks&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (eh pá mentiras é que não! Two Big American Cocks?!?! Ou tiras um Big e o American, ou tiras os dois Bigs; tudo junto é que não, pois não?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Huge Facial Cumshot After Chick Gets First Anal Fuck&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (um mal nunca vem só…não sei se perceberam mas aqui o “nunca vem só” é propositado)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;American Shemale Cum First Time After Hard Penetrations&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (esta “senhora” é uma temerária! Já não lhe chegava as dúvidas do género a que pertence como ainda se mete - ou deixa meter, neste caso – em coisas duras. Já lá em cima ela se tinha visto aos avessos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Three Adorable Super Sexy Hot Babes Explore Each Others Pleasure&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (três, foi a conta que Deus fez; o resto foram elas que fizeram)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Unexperienced Babe Gets Analized By Skillful Intruder&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (Skillful intruder?!?! Mas isso é nome de analista? É que mesmo que se trate de análises ao sangue é um nome estranho para laboratório. A não ser que Analized queira dizer…não, a Babe é inexperiente)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Bizarre Housewife Shows Her Ass And Extreme Messy Anal Squirting&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (o bizarro nisto tudo é a senhora ser casada)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pronto, espero que assim as permanentes dúvidas e sugestões deste leitor tenham sido atendidas e satisfeitas (mesmo), e que ele possa repousar em paz na sua, até aqui, incessante atenção com que diariamente me tem vindo a brindar com a sua eloquência escrivã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveito para desejar a todos os que me lêem ainda hoje uma Boa Páscoa, e aos que me lerem depois um bom rescaldo de mini-férias (as vossas).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Até ao meu regresso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-117598320946617979?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/117598320946617979/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=117598320946617979&amp;isPopup=true' title='37 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/117598320946617979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/117598320946617979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/04/hoje-no-pscoa.html' title='Hoje não é Páscoa…'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>37</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-117553485716233356</id><published>2007-04-02T18:23:00.000+01:00</published><updated>2007-04-02T18:32:30.056+01:00</updated><title type='text'>ALLgarviadas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Muita saliva tem lubrificado a metafórica língua da lusa comunicação social - e arredores - à conta dessa ideia peregrina que foi promover o (nosso) Algarve com a marca (deles) “ Allgarve”. Parece que a marca marca. Segundo os distintos autarcas lá da terra, parece que é uma ofensa à identidade de uma região tipicamente portuguesa. Parece…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que não nos podemos esquecer que até aqui, os que agora arrancam cada cabelinho das próprias cabeças (muitas delas já por si alegremente calvas) sempre se têm batido pela manutenção da portugalidade do turismo algarvio. Lembro-me, assim para começar, dos menus da generalidade das casas de repasto que nos servem, como entradas para a vista, escritos em Inglês, ficando muitos deles com o estômago das páginas a dar horas no que à tradução de &lt;em&gt;beef&lt;/em&gt; para português diz respeito. Depois, estamos a falar de gente que na sua maioria apregoa um turismo de oferta do que é tipicamente português: o &lt;em&gt;golf&lt;/em&gt;; os &lt;em&gt;resorts&lt;/em&gt;; os condomínios à prova da realidade envolvente; as noites animadas por vedetas estrangeiras (eu escrevi “estrangeiras”??? é má língua, escrita neste caso), o Paulo China, e por aí fora. Ora, perante esta intemporal cruzada pela manutenção do Algarve português de Portugal, é da mais coerente coerência demonstrar a filiação de boa gente, e sentirem-se pela adição de um “L” ao nome daquela terra. É que por este caminho, um dia destes ainda se começava a criar o ideia que o turismo Algarvio está destinado aos ingleses e a outros que tais que não só nós, os portugueses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinceramente, Eu não vejo onde raio reside a ofensa que tanto se apregoa. Quem é o que é, sabe que o é, e gosta de o ser, não se atrapalha com trapalhadas destas (mas isto digo Eu que nem sequer me chamo Eu), e por mim, esta moda dos Ls intrometidos no turismo, por forma a britanizar as nossas ofertas, alastrava a todo o país. E quem acrescenta Ls acrescenta outras coisas. Querem ver? Vamos lá: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;ALLentejo &lt;/strong&gt;(razões óbvias de vizinhança) &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PortugALL&lt;/strong&gt; (porque não? Se o ALLgarve pode, porque não o país que tem o ALLgarve?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PortYOUgal&lt;/strong&gt; (bem engenhosa esta, não?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PortYOUALL&lt;/strong&gt; (já agora; os camones iam delirar!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Beira ALLta&lt;/strong&gt; (que se podia decompor em BE IRA ALLta, para o cliente da Irlanda do Norte)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ALL TO Douro&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;ALL TO Alentejo&lt;/strong&gt; (estas são lindas, atentem que até servem de slogan, ou de pregão, melhor escrevendo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pronto, assim dou o meu contributo para esta nobre tarefa que é promover o que é nosso, mas de maneira a que os outros entendam (ou talvez não) que o que é nosso tem mais valor se for deles também.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Nota: para os que ainda aqui chegam de vez em quando, é verdade, voltei um bocadinho. Já estava com saudades deste blogger dos velhinhos, desta negridão e também de Eu, pois claro (no escuro). Pode ser que em breve as áureas palavras da minha escura imaginação no seu lado mais aparvalhado aqui voltem mais regularmente. Por agora deu para ferir aquelas saudades que se misturam com tantas outras coisas que não são brancas nem pretas, são cinzentas&lt;/span&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-117553485716233356?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/117553485716233356/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=117553485716233356&amp;isPopup=true' title='37 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/117553485716233356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/117553485716233356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2007/04/allgarviadas.html' title='ALLgarviadas'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>37</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116571033962687044</id><published>2006-12-10T00:22:00.000Z</published><updated>2007-04-07T23:03:57.510+01:00</updated><title type='text'>Caixão aberto (mas também pode ser “Baú” para os mais impressionáveis)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Como toda a gente que anda nisto saberá, a vida de um blogger é mais intensa que a vida de um cão. Quero com isto escrever que, se a cada ano da vida humana correspondem, em média, sete à vida do filho da cadela, então, no caso do animal blogueiro essa relação há-de ser para aí de 1/83, pela minha aritmética. Como tal, e visto que Eu já cá ando há mais de um ano, estou tão velho e desgastado como um jornal que passou o dia enrolado na mão de um arrumador furtivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, parece que é o fim. Mas Eu guardo-me com a convicção de ter deixado qualquer coisa nesta esfera. Foram mais de 200 postas, 99,3784% das quais textos saídos unicamente destas mãos. São mais de 100.000 (cem mil) palavras, numa média parvamente arredondada de um texto (original) a cada dois dias. Sinto-me bem, acho que cumpri parte do que me tinha proposto quando decidi inquinar o &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;www.blogger.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; (nesta altura em que se devem expiar os remoídos, devo escrever que parto com o único desânimo de não ter tido o talento suficiente para ocupar um lugar num certo programa de uma certa rádio que não é alternativa. Mas também, se acontecesse tinha de ser como Eu queria para a coisa ser perfeita, e, possivelmente, os tipos não estavam para isso. Está escrito, está expiado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora, depois de tantas vezes a meter o Eu na liça, está na altura de trazer para aqui o Tu. Cá vai (esperando que cada Tu se consiga interpretar a si próprio):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu que me iniciaste nesta coisa;&lt;br /&gt;Tu que demonstraste que dum blogue se podem lascar verdadeiros pedaços de vida;&lt;br /&gt;Tu cujo privilégio dos teus plágios me fez continuar a tentar merecê-los;&lt;br /&gt;Tu, Tu, Tu, Tu, e Tu que acedeste aos meus caprichos;&lt;br /&gt;Tu que me foste aguentando quando mais ninguém o fazia;&lt;br /&gt;Tu que me pensas como um anjo quando não passo de um monstro ocasional;&lt;br /&gt;Tu que arriscaste em conhecer-me melhor;&lt;br /&gt;Tu que com o teu insaciável humor adiaste este momento (e Tu também, apesar de nunca te ter dito);&lt;br /&gt;Tus que me foram acompanhando quase desde o início (não foi fácil, Eu sei);&lt;br /&gt;Tu, Tu e Tu que chegastéis (e esta?) mais tarde mas a tempo de iluminar esta escuridão como poucas vezes esteve antes;&lt;br /&gt;Tus que foram lendo e comentando (assim é que se deve fazer!);&lt;br /&gt;Tus que me foram lendo mas nunca comentaram (deviam tê-lo feito, mais que não fosse porque “o Sorriso sou Eu, és Tu; o Riso somos os dois”);&lt;br /&gt;(e finalmente) Eu próprio, que sorri, ri e chorei mais vezes do que seria suposto sem esta aventura;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A todos (para além de um melodioso “Bom Natal”) um abraço moldado no mais inesquecível agradecimento. Foi muito bom perceber que há gente que se consegue divertir com aquilo com que Eu me divirto a escrever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostava ainda de pedir, se for possível, aos que resolverem “enterrar-me” já (salvo seja!) que não me deitem terra para cima, nem flores. Gostava mais que mostrassem um sorriso de cada vez que forem à memória e me levantarem as “ossadas”. Aos restantes, os que me quiserem manter, mostrem o mesmo sorriso quando evocarem Eu (em vão ou não). Já pedido, satisfaçam se quiserem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu vejo-vos por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(esperem lá! não fechem ainda a tampa que isto, com o poder milagrento que paira na esfera, nunca se sabe...;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116571033962687044?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116571033962687044/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116571033962687044&amp;isPopup=true' title='277 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116571033962687044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116571033962687044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/12/caixo-aberto-mas-tambm-pode-ser-ba.html' title='Caixão aberto (mas também pode ser “Baú” para os mais impressionáveis)'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>277</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116550003676033179</id><published>2006-12-07T13:57:00.000Z</published><updated>2006-12-07T14:00:36.803Z</updated><title type='text'>Afinal o blogue sempre serviu para alguma coisa…</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Se bem se lembram, ainda este ano de 2006 estava a aprender a andar quando a GALP usou uma longa jovem polaca para publicitar um produto a que pouca gente dava atenção (pois claro!) – uma nova botija de gás, mais leve e mais prática, a que chamaram «Pluma».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na altura, tendo logo experimentado as dores sensitivas do logro em que aquela campanha publicitária nos enleava a todos, Eu escrevi algo que alertava para o facto de estarmos perante uma total e inequívoca manobra de diversão, nada habitual à digna arte da publicidade, convenhamos todos (já que está na altura de acreditar no Menino Jesus e no Pai Natal). Era o mEu indicador apontado para a chamada, como é que Eu hei-de dizer...Mentira!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, passados estes meses todos, e agora que o ano já se encarquilha todo para andar de bengala (à espera que venha outro para correr), parece que o mEu grito de revolta não caiu em saco roto (até me dói dizer isto, “saco roto”, Ai!!). Como que acusando o toque, e desmentindo a convicção que vozes de burro (a minha) não chegam ao céu (os empregos dos gestores da empresa), aí estão eles a emendar a mão (desta expressão já gosto mais) e, através da mesma campanha publicitária, já consideram que as ditas «Plumas» poderão até – PODERÃO - ser entregues por uma «miúda do gás».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico satisfeito, claro que sim. Não é por mim, que Eu já me deixei de crenças na publicidade desde esse trauma. É por saber que eles leram o que escrevi - e isso, já é castigo suficiente para não andarem a enganar as pessoas que vêm televisão e que anseiam por uma bilha mais leve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Ah, o que Eu escrevi foi &lt;span style="font-family:arial;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://claronoescuro.blogspot.com/2006/02/publicidade-muito-enganosa.html"&gt;ISTO&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116550003676033179?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116550003676033179/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116550003676033179&amp;isPopup=true' title='89 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116550003676033179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116550003676033179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/12/afinal-o-blogue-sempre-serviu-para.html' title='Afinal o blogue sempre serviu para alguma coisa…'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>89</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116522900960397742</id><published>2006-12-04T10:42:00.000Z</published><updated>2006-12-04T10:43:29.606Z</updated><title type='text'>A todos os camionistas, Eu agradeço</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;É que só posso manifestar aqui a minha mais profunda gratificação pelo facto destes amigos escarrapacharem no pára-brisas o nome artístico que adoptaram para o desempenho do volantismo pesado. É um serviço prestado à restante comunidade dos transeuntes automóveis em nada despiciendo. Antes pelo contrário, deve ser louvado e homenageado em cada letrinha que compõe o epíteto. Isto porque, para além da alegoria que traz à estrada - aquelas chapas de alumínio multicolores e placas luminosas cravejadas de nomes e alcunhas são de um valor estético, e acrescentam uma diversidade visual, de valor incalculável – o simples facto de nos darem a conhecer a denominação de quem ali vai ao volante, facilita em muito os desabafos para com essa mesma pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senão vejamos, em vez de nos perdermos com interpolações vagas e dispersas, tantas e tantas vezes evocando genericamente dignas classes profissionais (os palhaços, as prostitutas, os estúpidos) ilustres grupos familiares (mães, primas, esposas) e simpáticas minorias desprotegidas (homossexuais, maridos enganados, animais), em vez disso, dizia Eu, com o conhecimento do nome do nosso camarada de via podemos sempre dirigir essas interjeições com a acutilância com que um cirurgião esquarteja a pança de um tipo com apendicite. É a diferença entre amandar um disperso “chega-te para lá, oh palhaço!” ou dizer especificamente “Oh Cristóvão, vai-te lá acasalar com uma tribo homossexual africana, pá”; entre espalhar pelo ar “Encolhe as armações, oh filho de uma mulher da vida” ou interceder directamente “Meu caro Zé Castro e se você fosse excitar um elefante com a boquinha, hã?”; ou entre insinuar por todos os condutores presentes um “Vê lá se a buzina te serve no recto, meu grande estupidificado” ou pedir pessoalmente “E se fosses dar uma voltinha ao interior das partes baixas da tua prima, sim, da tua prima, Aníbal”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não tenho dúvidas que se trata de um passo que esclarece, e muito, as relações entre todos e cada um dos utentes das nossas estradas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Penso até que este processo identificativo deveria ser alargado a todos os condutores de todo o tipo de veículos. Começando, evidentemente, pelos taxistas, continuando pelos estafetas automóveis e acabando nos entregadores de pizzas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116522900960397742?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116522900960397742/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116522900960397742&amp;isPopup=true' title='95 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116522900960397742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116522900960397742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/12/todos-os-camionistas-eu-agradeo.html' title='A todos os camionistas, Eu agradeço'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>95</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116522887488151502</id><published>2006-12-04T10:38:00.000Z</published><updated>2006-12-04T10:54:04.546Z</updated><title type='text'>diferenças entre…Riso e Sorriso</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Respondendo à solicitação de uma leitora, que por vezes se passeia por aqui com pose felina, serve o presente “escrito” para denunciar o que Eu consigo identificar como “diferenças entre...Riso e Sorriso” (assim, tal e qual, lançada a farpa). Sim, porque, para além do prefixo – &lt;em&gt;So&lt;/em&gt; – que distingue o calmo So-riso do agitado primo Riso, existem uma série de curvas e rectas que fazem com que ambos não sejam o mesmo desenho, ainda que esboçados na mesma cara, ou na mesma alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como não tenho a tal “arte” (de que por vezes me acusam) para articular a escrita das ideias mais fundas, sai assim, telegráfico, também porque é assim que tanto um como o outro nos são enviados cá de dentro – telegraficamente, sem grandes rodeios nem justificações. Então, talhado num feitio que não é original, saiu isto (recorri a um pequeno truque de inversão, com o qual acho que me explico melhor; que ninguém me leve a mal por isso):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o Sorriso é amor; o Riso é paixão&lt;br /&gt;o Sorriso é sopro; o Riso é vento&lt;br /&gt;o Sorriso é carinho; o Riso é devassidão&lt;br /&gt;o Sorriso é um aquário; o Riso é o mar&lt;br /&gt;o Sorriso é voo; o Riso é um salto&lt;br /&gt;o Sorriso é tudo; o Riso é muito&lt;br /&gt;o Sorriso é vida; o Riso é viver&lt;br /&gt;o Sorriso têm-se; o Riso dá-se&lt;br /&gt;o Sorriso é um rastilho; o Riso, explosão&lt;br /&gt;o Sorriso é princípio e fim; o Riso é meio&lt;br /&gt;o Sorriso é um boato; o Riso é um escândalo&lt;br /&gt;o Sorriso é perene; o Riso é imediato&lt;br /&gt;o Sorriso tem lágrimas doces ou salgadas; o Riso tem lágrimas de água&lt;br /&gt;o Sorriso brilha; o Riso ilumina&lt;br /&gt;o Sorriso pode-se guardar; o Riso foge&lt;br /&gt;o Sorriso esconde; o Riso mostra&lt;br /&gt;o Sorriso é chocolate; o Riso são ovos-moles&lt;br /&gt;o Sorriso é vergonha; o Riso é desavergonhado&lt;br /&gt;o Sorriso é vinho; o Riso é coca-cola&lt;br /&gt;o Sorriso tem dias; o Riso tem momentos&lt;br /&gt;o Sorriso é nosso; o Riso é de todos&lt;br /&gt;o Sorriso é vitória; o Riso é golo&lt;br /&gt;o Sorriso é Mulher; o Riso o resto&lt;br /&gt;o Sorriso é amigo; o Riso também&lt;br /&gt;o Sorriso é ar; o Riso sufoco&lt;br /&gt;o Sorriso é coração; o Riso são pulmões&lt;br /&gt;o Sorriso sou Eu, és Tu; o Riso somos os dois&lt;br /&gt;o Sorriso é silêncio; o Riso é...riso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, “escrito”, ficam algumas das diferenças que tacteio entre estas duas formas de mostrarmos a alma (mais era cansar-vos). Quem quiser que acrescente outras que Eu não me importo, e até vou gostar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixo-vos com o mEu sorriso que, espero, esteja repartido por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(cá está, cara cat, foi o que me surgiu; se for para recorrer aos outros dotes, diga) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116522887488151502?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116522887488151502/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116522887488151502&amp;isPopup=true' title='60 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116522887488151502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116522887488151502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/12/diferenas-entreriso-e-sorriso.html' title='diferenças entre…Riso e Sorriso'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>60</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116482261232799300</id><published>2006-11-29T17:39:00.000Z</published><updated>2006-11-29T17:56:24.393Z</updated><title type='text'>O amigo d’Eu</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;(pequena história introdutória)&lt;br /&gt;Andava Eu descansadinho pela esfera, quando me aparece um animado rafeiro aos pulinhos. “Que bicho mais alegre (gay, para os leitores ingleses) e saltitão...” pensei “Vou segui-lo até à sua casota para ver se tem dono”. E lá fui, com o canito aos saltinhos à minha frente. Chegando lá, deparo não com um, mas com imensos donos e simpatizantes, que o alimentavam e acariciavam com inúmeras festas/chapadinhas no lombo e no cachaço. “Está servido, não vale a pena voltar aqui” disse para mim (Eu sou assim, falo muito comigo, salvo seja!) enquanto não resistia a deixar-lhe, também Eu, uma caríciazita.&lt;br /&gt;A partir daí, ele voltou, Eu voltei, ele voltou, Eu voltei, ele voltou, Eu voltei (dá para ver a ideia, não é?). Sem querer, também Eu já era um dos que estava sempre na casota, e, mais que isso, até já começava a sentir uma certa simpatiazinha das pequenininhas. Bem, aproveitando-se disso, um dia destes quando Eu estava por lá distraído, o bicho alça a perna e deixa-me o pé humedecido e morno com uma coisa a que chamou “desafio”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, como Eu não podia recusar um “desafio” de alguém por quem tenho uma certa simpatiazinha das pequenininhas, é o resultado dessa minha satisfação (e espero que vossa) que aparecerá de seguida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - ALTURA:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;como diz a minha tia Odete, há alturas para tudo (mas a minha não é dessas) - um metro e setenta e poucochinho, para os que querem mesmo saber&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;2 - QUE SAPATOS ESTÁS A USAR?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;estou descalço (ainda bem que não cheira)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;3 - MEDO?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;muito; tenho medo de tanta coisa que qualquer dia compro um cão ou arrebanho um rafeiro qualquer&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;4 - OBJECTIVOS A ALCANÇAR:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;as coisas banais como ir para o pé do rafeiro no blog do voyeur e fazer parte dos links do bigmac (o resto é mais estranho e tenho vergonha de dizer)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;5 - FRASE QUE MAIS USAS NO MESSENGER?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;não é uma frase, é uma palavra - “pois” (pois, sou tão concordante que até chateia...)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;6 - MELHOR PARTE DO CORPO?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;não há partes “melhores” nesta carcaça, tenho um autêntico corpo de rafeiro (acho que está tudo dito)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;7 - PALAVRÕES?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;conheço alguns, sim senhor, mas guardo-os todos para confidenciar ao volante da viatura (quando estou sozinho a conduzir gosto de gritar aos velhinhos que se arrastam naqueles carrinhos em que não é preciso carta de condução “oh velho da pilinha, vai-te fecundar, oh atraiçoado pela tua mulher!)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;8 - LADO DA CAMA?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;todos, menos o debaixo da&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;9 - TOMAS BANHO TODOS OS DIAS?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;todos os dias (em que tomo banho)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;10 - GOSTAS DE TOALHAS QUENTES?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;mas que mariquice é essa? Se tiver uma toalha seca já me dou por contente...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;11 - URSINHOS DE PELÚCIA?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;pelúcia? Logo vi que isto vinha do Brasil (já tinha desconfiado com a das tolhas quentes...); nunca tive (um rafeinho cor-de-rosa ainda ia, agora um ursinho...)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;12 - ACREDITAS EM TI MESMO?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;tem dias, ás vezes pareço-me tão a sério que acredito&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;13 - DÁS-TE BEM COM OS TEUS PAIS?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;gosto mais de pensar que me dou a eles&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;14 - GOSTAS DE TEMPESTADES?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;só se redundarem num temporal de amor (“...quero ser a toalha e o seu cobertô-ôôôôôôô”; aaah! leandro e leonardo, essa pérolas)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;15 - DESPORTO?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Futebol (fui jogador federado pelo Ginásio Clube de Corroios) e todos os outros &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;16 - PASSATEMPOS E HOBBIES?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;quando não me emaranho na net, trabalho e gosto de apedrejar cães sem raça (vulgo, rafeiros)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;17 - FOBIAS E MANIAS?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;porque não “Tobias e Azias”? mas vá lá, pronto – agulhas na veia e ter um blogue, respectivamente &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;18 - QUANTAS VEZES O TEU NOME JÁ APARECEU NOS JORNAIS?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;sei lá, não leio jornais, mas já deve ter aparecido (a cara já apareceu pela primeira vez decorria o ano de 1993 - depois de dois fracos futebolistas terem ido para o clube das riscas horizontais, falava-se que também rui costa poderia desertar; no jornal record apareceu o jovem jogador à saída de uma reunião em que jurou fidelidade ao seu clube de sempre – Eu sou o puto mais perto dele, com uma mochila às costas e lágrimas nos olhos) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;19 - CICATRIZES NO CORPO?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;joelho direito, nuca e...língua (ah pois é)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;20 - DE QUE TE ARREPENDES DE TER FEITO?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;ter seguido um certo rafeiro até à sua casota&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;21 - COR FAVORITA?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;vide perfil de Eu&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;22 - UM LUGAR ONDE NUNCA ESTIVESTES E GOSTAVAS DE IR?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;gostava de ir lá, nunca lá fui &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;23 - MANHÃS OU NOITES?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;noites (mas o dia tem mais partes que “tardes” e “noites”?) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;24 - O QUE TENS NOS BOLSOS?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;nada, gosto de ter os bolsos livres para poder pôr lá as mãos (e coisas)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;25 - QUE FARIAS SE FOSSES PRIMEIRO-MINISTRO?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;dissolvia o parlamento (com ácido sulfúrico) e convocava novas eleições (desta vez mais sérias, como é óbvio)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;26 - SE GANHASSES O EUROMILHÕES QUE FARIAS AO DINHEIRO?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;gastava muito e guardava o resto em bancos&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;27 - SE TE CAÍSSE NAS MÃOS A LÂMPADA DE ALADINO O QUE FARIAS? QUE DESEJOS PEDIRIAS?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;depende, primeiro procurava o Aladino para lhe dar a lâmpada (não gosto de ficar com nada de quem saiba ser o dono), se não o encontrasse, não pedia desejos, desejava-os que os desejos não se pedem (a saber: não assistir ao fim do mundo; outra lâmpada do Aladino e que o Aladino continuasse desaparecido)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;28 - SE O MUNDO ACABASSE HOJE ÀS 23h59m QUE FARIAS ATÉ LÁ?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(está visto que o sacana do génio não ia atender aos mEus desejos)&lt;br /&gt;abraçava os que amo e dizia-lhes isso até ao fim (sou querido ou não?) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;29 - SE TIVESSES UM FILHO SEM SABER COMO, SEM RAZÃO NENHUMA, QUE FARIAS?&lt;br /&gt;Primeiro ia-me limpar e tratar (já assisti ao nascimento de filhos e aquilo não é fácil) depois abraçava-o até ao mundo acabar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(já acabou??? Então ficamos por aqui, que nesta coisa das correntes, Eu sou sempre o elo mais fraco)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116482261232799300?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116482261232799300/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116482261232799300&amp;isPopup=true' title='45 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116482261232799300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116482261232799300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/11/o-amigo-deu.html' title='O amigo d’Eu'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>45</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116465871031373205</id><published>2006-11-27T20:13:00.000Z</published><updated>2006-11-27T21:32:57.986Z</updated><title type='text'>Mudando de assunto…</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Depois do último texto onde, e vá-se lá a saber porquê, ficou nos fios da Internet a ideia que para mim tudo redunda em relações directas com sexo (não confundir com relações sexuais) e que Eu, de alguma maneira, desdenho a Mulher (com M capitulado) – teses insinuadas pelos comentários de algumas leitoras e de um canídeo, pasme-mo-nos! - manda o bom senso que o imediatismo deste texto enverede por um assunto relacionado com os passarinhos, com as flores ou com o azul do mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que aqui esse tal de “bom senso” não manda nada, e como tal vou desmascarar a sensualidade das máquinas de pagamento dos estacionamentos subterrâneos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já tinha visto homens – normalmente na casa dos “quarentas” – a delongarem a remoção da mão da ranhura de onde se retira o troco, enquanto, virando a face para o tecto com os olhos fechados e sorriso deleitado, movimentavam o braço languidamente para diante e para trás; ou outros de calças pelos tornozelos a abraçar a máquina exibindo frenéticos tremores pélvicos como se de rafeiros a acasalar se tratassem. Eu já tinha visto, mas nunca lhes liguei por aí além porque acho que não me devo meter muito na vida dos outros (principalmente dos que sentem atracção por máquinas de pagamento dos estacionamentos subterrâneos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só há pouco tempo reparei no que justifica tamanho aumento de testosterona ao ponto de forçar tais comportamentos: A máquina foi programada para seduzir sexualmente os utentes masculinos! Dá sinais por demais evidentes que pretende enlouquecer o pagante-homem de desejo. A ver:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde logo quase todas são vermelhas, pretas ou azuis (e todos nós sabemos o efeito que essas cores têm na hipófise masculina);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida basta reparar naquele movimento que ela faz com o talão de pagamento depois de saldada a multa. Não se limita a mandar aquilo cá para fora, não. Mostra, recolhe e torna a mostrar o cartão num processo provocatório semelhante ao que a mais astuta das meretrizes recorreria, agitando a língua como engodo de prazeres inesquecíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, despeja o troco lentamente e agradece desejando a volta rápida ou uma boa viagem, num olhar quase sempre verdejante e aceso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se isto não é sedução da mais traiçoeira, então não sei o que será. Aproveitam-se da fragilidade masculina para induzir comportamentos ridículos e paixões impossíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que uma mulher nunca cairia neste tipo de esparrelas. Só os homens são tão ingénuos. A elas falta-lhes este tipo de sensibilidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Bem hajam e bem ajam&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116465871031373205?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116465871031373205/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116465871031373205&amp;isPopup=true' title='64 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116465871031373205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116465871031373205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/11/mudando-de-assunto.html' title='Mudando de assunto…'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>64</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116428471608115161</id><published>2006-11-23T12:23:00.000Z</published><updated>2006-11-23T12:25:16.113Z</updated><title type='text'>pescadInha humilhada</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Eu não faço ideia quem foi a pessoa que resolveu contorcer uma pequena pescada até esta ter o seu próprio rabo na boca, fritá-la e fazer disso um prato culinário, mas tal feito denota desde logo duas certezas insofismáveis:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeira, tratava-se de alguém que nunca teve as suas pretensões sexuais mais íntimas devidamente satisfeitas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segunda, era um alguém feminino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos ao primeiro ponto. O ímpeto de agarrar num peixe, que ainda nem sequer adultou, e humilhá-lo ao ponto de lhe enfiar a própria cauda na boca, indicia, desde logo, uma necessidade de vingança unicamente justificável pela frustração de estranhas e rebuscadas fantasias carnais não cumpridas. Quem, num estado emocional, digamos que, estável, ousaria humilhar uma cria piscícola daquela forma? Que tipo de gente faria isto a um peixinho e, talvez sorrindo, diria ”Olha, é um novo petisco, não é tão engraçado?”. E depois, como se não chegasse a posição confrangedora, ainda o envolve em farinha, mergulha-o em óleo a ferver e serve-o com um arroz a que chama de “malandrinho”. “Malandrinho”, haja descaramento!. É um comportamento mais retorcido que a própria pescada. Aliás, depois do nome estupidamente óbvio - convenhamos que chamar “pescada” a um peixe é o mesmo que chamar “apanhada” a uma fruta ou “Camila Parker-Bowles” a uma gaja feia - este simpático e dócil animal nunca mais deveria ser importunado pelo ser humano. Antes pelo contrário, deveria ser venerado e até elevado a símbolo de um qualquer acontecimento cultural tipo Exposição mundial ou Convénio dos antigos leitores da revista &lt;em&gt;burda&lt;/em&gt;. Mas não. Não só lhe capturam os filhinhos, como ainda lhes infringem destratos sob o disfarce da criatividade culinária. Será que ninguém vê o sofrimento da pescada adulta? Basta olhar para aqueles olhos vazados com que se mostram nas bancas de venda; aquele encovamento, aquele brilho baço só mostra a tristeza com que o bicho anda a nadar lá na água salgada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso muito recalcamento libidinoso para desencantar uma destas. Mas mesmo um recalque dos repizadinhos, que nem uma orgia engendrada por Baco ou uma lobotomia dupla curaria. E, como ninguém lhe compreendia as necessidades, os vazios, foi a pobre pescadinha que pagou as favas (o arroz, no caso). Vai de variar a fritura. Toca a deixar de cozinhar a criatura na posição convencional – esticadinha – que representaria as limitações ao nível do desempenho lascivo, e vamos lá a maltratá-la e rebaixá-la até mais não. Aposto que gargalhando para dentro o resultado da sua malvadez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho poucas dúvidas que na conduta para com a pescadinha se reflecte toda uma carência erótica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação ao segundo ponto, só numa mulher se conseguiria agregar o misto de maldade, desejo de vingança, necessidade de humilhação e a capacidade de remoer frustrações, enunciado nos parágrafos anteriores. Só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, Eu sinto-me realmente amargurado por não ver esta tremenda injustiça abraçada como uma causa dos defensores dos direitos dos animais, que compactuam – quiçá no prato – com tamanha pouca-vergonha. Parece, que tal como na Terra, também no mar uns são filhos da Mãe-Natureza e outros são enteados da (cha)puta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mim, todas as pescadas e pescadinhas do planeta continuariam a nadar felizes e em família para todo o sempre. Como já alguém andou a insinuar por este meio, Eu nem gosto de me alimentar com elas (perdoem o contorno textual, mas se escrevesse “Eu não gosto de as comer” poderia suscitar pensamentos ou comentários mais malandrinhos que o arroz).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116428471608115161?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116428471608115161/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116428471608115161&amp;isPopup=true' title='86 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116428471608115161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116428471608115161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/11/pescadinha-humilhada.html' title='pescadInha humilhada'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>86</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116380597186270484</id><published>2006-11-17T23:21:00.000Z</published><updated>2006-11-17T23:31:17.563Z</updated><title type='text'>Porque não destapar a careca?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O que levará um homem a tentar esconder a pele que o começa de cima para baixo? Eu não quero ofender ninguém, mas estes gajos que “tapam” (???) a calvície com longos fiapos de cabelo laterais andam a envergonhar toda História da espécie humana desde a altura em que evoluímos de &lt;em&gt;Australopithecus&lt;/em&gt; para o género &lt;em&gt;Homo&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já é não é nada saudável uma pessoa deparar-se com um alguém que mostra a pele da cabeça mal dissimulada por entre uma mescla rarefeita de filamentos pilosos repuxados do lado e qualquer coisa com aspecto situado entre o líquido amniótico e a banha de porco, que o faz parecer mais lambido que um bezerro acabado de nascer e lavado pela salivosa língua da vaca-mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, quando vem uma aragem que descola aquela “pala” e a solta como às velas duma caravela em busca do caminho marítimo para o desconhecido, é de ir ao vómito! Fica ali a fímbria caída sobre a orelha ou - pior! – a abanar ao vento num vigoroso alerta ao mundo que ali em cima se encontra uma careca agora destapada e impoluta, mas outrora oprimida pela vontade de um dono que a menospreza e desprestigia com vestes ridículas e propósitos menos dignos. É coisa para me apagar todas as boas recordações do dia que fui acumulando até àquele momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu nem percebo o porquê de não assumir um sinal da idade. Ainda por cima de uma forma tão desastrosa e, digamos, ridícula. A ausência de cabelo não é vergonha nenhuma, e tão pouco anti-estético. Aliás, na conhecida escala do anti-esteticismo não há nada que seja mais anti que essa gosma de cabelos colados à cabeça. É até insultuoso! Acham o quê? Que não se percebe que são carecas, que o disfarce é perfeito? Mais depressa se põe em causa a homossexualidade do George Michael (esta vai direitinha a um “espreitador” deste mundo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há que ter vergonha da pele que nos encima. Até dá um certo charme e deixa o miolo mais arejado. Nunca nenhum homem ficou à míngua por ser careca, acho Eu (agora apetecia-me pôr aqui um verso dessa música que toda a gente se está a lembrar, mas não o vou fazer por isso mesmo: toda a gente já se está a lembrar). Vejam o meu exemplo – há anos que destapo a cabeça propositadamente e isso não me impediu de sacar uma das mulheres mais valiosas que este mundo tem, e com a qual mantenho uma relação já longa e duradoira. Ser careca é um orgulho! É um estado de alma (quente ou frio, consoante o clima, já que não há a protecção dos cabelos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E depois, ainda há aqueles que usam umas coisas artificiais que mais parecem bocados de um boi almiscarado que andou de rojo entalado no fundo dum camião TIR na viagem entre Badajoz e Vales Mortos. Mas desses Eu não vou falar, já me dói o gasganete do esforço que tenho feito até aqui para evitar a vomição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o universo seria mais perfeito se este vício do camuflamento carecal fosse erradicado. Vou até mandar cartas às misses da América do Sul para que comecem a desejar isso, logo a seguir aos votos de paz no mundo e o fim da fome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom fim de semana (poderá dar-se o caso de só voltar na quinta-feira, se assim for, desfrutem bem da minha ausência)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NR: se por acaso algum dos leitores tem este hábito, então está perdoado, já lhe chega a penitência de ser um leitor deste espaço, mas, de qualquer forma, deixe-se disso, acredite que é melhor para todos, si incluído.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116380597186270484?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116380597186270484/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116380597186270484&amp;isPopup=true' title='27 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116380597186270484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116380597186270484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/11/porque-no-destapar-careca.html' title='Porque não destapar a careca?'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>27</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116370062660808263</id><published>2006-11-16T18:05:00.000Z</published><updated>2006-11-16T18:15:05.323Z</updated><title type='text'>Beijo sanitário</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Que o Amor encerra mistérios mais fundos que a garganta da dona Linda Lovelace, já toda a gente sabe e sentiu (os mistérios, não as proezas da Linda). Agora, a transversalidade com que certos comportamentos amorosos são mostrados é algo que me intriga ainda mais que a presença ou ausência da epiglote no corpo humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos mais enigmáticos passa-se à porta dos sanitários públicos dos grandes centros comerciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem nunca efectuou o beijo de despedida pré-ida à casa de banho pública (ou, pelo menos, nunca constatou em tal prática) que atire a primeira coisa que tiver à mão, não precisa ser uma pedra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É estranho, no mínimo. Estranho. É que, se repararmos bem, aqui o factor “público” assume toda a diferença. Sim porque, que Eu saiba, na privacidade do lar nenhum casal se despede antes de um deles ir-se aliviar à divisão sanitária. Nem em casa própria nem em domicílios alheios, pelo que tenho observado. Já nos centros comerciais a coisa muda de figura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei se será pela presença de uma multidão de desconhecidos que se acumula à entrada ou se a força motriz do ósculo é tão só a forte imagem estética das portas daqueles serviços, o que é certo é que não há casal que não dê o seu beijinho antes de um, ou ambos, desaparecerem no incógnito da retrete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isto é ainda mais surpreendente quando verificarmos que há gente que só mostra esta prática quando a separação se dá por causa do WC. Se for numa mera loja ou para ir buscar comer não há cá carinho. Para a casa de banho, sim! É outra história, é mais arriscado, talvez...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Mas o que é que esta malta pensa? Que o outro terá uma experiência que o marcará para todo o sempre de forma a torná-lo noutra pessoa e, portanto, o melhor será despedir-se já daquele que é nesta altura o seu amor? Que lá dentro poderá haver uma sanita devoradora de gente? Que o simples facto de alguém voltar menos cheio de detritos internos fará com que o amor diminua? Estarão a despedir-se do que lá vai ficar dentro? Estarão, no fundo, a mostrar à sociedade que amam aquela outra pessoa mesmo sabendo que se trata de alguém que vai à casa de banho? Mesmo que essa casa de banho seja pública? Será, enfim, uma maneira de dizer ao outro “chonhinho/a, vai lá que a/o timbucha/o não se esquece de ti”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não entendo, sinceramente, que não. Já passei dias a matutar sobre isto, e não chego lá. Caíram-me cabelos e sobrancelhas, ganhei escoriações na nuca das cabeçadas que dei na parede (nota mental: tenho de mudar para tinta de água que a tinta de areia esfola logo ao primeiro encosto) insultei vizinhas, esmaguei formigas...mas não chego lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém tiver uma faísca que me ilumine, agradeço. Entretanto vou acender incenso de camomila e beber chá, pode ser que ajude. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116370062660808263?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116370062660808263/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116370062660808263&amp;isPopup=true' title='28 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116370062660808263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116370062660808263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/11/beijo-sanitrio.html' title='Beijo sanitário'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>28</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116363211941664319</id><published>2006-11-15T23:05:00.000Z</published><updated>2006-11-15T23:11:42.446Z</updated><title type='text'>Lágrimas de sabedoria</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Há muitos, muitos anos, era Eu uma criança, irrompi pela cozinha de surpresa, atraiçoando a solidão de minha mãe. Ouvi que ela fungava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acalmei a fúria infantil e aproximei-me calmamente da bancada de cozinha, onde ela, de pé, preparava aquilo que seria o jantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Porque é que está a chorar, mãe?” perguntei Eu com toda a ternura das crianças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Filho, quando fores mais velho e estiveres na cozinha, como eu estou agora, e os teus filhos fizerem essa mesma pergunta, aí perceberás...” disse ela com aquela ternura maior que a das crianças, enquanto levantava o rosto em direcção à luz do tecto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Está bem” respondi. Saí daqueles domínios e voltei à brincadeira, confiando, como sempre, nas palavras de minha mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, passados os tais muitos, muitos anos, estava Eu na cozinha, de pé junto à bancada, e as lágrimas banhavam-me a cara. Nisto aparece a minha filha, talvez atraída pelo mesmo fungar que me fez aproximar de minha mãe naquele distante anoitecer, e sussurra-me:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estás a chorar porquê, pai?”, agarrando-me no braço com a ternura que as crianças já têm há muitos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrei-me da resposta de minha mãe e respondi “Daqui a muitos anos, quando estiveres na cozinha e a tua filha perguntar porque choras, então entenderás, filha”, ao mesmo tempo que elevava o rosto da mesma forma e tentava regar as palavras com uma meiguice parecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, cá para dentro gritei “Deixa estar que quando começares a descascar cebolas vais logo perceber este choro, e lembrar-te-ás que já foste uma criança cuja ignorância própria da idade te levava a fazer perguntas imbecis. E nem é preciso teres filhos nem estares na cozinha de pé!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116363211941664319?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116363211941664319/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116363211941664319&amp;isPopup=true' title='29 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116363211941664319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116363211941664319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/11/lgrimas-de-sabedoria.html' title='Lágrimas de sabedoria'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>29</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116352374027525311</id><published>2006-11-14T16:59:00.000Z</published><updated>2006-12-15T13:49:42.386Z</updated><title type='text'>Alarvidade ao peso</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Eu acredito piamente que, sem querer, foi descoberto um método de pesar um parâmetro do comportamento humano. E digo que foi sem querer porque me parece – ainda não tenho a certeza – que o propósito inerente à génese destes autênticos laboratórios comportamentais não seria a materialização em peso de uma conduta. Parece-me.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Refiro-me às casas que vendem comida ao peso. Ali, se repararmos bem, as balanças registam o peso da alarvidade numa relação directa com a arrumação do repasto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que nem todos os que se alimentam naquelas casas cabem na pele de um alarve. Nada disso. Agora, dos que simplesmente se servem do que vão comer até aqueles que pretendem ingerir numa refeição a ração da semana inteira, vai uns quilitos de alarvice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nem sequer quero tecer considerações acerca dos que comem muito por qualquer tipo de necessidade. Que isto é como tudo: cada qual deve comer o que quer e quanto quer (e onde quer, já agora). O que digo é que neste tipo de restaurantes é evocado o ser alarve que está escondidinho em cada um de nós. E nuns mais que noutros. Ou seja, a tentação de recolher mais para o prato que aquilo que alguma vez caberá no bucho. O ter uns olhos do tamanho da barriga para uma barriga do tamanho dos olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta ver aquela comidanga toda ali à disposição do livre arbítrio do talher para as mãos começarem a tremerem de gana e a nascente da baba começar a brotar. Mesmo sem a fome constranger o estômago, lançamo-nos invariavelmente num “deixa cá provar desta coisa e mais um bocadinho disto e outro daquilo” que vai adindo peso à balança da alarvidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, isto nem tem mal – para além dos custos extras da fruta ou do arroz ao preço do caviar - se for assumido, muito ou pouco. O que realmente deixa transparecer o exagero é aqueles casos em que a liberdade de escolha se torna numa libertinagem alimentar, e vai de atulhar o prato como se dum concurso de empilhamento de carnes, batatas, couves e afins se tratasse. Por vezes parece que ganha aquele que conseguir atingir o maior número de centímetros de géneros alimentícios encimados. Quase que juro que já os vi a segurarem o prato junto às ancas e a estabilizarem a comida com o queixo pela altura do pescoço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É aqui que entra a alarvidade. A verdadeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, para além de um “eh lá!” na altura de transformar a gula em dinheiro, é vê-los de todas as cores a atafulharem-se com aquilo que, já há muitas mastigações atrás, está a mais - no prato, nos olhos e depois na barriga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando ao início, é este comportamento que as balanças registam. Ou podiam registar discricionariamente. Bastava que para tanto se pesasse o resto da comida que fica no prato ou aquela que obriga a alterações da tonalidade da tez. Estava aqui um serviço jeitoso. À saída poderiam prestar esta informação «O senhor/a comeu 378 grs e a sua alarvidade pesa 3.74 kg. Volte sempre».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116352374027525311?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116352374027525311/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116352374027525311&amp;isPopup=true' title='23 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116352374027525311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116352374027525311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/11/alarvidade-ao-peso.html' title='Alarvidade ao peso'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>23</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116341539908669406</id><published>2006-11-13T10:54:00.000Z</published><updated>2006-11-13T14:31:09.180Z</updated><title type='text'>“Bem vindos ao mundo encantado dos brinquedos…”</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;É verdade, depois de gerações e gerações, histórias e fábulas, e toneladas de imaginários de todas as cores, finalmente o país dos brinquedos é real, existe neste mundo. E não é no Continente, como esses intrujões ao serviço do consumo inconscientemente destravado andam para aí a anunciar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de uma terra longínqua, infinita, cheia de pequeninos operários todos iguais - cuja multiplicação faz inveja à raça dos coelhos – dragões e palácios coloridos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falo evidentemente da China, e quem duvidar desta realidade fantástica poderá agarrar num brinquedo ao calha - seja num hipermercado, numa feira cigana ou num armazém da especialidade – virá-lo de pantanas e procurar pela etiqueta técnica. Lá estará, abaixo do “não ingerir nem largar fogo ao coitadinho do brinquedo”, a origem: China. É mais certo que estarem aqui a ler isto a esta hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a uma amostra ao acaso, juntarmos trinta, quarenta, quinhentos e trinta e cinco amostras – há gente que tem muito tempo livre para estes estudos – voilá, aparecerá em 99.99999573% dos casos a confirmação da proveniência chinesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto, para mim, é mais relevante que o domínio económico do mundo, a captura da lua, ou que a construção da Barragem das Três gargantas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem Grande Muralha, nem Jogos Olímpicos de 2008, nem mórbida Praça de Tian na-men, nem pilinhas minúsculas; era para aqui é que devia apontar o foco de atracção turística da República Popular – olá se é! – da China:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;来美、你的孩子们带来了玩具土地(以我们几个与你我们给予他们善意脂肪)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;traduzido:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Venha até nós, traga as suas criancinhas ao País dos brinquedos (e se puder leve umas quantas das nossas, que a gente oferecemos de boa vontade)»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Pronto senhores do comité chinês, por esta não têm de pagar nada. Aproveitem e gastem lá os Yuan Renminbis em fatinhos com golas que se vejam, que esses são assim a dar para o ridículo) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116341539908669406?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116341539908669406/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116341539908669406&amp;isPopup=true' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116341539908669406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116341539908669406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/11/bem-vindos-ao-mundo-encantado-dos.html' title='“Bem vindos ao mundo encantado dos brinquedos…”'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116317307936532863</id><published>2006-11-10T15:33:00.000Z</published><updated>2006-11-10T15:47:25.626Z</updated><title type='text'>O sexo dos anjos (parte II – a parte de baixo)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;É então com o distanciamento necessário para dar espaço à reflexão científica que esta segunda parte da explicação vê a luz das letras. Depois &lt;a href="http://claronoescuro.blogspot.com/2006/11/o-sexo-dos-anjos-parte-i.html"&gt;disto&lt;/a&gt;, o que se impõe saber é o que impede os anjos de se darem à rebaldaria pecaminosa, ou seja, não terem sexo (actividade), não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A explicação, mais uma vez, é simples e óbvia. Só não entra pelos olhos adentro porque magoaria mais que um mísero mosquito desvairado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O busílis está nas asas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é do domínio público – com excepção para os cristãos devotos – tudo se resume a duas formas de efectivar a chavasquice: ou os parceiros estão de frente um para o outro; ou um deles está de costas. E nem o kamasutra, sofásutra, mesasutra, ou outro qualquer sutra de posições aparvalhadas - que dizem haver por aí – o poderá desmentir. É verdade que há variações mais ou menos arriscadas, dizem, mas tudo se reduz a isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, basta um pouco de imaginação visual - Eu disse um pouco, não vale porem-se aí a fantasiar com os pobres anjos a praticarem a javardeira desbragada – para perceber que se torna impraticável agarrar alguém com asas, de frente, sem lhe magoar os ossinhos da tal apêndice (só mesmo quem nunca tentou violar uma avestruz poderá equacionar tal possibilidade). Isto é, como não haveria alcance de braços para um abraço completo – que Eu saiba, os anjos não têm braços XXL - invariavelmente o agarranço recairia sobre as asas. Ora, é bom de ver que no fim do desbravar do corpo alheio iriam haver penas por todo o lado – como se soltássemos um miúdo travesso, de canivete suíço em riste, na secção de almofadas do IKEA - e dores extra por tudo o que era asa. Claro que poderiam fazê-lo de bracinhos abertos, mas convém não esquecer que os anjos vivem no céu, onde não há paredes nem outro tipo de limites físicos, o que quer dizer que, na ausência de uma forte seguradela, ao primeiro movimento entusiasmado o mais leve dos parceiros sairia disparado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se um deles estiver de costas a coisa ainda se torna mais desconfortável, sobretudo para o que fica do lado das costas (mais uma vez, a tentativa de violação da tal avestruz, mas desta feita à traição, ajudará bastante a perceber o porquê). É que não seria nada prático estar ali a tentar sexuar e levar com as asas nas angélicas fuças ao mesmo tempo. Nem um anjo, com toda a sua boa vontade e paciência, aguentava. Se dúvida houver, atentem aos pombinhos no acasalanço: é tão desagradável para o macho estar ali a aturar as asas da pomba no bico, que não só levanta a cabeça o mais que pode – arriscando a ruptura do côndilo occipital - como termina com aquela parvoeira logo num instante. Agora é só transportar para o domínio dos anjinhos, que não têm bico, é verdade, mas têm nariz e restante cara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Corolário&lt;/strong&gt; (e para acabar com isto de uma vez): se os anjos não bebem logo não vertem; e se os anjos não sexuam porque não é nada prático sexuar naquela condição; dá nisto - os anjos não têm sexo porque não precisam nem podem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;I rest my case&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também corre por aí que os anjos não têm costas (então onde penduram as asas? pergunto Eu) mas isso - e mantendo o contexto celestial – são contas de outro rosário...&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;NR: para quem não notou, este texto tem o alto patrocínio dos senhores suecos dos móveis&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Tenham um fim-de-semana nas nuvens&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116317307936532863?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116317307936532863/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116317307936532863&amp;isPopup=true' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116317307936532863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116317307936532863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/11/o-sexo-dos-anjos-parte-ii-parte-de.html' title='O sexo dos anjos (parte II – a parte de baixo)'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116308450439084536</id><published>2006-11-09T15:00:00.000Z</published><updated>2006-11-09T15:01:44.440Z</updated><title type='text'>O pipi, esse maroto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Esta semana a minha filha anda a aprender o P na escola. Como ainda não sabe ler bem, costuma fazer os TPC ao pé de mim para que Eu lhe possa indicar o que é para fazer. Vai daí, a professora ontem mandou o seguinte exercício (para treinar os Ps, presumo):&lt;br /&gt;“Lê e copia com letra manuscrita a seguinte frase: O PIPI PAPA PÃO. Desenha a situação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PIPI PAPA PÃO...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;Ao ler-lhe aquilo, ela olha para mim (com vontade de fazer uma pergunta que Eu não queria ouvir), Eu olho para ela (com vontade que ela não me fizesse uma pergunta que Eu não queria ouvir), ponho o dedo no caderno e digo «Faz, é fácil!» com tamanha determinação que ela percebeu que não eram admitidas dúvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que vou ter de rever os nomes que dou a certas partes do corpo feminino, sob pena de a ter de tirar da escola...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116308450439084536?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116308450439084536/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116308450439084536&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116308450439084536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116308450439084536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/11/o-pipi-esse-maroto.html' title='O pipi, esse maroto'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116299027387777417</id><published>2006-11-08T12:48:00.000Z</published><updated>2006-11-08T12:51:13.880Z</updated><title type='text'>As corzinhas do clima</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;a href="http://sic.sapo.pt/online/noticias/pais/20061107+Fim+do+alerta+amarelo.htm"&gt;Parece que o alerta amarelo acaba hoje&lt;/a&gt;. Eu não sei o que vocês acham, mas parece-me que esta coisa de atribuir coloração às ameaças climatéricas é assim a modos que pôr em cheque a masculinidade do clima. É um bocado provocador. Ainda se fossem cores másculas como vermelho escuro, vermelho sangue ou vermelho Glorioso; agora: amarelo, laranja, azul, verde...enfim. Só faltava virem com tonalidades de roxo, rosa ou lilás. Está-se mesmo a ver que isto é coisinha para irritar São Pedro “Ah ele é amarelinho? Então tomem lá com um dilúvio a ver se mudam essa porcaria para vermelho...” será este o pensamento do Santo ao ver as notícias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está certo que isto não é novo – quem não se lembra daqueles galinhos do tempo que enfeitavam cada “lar-doce-lar” nos anos oitentas – mas dantes sempre era uma coisa recatada, guardadinha no segredo da cozinha ou da sala (consoante o habitat do galinho). Ninguém vinha para a rua comentar a cor que o galináceo colorido dava para o dia. Agora, não. Agora, publicam essa informação em tudo o que é meio de comunicação social. Várias vezes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos lá a parar com isto, pá. Deixem lá o Tempo descansado na sua transparência, não o enfeitem com alertas cromatizados. Já nos chega as iras sazonais sem provocações desnecessárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes gajos, sempre a inventar...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116299027387777417?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116299027387777417/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116299027387777417&amp;isPopup=true' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116299027387777417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116299027387777417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/11/as-corzinhas-do-clima.html' title='As corzinhas do clima'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116298575614903567</id><published>2006-11-08T11:31:00.000Z</published><updated>2006-11-08T13:34:19.320Z</updated><title type='text'>O meu Amigo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffff33;"&gt;Faz lá para a noite 4 anos&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#33cc00;"&gt;que eu vi nascer&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3366ff;"&gt;um novo amigo&lt;/span&gt;. &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Não são todas as noites que o Amor nos &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;traz um filho, mas aquela trouxe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um amigo especial, este, acima de&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#66ff99;"&gt;tudo porque, mais que de outra pessoa qualquer, este amigo é meu.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3366ff;"&gt;O meu Amigo&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffff33;"&gt;É alguém que tem uma alma daquelas&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#ffff00;"&gt;que nunca caberá no corpo: mexida, alegre, contagiante, enorme, que&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#66ffff;"&gt;me consegue surpreender a cada voz quando esconde a carita e diz &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;«Não me vês os olhos, não vês a outra parte minha»&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#99ff99;"&gt;ou&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#ff9900;"&gt;se vira para a irmã&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3366ff;"&gt;«olha, M., as estrelas disseram-te bom dia, como não respondeste, elas esconderam-se (na luz do sol)».&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;É assim,&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3366ff;"&gt;o meu Amigo&lt;/span&gt;. &lt;span style="color:#ffcc00;"&gt;Aliás&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;«amigo não, Amigão»&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#ccccff;"&gt;como ele insiste sempre em rectificar com &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffcc99;"&gt;um abraço sufocante.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffcc99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffcc33;"&gt;(por tua causa, isto hoje fica assim&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#66ffff;"&gt;. Parabéns Amigo)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116298575614903567?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116298575614903567'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116298575614903567'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/11/o-meu-amigo.html' title='O meu Amigo'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116290778869810154</id><published>2006-11-07T13:53:00.000Z</published><updated>2006-11-07T13:56:28.753Z</updated><title type='text'>O sexo dos anjos (parte I)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Numa destas salas que foram feitas para estendermos a espera, à minha frente um menino sardento puxa da voz e pergunta ao seu progenitor «oh pai, porque é que se diz que os anjos não têm sexo?» (talvez entusiasmado por um dos textos da revista “Maria” que segurava nas mãozinhas também pintalgadas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta veio sob a forma de um calduço na nuca que fez o menino aperceber-se que a distância que vai da testa aos joelhos não é assim tão grande quando estamos sentados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta situação, para além de uma demonstração de violência gratuita para com crianças com sardas quase dispensável, revela o desespero de alguém que nitidamente não sabe o que haveria de responder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É assunto tabu, discutir o sexo dos anjos, «nem vale a pena falar mais, é como discutir o sexo dos anjos» diz-se quando já não se quer prolongar mais a conversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, Eu já não posso com esta obscurantismo imposto, esta dúvida permanente, esta “desnoção” a que os coitados dos anjos estão sujeitos de cada vez que se fala deles. E daqui, deste teclado, lanço a explicação em auxílio de todos os pais de crianças com sardas e daqueles que estão a pensar gerar este tipo de miúdos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é porque não queremos falar disso, ou simplesmente porque queremos, que os anjos não têm sexo. Não. Os anjos não têm sexo porque não podem. Como vou desmontar, trata-se de um pressuposto lógico de quem tem asas e vive no céu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de mais, a expressão “não ter sexo” bifurca numa dicotomia contextual: não ser sexuado ou não exercer funções sexuais. Ambos os casos estão interditos à seita dos anjos (é assim, quem os manda terem estudado para aquilo?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje vou abordar o primeiro caso, está bem? A outra parte da explicação aparecerá em separado, senão o texto é muito longo e corro o risco de perder os quatro leitores que ainda restam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;Como será fácil de perceber, os anjos não precisam de sexo para nada no que concerne à função purgatória do mesmo. Os anjos vivem no céu e no céu não há água, a que se acumula cai toda cá para baixo, como é fácil de ver nestes últimos dias. Devido aos custos de importação e à elevada burocracia, também não há qualquer outro tipo de líquidos potáveis. Deus ainda pensou em falar com o sr. Sousa Cintra para abrir por lá uma cervejeira, mas ao preço a que estão os transportes para o céu nem Um nem outro foram nisso. O céu ficou como estava e a fábrica veio primeiro para Santarém e agora está a preparar-se para ir para o inferno, que fica mais em conta já que é sempre a descer. Portando, se os anjos não bebem, também não despejam. E se não despejam não precisam de nenhuma peça anatómica para despejar (é a chamada evolução selectiva de que Darwin tanto falou até a morte o seleccionar a ele).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, mesmo que os anjos quisessem manter um sexozito por motivos estéticos (?) não era lá coisa que ficasse muito bem com asas. Não me parece assim o emparelhamento mais adequado - um par de asasinhas e um par de testículos ou uma brecha a meio do corpo. Isto, para além de correrem o risco de estarem constantemente a meterem o dito nas nuvens ou vice-versa, consoante o género, e sabemos como Deus é exigente com o asseio das nuvens (as nuvens são a única coisa que há para comer no céu e se as brigadas de inspecção sanitária andam em força atrás dos restaurantes chineses, um dia destes também podem aparecer lá por cima de repente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não se justifica terem um sexo (órgão) quando não podem ter sexo (actividade), mas isso é a tal explicação que virá depois...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116290778869810154?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116290778869810154/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116290778869810154&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116290778869810154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116290778869810154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/11/o-sexo-dos-anjos-parte-i.html' title='O sexo dos anjos (parte I)'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116289528547051256</id><published>2006-11-07T10:24:00.000Z</published><updated>2006-11-07T10:28:05.516Z</updated><title type='text'>É água por todo lado…</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Isto, mEus amigos, já não é mau tempo. Isto é tempo mau. Do ruim. Do malvado, mesmo. Uma pessoa dá-lhe uma certa oportunidade de se redimir, sai à rua de peito aberto, sem ressentimentos, sem gabardinas, kispos, sacos plásticos na cabeça ou qualquer outro dispositivo anti-molha, e o gajo chove-nos em cima e ainda nos entra pelas peúgas adentro quase até às truces...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sacana!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116289528547051256?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116289528547051256/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116289528547051256&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116289528547051256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116289528547051256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/11/gua-por-todo-lado.html' title='É água por todo lado…'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116277390124966729</id><published>2006-11-06T00:40:00.000Z</published><updated>2006-11-06T00:45:01.283Z</updated><title type='text'>Desconforto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Deambulava Eu no mEu estado mais descansado, quando me entra pelas meninas dos olhos adentro a imagem de um gigantesco cartaz publicitário que anuncia “Tu e Eu – a nova novela da TVI”. Um  súbito estado de estarrecimento gélido apoderou-se de mim de tal forma que ainda não consigo dobrar a pena esquerda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só a visão de “Eu” e “TVI” na mesma frase já chegava para me tumultuar os intestinos. Se a isso se juntar “novela”, dá-se uma mistura que me custa mais a engolir que um cocktail de coca-cola, mostarda e óleo de fígado de bacalhau, aquecido em banho-maria em caçarola de barro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quem é que estes gajos pensam que são para utilizarem o bom-nome de uma pessoa assim tão gratuitamente? É que Eu não sei quem é o Tu, mas sei bem quem sou, e Eu não me meto em novelas. Muito menos da TVI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentindo-me assim tão violentado na honra de um nome construído à base da seriedade e credibilidade das ideias, só me resta fazer aquilo que hodiernamente se faz quando algo acontece que não nos agrada: meter uma providência cautelar. Vou meter uma providência cautelar. Ou melhor, vou-lhes meter a eles uma providência cautelar. Impressa em papel de alta gramagem e amarfanhada numa forma esférica o maior, o mais densa e o mais áspera possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É incrível como se pode usar assim o nome de alguém sem sequer informar primeiro. Estou indignado e preparado para lutar até às últimas consequências, ou seja, ou eles mudam o nome da novela – pode ser para “Tu e Tu”, “Tu e Ele”, “Tu e Nós”, ou o resto dos nomes e pronomes pessoais - ou temos aqui o desencadear de uma guerra judicial dez vezes mais agreste e complexa que o divórcio do casal Tallon. Ou então fica tudo como está e não se fala mais nisto, que até é o mais provável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116277390124966729?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116277390124966729/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116277390124966729&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116277390124966729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116277390124966729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/11/desconforto.html' title='Desconforto'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116256755601011097</id><published>2006-11-03T15:22:00.000Z</published><updated>2006-11-03T15:25:56.056Z</updated><title type='text'>A dimensão de um crime</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Reparo que nos vários debates acerca da legitimidade, ou não, da penalização criminal aplicada à interrupção voluntária da gravidez (vulgo, aborto), uma das justificações apresentadas para se considerar crime essa interrupção voluntária, independentemente da altura em que é praticada, é que a vida da pessoa humana existe desde que se dá a entrada do espermatozóide no ovócito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora pergunto Eu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderá a masturbação masculina ser considerada meio-crime (já que “metade” da vida humana está a ser condenada à saída infrutífera, digamos assim)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se sim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se for a mulher a “dar uma mãozinha”? Afigura-se um caso de punição em conjunto? Será mais culpado o homem, que deixa, ou a mulher, que "leva a cabo" (expressão nunca tão bem aplicada)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E em relação à ejaculação precoce, mas mesmo precoce (daquelas que acontecem antes da penetração propriamente feita), teremos aqui um caso de crime por negligência?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guardem lá umas horitas do fim-de-semana - que se deseja dos bons - para pensar nisto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116256755601011097?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116256755601011097/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116256755601011097&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116256755601011097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116256755601011097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/11/dimenso-de-um-crime.html' title='A dimensão de um crime'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116246932298659536</id><published>2006-11-02T12:07:00.000Z</published><updated>2006-11-02T17:02:24.483Z</updated><title type='text'>Assunto sério</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Esta manhã fui despertado pela vontade de reflectir sobre um assunto sério. Estou um bocado farto destas abordagens à parte mais superficial da realidade. De certa forma, acho que a idade me impõe a responsabilidade de deixar algo que auxilie a orientação das gerações futuras neste mundo tão desfocado. Como tal, sinto que devo questionar a lógica da palavra “cocó”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tem lógica! E esta é já a primeira conclusão que surge assim de chofre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posto isto, e como sei que o assunto merece uma abordagem mais justificativa, há que arregaçar as mangas da linguagem, e passar à explicação para que não restem dúvidas aos que, como Eu, não se limitam a aceitar afirmações assim tão polémicas sem perceberem o âmago das mesmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, as palavras dissilábicas formadas a partir da repetição de duas consoantes iguais casadas com O têm um som pateta e descredibilizam o substantivo – pronunciem “popó” e “totó”, e reparem como ficam com um ar tolinho a fazê-lo, para além da sensação de desrespeito que se assoma no nosso espírito, perante a injustiça que estamos a fazer a palavras tão nobres como “automóvel” ou “puxinho” (bem, em relação a esta última tenho cá as minhas dúvidas…). Ora, Eu acho que este é um substantivo que ninguém quererá desrespeitar, dada a sua importância para cada um de nós e para toda uma Humanidade, desde os primórdios da fisiologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo, se compararmos com “chichi” – a outra palavra “querida” inventada para nomenclar a restante necessidade de expelir resíduos internos – reparamos que esta tem um quê de onomatopaico que a legitima. Podemos mesmo associar “chichi” ao próprio silvo de saída do líquido dourado (chhhhhhh), e ficamos muito mais descansados com a existência da palavra. Agora, cocó? Bem, cocó não tem nada a ver. Eu, com o tempo que cá ando, não sou capaz de relacionar a fonia da palavra com a sonoridade da acção, em nenhum dos momentos que a definem. Mas isto sou Eu, que já deixei de espionar pessoas na sanita há cerca de quatro meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, se queriam mesmo utilizar C e vogais, então utilizassem qualquer uma das outras. Todas menos o O.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se fosse A teríamos “cacá”, que serviria de abreviatura à localização da acção, como quem diz ao bebé (e presumo que é para isso que estes termos foram inventados, senão ainda são mais absurdos) o local indicado para o fazer “Faz cacá (cá cá), bebé”. Esta escolha tem ainda a vantagem de ser próxima a “caca”, palavra já inventada para enunciar o produto final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso do E – “cecé”, ou “quequé” mais correctamente – também tinha uma lógica de acção e pedagógica mais compreensível para a criança perceber do que se está a falar: “o bebé quer fazer, quer?” (como, normalmente, temos a tendência de comer os R quando falamos com os petizes, ficaria “o bebé qué fazê, qué (daí o quequé)?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos ao I ? Então vamos lá. O caso do I é mais complexo, dado que “cici”, ou “quiqui”, iria assumir uma proximidade fonética com o “chichi”. Mesmo assim, seria mais legítimo que “cocó”. Segundo o mesmo exemplo da fala com o bebé, indicaríamos o local de depósito, tal como no caso do A, “Faz aqui, bebé. Aqui”. Ora, a repetição da palavra “aqui” resultaria facilmente na abreviatura “quiqui”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O U é uma situação um tanto ou quanto mais delicada, dada a rudeza da sua legitimação, mas, ainda assim, não me furtarei à sua apresentação, já que o espírito de missão a isso me obriga. Ao ver o bebé incomodado, ou chegando a hora, podíamos dizer ao bebé “quer fazer cucu ?” Sim, é mesmo disso que se trata: fazer com o cu (desculpem, mas nestas coisas não há como fugir das palavras). “Fazer com-o-cu” soa mesmo a “fazer cucu”, não é? Pois é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, na minha mente, mesmo mantendo a dicotomia das sílabas formadas a partir da repetição de uma consoante e de uma vogal, há soluções muito mais coerentes. Veja-se “fufu” (evocação ao cheiro “fufu, cheira mal”) “pupu” (som) ou “tatá” (“já está!”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que consegui o meu desiderato, e sinto-me muito mais aliviado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116246932298659536?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116246932298659536/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116246932298659536&amp;isPopup=true' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116246932298659536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116246932298659536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/11/assunto-srio.html' title='Assunto sério'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116233190905856025</id><published>2006-10-31T21:55:00.000Z</published><updated>2006-10-31T21:58:29.093Z</updated><title type='text'>Caruncho</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Depois de uns últimos dias tão martirizantes para a parte da minha pessoa que lida com as coisas mundanas – &lt;a href="http://claronoescuro.blogspot.com/2006/10/dois-meses-antes-do-natal.html"&gt;ele foi o disco rígido (?) do computador que ficou amolecido e a cremação da linha telefónica (e subserviente modem)&lt;/a&gt;; &lt;a href="http://claronoescuro.blogspot.com/2006/10/apagaram-me-isto.html"&gt;a escuridão imposta alheiamente neste endereço virtual&lt;/a&gt;; a mais que injusta e frustrante derrota do Glorioso com o clube das antas; &lt;a href="http://claronoescuro.blogspot.com/2006/10/n-na-garganta.html"&gt;e a participação em cerimónias com honras ministriais (e outras que tais)&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;– depois de estes retorcidos caprichos da realidade, dizia Eu, sinto que tenho de praticar o chamado cascanço em alguma coisa que me cause sublime irritação intercutânea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, nada melhor que virar, então, o foco da atenção para &lt;a href="http://sic.sapo.pt/online/noticias/dinheiro/20061027+Braco+de+ferro.htm"&gt;a dívida da insular Região Autónoma da Madeira&lt;/a&gt;. Mais concretamente, para o Presidente do Governo Regional daquela “aperolada” parte do Atlântico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que, segundo os cálculos de alguém, a Madeira, contraiu, à revelia do Governo Central, uma dívida que ascende aos 119,6 milhões de euros. Eu não sei quem desencantou este valor, mas isto a mim parecem-me trocos. Segundo os meus cálculos, o Governo Autónomo da Madeira, na pessoa do seu Presidente, deve pelo menos 12,566 triliões de euros a todo o Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ver:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só 77,8 milhões são devidos por cada vez que a fotografia dele apareceu nos jornais ou televisão, de perfil ou de costas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois temos 5,3 biliões de euros pelas vezes que a fotografia dele aparece nos mesmos meios de comunicação social, de cara completa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos ainda 786,3 biliões pela totalidade das vezes que a sua voz foi transmitida;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande fatia da dívida – 10,326 triliões de euros – refere-se, como se torna óbvio, à autorização de difundir imagens dos seus hábitos carnavalescos (principalmente quando tais práticas mostram partes da anatomia, que jamais deveriam ser contemplados por alguém que não estivesse sujeito a processos de tortura);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O restante montante é devido pelas vezes que ele evoca o nome de Portugal em vão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, e a este valor falta ainda o IVA, à taxa legal em vigor, e a contabilização desta entrevista na RTP que, andam para aí a anunciar, acontecerá na quinta-feira à noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que a dívida poderia ser perdoada se o senhor em causa se disponibilizasse a vir para o continente durante 102 dias seguidos, com vista a proceder à mastigação, e posterior engolimento, dos dejectos caninos recolhidos nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto. E de Setúbal, já agora. Isto em plena luz do dia e trajando unicamente umas collans roxo-vivo. De Lycra. Mas tenho cá uma desconfiança que ele não esteja para isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N.R.1: quero ressalvar, bem ressalvado, que o simpático povo madeirense nada tem a ver com esta dívida, que isto já se sabe: dívidas do estado ao estado, ninguém em particular paga, pagamos todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N.R.2: ainda pensei aproveitar o título para visar a versão “desportiva” do Dr. Miguel Sousa Tavares, mas depressa constatei que a revolta não era assim tão grande que merecesse dedicar palavras a tal personagem. Talvez para uma próxima...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116233190905856025?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116233190905856025/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116233190905856025&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116233190905856025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116233190905856025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/10/caruncho.html' title='Caruncho'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116229458350659238</id><published>2006-10-31T11:32:00.000Z</published><updated>2006-10-31T11:36:23.543Z</updated><title type='text'>Nó na garganta</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Por solidarização autorial, Eu fui intimado a levar este mEu corpo a uma cerimónia de inauguração com honras ministriais. Não quero estar para aqui a mostrar nomes - não quero envergonhar ninguém - mas desde o Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, ao Ministro de Estado e da Administração Interna, a secretários deste mesmo estado, a representantes da Comunidade Europeia e respectivas entidades subsidiárias, até  vários extractos de autarcas, vereadores,  opositores, presidentes de ONGs, a D. Maria Barroso e Eu, estava lá todo o tipo de gente que se ocupa com estas solenicisses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chego lá - tinha de ser, para lá estar houve a necessidade de “chegar” antes de poder “estar” - e noto algo verdadeiramente espantoso: ninguém me conhecia. Nem sequer a malta da política, a quem Eu pago parte do ordenado. Para além deste facto, muito inesperado para a minha pessoa, confesso, outra coisa alojou-se-me na memória antes de pestanejar: todos os homens tinham gravata. E algumas mulheres também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tu queres ver que eles não sabiam que Eu também vinha?” Pensei cá dentro, enquanto acostumava o sorriso à cara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É então que o tal Alto Comissário se aproxima timidamente, e num tom despropositadamente embaraçado, pede desculpa em nome de todos os engravatados, alegando que se os tivessem informado que o protocolo envolvia a minha presença, tinham optado por um aspecto de cariz mais informal - tanta coisa para dizer que se soubessem que Eu ia tinham vindo mais à vontade, mas a malta da política e mesmo assim, auferem consoante as palavras que lhes saem da boquinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dei-lhe uma forte palmada na omoplata esquerda, como se o homem tivesse acabado de elogiar a minha escrita, e explico-lhe para não se preocupar, que isso da obrigatoriedade da gravata para parecer alguém sério já não se usa. Estamos na muy civilizada Europa. Cada um deve ser levado em conta pelo que é e não pelo que mostra. E ainda tive quase para lhe dizer qualquer coisa como “o hábito não faz o monge” ou que “quem vê caras não vê corações”, mas refreei a tempo esta minha apetência para a filosofia poval. Até porque, por essa altura, Sua Excelência já se tinha ausentado a esfregar as mãos de satisfeito que estava perante a minha suprema compreensão e demasiada sabedoria. Ora, como não gosto de falar sozinho quando estão outras pessoas ao pé, calei-me.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cerimónia lá continuou. E Eu também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(parte desta história e fictícia, mas Eu não vou dizer que parte é para não estragar alguma moral ou interesse que possa existir por entre as palavras)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116229458350659238?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116229458350659238/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116229458350659238&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116229458350659238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116229458350659238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/10/n-na-garganta.html' title='Nó na garganta'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116211826797738299</id><published>2006-10-29T10:34:00.000Z</published><updated>2006-10-29T23:22:26.193Z</updated><title type='text'>APAGARAM-ME ISTO!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;E Eu vou ver se consigo recuperar...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;...está quase, mesmo quase...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116211826797738299?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116211826797738299/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116211826797738299&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116211826797738299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116211826797738299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/10/apagaram-me-isto.html' title='APAGARAM-ME ISTO!'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116194527566758170</id><published>2006-10-27T10:55:00.000+01:00</published><updated>2006-10-27T11:37:11.530+01:00</updated><title type='text'>Se não puderem ir, COMPREM!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Caros leitores/seguidores/dependentes, aqui o amigo &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/profile/16390590"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;chuvamiuda&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; tem a amabilidade de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://coisas-do-burro.blogspot.com/2006/10/apresentaes-do-livro-juntando-as.html"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;convidar&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; todos os que lêem e sabem do convite (portanto, se já leste isto também já sabes, como tal, estás convidado!) para a apresentação do seu livro de poesia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Só que este livro, para além da tonelagem qualitativa da letras juntas em frases que se abraçam ao bom gosto, traz também uma oferta para quem o compra - SOLIDARIEDADE. Ainda por cima, é daquela que mais fofinha e reconfortante - PARA COM AS CRIANÇAS.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Como tal, também Eu apelo à vossa presença. E se não puder ser no dia da apresentação, então que seja um pouco mais tarde, que a solidariedade vem sempre a tempo de ser saboreada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116194527566758170?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116194527566758170/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116194527566758170&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116194527566758170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116194527566758170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/10/se-no-puderem-ir-comprem.html' title='Se não puderem ir, COMPREM!'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116188010421559955</id><published>2006-10-26T17:24:00.000+01:00</published><updated>2006-10-27T12:17:22.073+01:00</updated><title type='text'>O surrealismo pintalgado na vida real</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Circulo tranquilamente numa estrada deserta e quase tão direita como a rectidão da linha alva que a divide (começa bem...).&lt;br /&gt;Ao longe, reparo que um automóvel que se aproximava em sentido contrário se encosta bruscamente na berma.&lt;br /&gt;Preocupação. Antecipação de algo errado.&lt;br /&gt;Acelero. Tento chegar perto o mais súbito possível.&lt;br /&gt;O automóvel mantém-se intacto. Expectante, como se ansiasse pela minha observação.&lt;br /&gt;Eu acelero mais.&lt;br /&gt;Começo a avistar movimento através dos vidros.&lt;br /&gt;Está quase...&lt;br /&gt;Finalmente alinho a vista. Estanco a velocidade para afinar a percepção.&lt;br /&gt;Vislumbro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No interior daquele invólucro apoiado em quatro rodas, uma pessoa do sexo feminino (ao tempo que não escrevia a palavra “sexo”, já tinha saudades) espreme uma borbulha da testa de uma outra pessoa do sexo (duas vezes, isto está a ficar bom...) masculino, o condutor - facto que poderá ser revelador para alguns, mas que não representa nada para mim.&lt;br /&gt;No banco de trás, uma criança, iluminada pela brancura das roupas que a cobrem, dependura os cotovelos nos assentos frontais para assistir à cena mais de perto.&lt;br /&gt;Continuo a passar lentamente, e a contemplar involuntariamente. Tudo aquilo se movimenta languidamente no sentido das minhas costas.&lt;br /&gt;Reviro-me. Não posso acreditar.&lt;br /&gt;Mas é mesmo assim: um casal pára o carro subitamente para se dar o espremimento de uma borbulha, e o filho, atrás, observa. E Eu também. Cá fora, dentro do mEu carro.&lt;br /&gt;Acelero de novo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo termina aqui – nesta vontade de o descrever - e aí - a ler, arrependidos do tempo que vos faço perder com narrativas tão parvas como esta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(É com piscadelas deste calibre que Eu sinto a minha personalidade a consolidar-se numa forma cada vez mais adulta e consciente. É disto que se fazem as pessoas. É da vivência de experiências como esta que alguém pode dizer: Eu vivi!)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Tenham lá um bom fim-de-semana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116188010421559955?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116188010421559955/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116188010421559955&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116188010421559955'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116188010421559955'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/10/o-surrealismo-pintalgado-na-vida-real.html' title='O surrealismo pintalgado na vida real'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116181551494290537</id><published>2006-10-25T23:29:00.000+01:00</published><updated>2006-10-25T23:31:54.966+01:00</updated><title type='text'>Dois meses antes do Natal…</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Desta vez parece que as notícias mais incómodas passaram para o lado daqui. Como tal, posso revelar com toda a seriedade que me caracteriza que as iras climatéricas têm boicotado cada minuto dos dois últimos dias. Eu até arriscaria mesmo reduzir a escala temporal para o segundo, mas tenho receio de exagerar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E onde, neste nosso quotidiano, o mal pode correr mais mal? - exceptuando a Saúde, claro! Precisamente neste pequeno universo por onde comunicamos agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem foram as oscilações energéticas que “rataram” a índole magnética do disco rígido (rígido, mas só até se acobardar com medinho das falta de electricidade) no computador onde tento trabalhar. Nada a fazer. Uma tarde anoitecida e paciência formatada para trocar de disco e voltar ao quase normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, após uma alvorada atordoada pelo rebentamento de trovoadas quase interiores, a linha telefónica carbonizou-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ausência de linha telefónica fixa resta a móvel, obviamente. Só que, onde me encontro para ter rede só na rua. E isto, nos dias molhados que acontecem, não só se torna incómodo, como ainda se reveste de “extremamente”. Mas teve de ser. Meto-me à chuva, ligo para o serviço de avarias da PT, uma, duas, três vezes ao longo do dia – e da chuva – até saber que o mEu caso será resolvido urgentemente sexta-feira à tarde (E esta urgência deve-se ao facto de se tratar de uma empresa). Pergunto à menina como posso solicitar “mais urgência” ao que ela me responde “Por fax, para este número”, por fax, disse ela, por fax. Nem lhe expliquei que não tinha linha e era por isso que estava a ligar. Não valia a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através do luso-expediente, lá arranjei maneira do técnico cá vir ao fim da tarde. Arranjada a linha, o modem, num assomo de pura inveja mesquinha, revela-se igualmente queimado. Já passava das sete, amanhã é novo dia de trabalho – espero Eu – pelo que, tive de fazer 160 km para desencantar um modem numa caixa nova. Faltam dez minutos para as onze da noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que amanhã é que vai ser. A ver vamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, e apesar destas curvas todas, não queria deixar este dia sem escrever aqui qualquer coisa. Hoje, quando faltam dois meses para o Natal...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116181551494290537?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116181551494290537/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116181551494290537&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116181551494290537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116181551494290537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/10/dois-meses-antes-do-natal.html' title='Dois meses antes do Natal…'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116160392949245510</id><published>2006-10-23T12:43:00.000+01:00</published><updated>2006-10-23T19:57:23.953+01:00</updated><title type='text'>Comanditíase botanoesquimose (um ensaio enorme, como se impõe)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Este texto surge em defesa/homenagem desses companheiros sem os quais nenhum homem (e algumas mulheres) se viam privados de momentos de êxtase únicos nesta efémera passagem pelo mundo dos vivos – os comandos à distância (ou controlos remotos, numa terminologia mais técnica).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o rompimento da película plástica que os protege - talvez um claro e romântico paralelismo com a virgindade, talvez – que ali ficam eles dispostos a serem escravizados pelas nossa mão tiranas e ávidas de dedilhar por tudo o q é botão. Em troca de quê? De nada. Carrego, após carrego, estes pequenos e disponíveis servos satisfazem o nosso desassossego sensorial (visual, auditivo, térmico e o raio que nos parta) sem greves ou pedidos. Limitam-se a enviar os seus feixeszitos de infra-vermelhos ao serviço das nossas ordens mudas. Sim, porque quantas vezes pedimos gentilmente? Quantas vezes há uma retribuição ou participação de apreço? Por vezes bastaria um “muda lá para o terceiro canal, por favor” ou “Vou baixar o volume, está bem?” ou ainda “Obrigado por teres arrefecido o ar”. Mas não, agarramos, carregamos e pousamos – quando não amandamos para cima do sofá…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, tudo tem um limite físico, até os comandos. Eles não refilam, é verdade, mas também vão envelhecendo, desgastando-se com a passagem do tempo e, sobretudo, com a servidão de uma vida dedicada à obediência sem reservas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isso que hoje Eu venho alertar para respeitarmos um pouco mais os nossos/ vosso comandos. Eles merecem, todos nós sabemos que sim. Ainda para mais agora, que foi diagnosticada a doença que põe término à utilitária vida de um comando original – a Comanditíase botanoesquimose. Sim, não foi a tempo do prémio Nobel deste ano, mas concerteza será num dos próximos sufrágios, já que se trata de uma das mais reveladoras descobertas ao serviço de uma humanidade mais próspera e satisfeita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, qual Messias carregando as mágoas da enorme comunidade de rectângulos com botões, cá estou Eu para revelar os sintomas de uma maleita que, mais antes ou mais depois, acabará por afectar e levar ao óbito cada um e todos os comandos por esse mundo a fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro mandamento a reter é que a Comanditíase botanoesquimose é inevitável, mas pode-se adiar, se tivermos atenção aos seguintes sinais, que, sendo sequenciais, não têm períodos definidos, pelo que há que prolongar cada um de forma a que o fim seja o mais distante possível. E são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- A doença começa a manifestar-se com desaparecimentos estranhos, normalmente o refúgio escolhido é o sofá – interior ou debaixo – podendo também ser uma ou outra peça de mobiliário. Quando o seu comando começar a desaparecer inexplicavelmente, já sabe – a doença apanhou-o e ele esconde-se pela vergonha de saber que o fim começou. Não o insulte, nem à sua família. Compreenda-o e acarinhe-o, daqui para a frente espera-vos uma fase difícil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- O próximo sintoma será o progressivo apagamento dos caracteres anexos a cada um dos botões. Começa pelos algarismos, mas alastrar-se-á a todos os outros. Aqui o mal já se está a efectivar de forma perigosa, não adianta recorrer a operações cosméticas como o uso de canetas. Há que começar a poupar o seu comando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- A seguir chega o desrespeito pela ordem recebida. Não é por mal que o comando não obedece quando carrega num botão, é mesmo insuficiência fisiológica, e nem vale a pena estar a carregar com muita força. Apesar de isto às vezes resultar, só está a sacrificar-se a si e ao “bichinho”. Se me permite o conselho, está na altura de ir à loja chinesa mais próxima, adquirir um comando de substituição, e guardar respeitosamente o seu comando original numa gaveta, ou num altar iluminado com velinhas aromáticas de todas as cores, montado expressamente para o efeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4- Se não optar pela substituição, esteja preparado para assistir a um processo de degradação que em nada o dignificará. Nem a si nem a ele. Este processo inicia-se com a separação das tampas em cada queda, por mais suave que seja, e em breve passará para o esventramento das pilhas e peças afins. É dramático e desnecessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posto isto, espero veementemente que esta exposição ajude no futuro das relações Homem/comando, para que, em conjunto, possamos unir dedos e botões na construção de sociedades mais equilibradas e harmónicas para o desenvolvimento de um mundo que se quer moderno e em paz entre todos os seus participantes.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116160392949245510?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116160392949245510/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116160392949245510&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116160392949245510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116160392949245510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/10/comanditase-botanoesquimose-um-ensaio.html' title='Comanditíase botanoesquimose (um ensaio enorme, como se impõe)'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116134759536139384</id><published>2006-10-20T13:31:00.000+01:00</published><updated>2006-10-20T14:13:28.700+01:00</updated><title type='text'>Olha! Hoje dEu-me para isto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Misturaram-se numa das partes do acaso&lt;br /&gt;Aceitaram e nunca mais de lá saíram&lt;br /&gt;Foram-se enleando cada vez com mais força&lt;br /&gt;Foram-se encontrando por detrás do Amor&lt;br /&gt;Lá, naquele sítio que só ambos poderiam acender&lt;br /&gt;E ficar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prometeram ser metades até ao resto da vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem querer, um foi com a morte&lt;br /&gt;Levou a vida&lt;br /&gt;O outro&lt;br /&gt;Ficou com a metade do resto&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;(bom fim-de-semana)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116134759536139384?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116134759536139384'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116134759536139384'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/10/olha-hoje-deu-me-para-isto.html' title='Olha! Hoje dEu-me para isto'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116119114967950303</id><published>2006-10-18T18:01:00.000+01:00</published><updated>2006-10-18T18:05:49.750+01:00</updated><title type='text'>Brincadeira</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Há para aí muita maltosa que resolve criticar as criancinhas de hoje por já não brincarem como se brincava nos tempos idos. “Dantes é que era” dizem eles “Agora passam o tempinho todo agarrados aos comandos de uma consola, ou ao teclado, a olharem mumificados para a hipnótica luz do ecrã” (estas do “mumificados” e da “luz hipnótica” fui Eu que resolvi introduzir, já que a malta que se preocupa com isto não conhece este tipo de expressões).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas com o que querem que esta tenra gente se entretenha? Pergunto Eu. Eu sei bem como era divertido ter outro tipo de brincadeiras mais “pessoais”, digamos assim. Também passei por lá e sei como foi esclarecedor, enriquecedor e às vezes só dor brincar aos pais e às mães; às escolas; aos médicos; aos caubóis; aos polícias; com carrinhos; jogar à bola; etc e mais tal. Mas isso era dantes, quando qualquer uma destas coisas representava uma referência estável e definida. Agora não! Os tempos mudaram connosco. Aliás, nós, os que, então, tivemos o privilégio de coleccionar essas agradáveis memórias, é que mudámos os tempos (e as memórias dos que agora as tentam juntar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos lá olhar pelos olhos das nossas crianças e ver como poderá resultar cada uma das brincadeiras enunciadas nos tempos de hoje:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brincar aos pais e às mães – um miúdo e uma miúda juntam-se, arranjam um ou dois bonecos como filhos, a coisa corre bem durante, digamos, 3 minutos mas depois, à primeira zanga, separam-se... Acabam à chapada e a puxarem os bonecos pelos membros, um para cada lado (há violência, não é desejável)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brincar às escolas – para começar, têm de ser muitos e tem de haver um do qual nenhum dos outros goste (o que se torna difícil, a parte de serem muitos). Se o quórum for conseguido, o odiado põem-se a um canto e do outro lado todos os outros ficam parados sem fazer nada durante toda a brincadeira, ou - pior! – põem-se a chamar nomes feios ao isolado numa sonora berraria (promove o ódio e o ruído, não é aconselhável)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brincar aos médicos – o que faz de médico tem de saber falar espanhol (há poucas crianças que o façam fluentemente, ainda para mais numa brincadeira com uma linguagem tão técnica)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brincar ao caubóis – depois daquele filme da montanha, esta brincadeira está proibida (mais vale vestir os miúdos de cor-de-rosa e pô-los a brincar aos programas da manhã da SIC)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brincar aos polícias – nenhum pai que se preze deixa o seu filho ter esta brincadeira já que há o perigo real do miúdo não acabar vivo sem sequer saber quem foi o assassino.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;Brincar com carrinhos – é um perigo! A cada 4 minutos há um acidente, os pirralhos correm sérios riscos de aleijar os dedinhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jogar à bola - para quê? Se querem estimular a competição é muito melhor brincar aos dirigentes já que são eles que decidem os resultados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posto isto, não será muito melhor manter uma criança longe destas realidades e deixá-la só mais uns aninhos na sua cápsula colorida até isto acalmar, ou até a criança deixar de o ser?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda há os legos e afins, é verdade, mas também ao preço que está a construção, para se conseguir ter uma brincadeira de jeito há que recorrer à banca em larga escala, e aí, mEus amigos, o melhor é acabar logo com a brincadeira....&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116119114967950303?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116119114967950303/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116119114967950303&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116119114967950303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116119114967950303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/10/brincadeira.html' title='Brincadeira'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116101669029672516</id><published>2006-10-16T17:32:00.000+01:00</published><updated>2006-10-16T17:38:10.330+01:00</updated><title type='text'>Vucabuláriu</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.rtp.pt/wportal/sites/tv/marcelo/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Escolheu ontem o Prof. Marcelo Rebelo de Sousa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; dizer acerca do Ministro da Economia – Prof. Dr. Manuel Pinho - qualquer coisa muito parecida com isto: «Tem um vocabulário fraco, coitado. Deve ser falta de leitura...». E disse-o porque o referido Ministro tinha reconhecido um erro recorrendo à expressão «Foi um erro infantil».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação ao erro do Ministro, e à forma como escolheu rectificá-lo, nem sequer vou gastar letras para comentar (no fundo, este não quer ficar atrás dos outros, presentes e passados). O que me está mesmo a preocupar desde então - chegando ao ponto da quase insónia pós-almoço – é a afirmação do Prof. Marcelo. É que Eu não sei o que quer dizer “vocabulário”, e isto faz com que sinta que, possivelmente, tenho de começar a ler para poder acompanhar a prosa eruditamente arrevesada do distinto e superiormente letrado Professor. Aliás, com este tipo de palavreado não sei sequer se o próprio Ministro entendeu o recado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Professor, sei que me está a ler - lê tudo para saber tudo, não é? – e por isso aproveito para lhe rogar que se empenhe no sublime esforço de refrear o ímpeto da língua, e tente discursar ao nível dos mais “coitados” que não têm a oportunidade de ter 754 livros por dia como Sua Excelência)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116101669029672516?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116101669029672516/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116101669029672516&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116101669029672516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116101669029672516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/10/vucabulriu.html' title='Vucabuláriu'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116074061128109646</id><published>2006-10-13T12:51:00.000+01:00</published><updated>2006-10-13T12:56:51.326+01:00</updated><title type='text'>IPO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Ontem fui lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto dito assim, a frio, até arrepia, não é? Pelo menos Eu fico gelado. É uma sigla que me lembra sempre o quanto a vida pode ser injusta e dolorosa. É precisamente por este motivo que resolvi escrever este texto (que ando a adiar há algum tempo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente não foi a «esse» IPO que fui. Muito felizmente, acrescento. TODO o felizmente. Falo da Inspecção Periódica Obrigatória (aos automóveis). E faço esta analogia, porque é sempre nela que penso quando, numa qualquer berma, aparece um sinal a informar que temos um IPO a não sei quantos metros. É estranho e, sobretudo, é de mau gosto. Não entendo como é possível manter uma sigla comum para duas coisas tão infinitamente distantes na importância. Ainda para mais, no caso das inspecções automóveis, trata-se de uma sigla sem qualquer lógica – seria muito mais coerente indicar a presença de um Centro de Inspecções Periódicas Obrigatórias (CIPO é giro e fofinho, apetece logo lá levar o popó aos senhores do CIPO).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que não há assunto neste mundo com o qual não se possa humorizar - até como forma de exorcizar medos e traumas – mas este é daqueles que me custa relativizar. Lembro-me da primeira vez que reparei em tal infeliz coincidência ter pensado: “Bom, possivelmente este paralelismo siglístico deve-se ao facto de ali se dirigirem verdadeiros cancros automóveis...” mas parei por ali. Por muito que goste de me rir comigo, este é um assunto que me limita a tentativa de humor. Não consigo. Assusta-me.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, se alguém que leia isto tem algum poder para mudar esta situação, ou conhece outro alguém que conhece outro alguém que tenha, faça-me esse o favorzinho, que Eu fico muito agradecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(em contrapartida, e para equilibrar as coisas para o lado das siglas, acho uma certa graça ao FEDER (fundos estruturais do quadro comunitário de apoio), porque dá azo a pronunciar «fdêr», do verbo “Feder” ou “Fecundar” (digamos assim), duas acções quase sempre ligadas à atribuição de um subsídio comunitário – ou cheira mal ou é para «fdêr» quem o recebe)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom fim-de-semana&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116074061128109646?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116074061128109646/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116074061128109646&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116074061128109646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116074061128109646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/10/ipo.html' title='IPO'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-116039698742964107</id><published>2006-10-09T13:14:00.000+01:00</published><updated>2006-10-09T13:29:47.466+01:00</updated><title type='text'>E pode ser anão?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;“Descobridor ou inventor? Cientista ou poeta? Político ou artista? Corajoso ou talentoso? Quem é, para si, o maior português de todos os tempos… de Afonso Henriques até aos dias de hoje? É este o grande desafio que aqui lhe lançamos.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;É &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.rtp.pt/wportal/sites/tv/grandesportugueses/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;este&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; o desafio que a RTP está a promover de três em três minutos em qualquer ecrã aceso e sintonizado naquele canal. Assim, à partida, não me parece coisa que esteja rumada ao sucesso, nem ao interesse da gente deste país, porque se há coisa da qual nós, os portugueses, não queremos saber para nada é dos outros portugueses. Muito menos dos “Grandes”, se é que esta nação intemporalmente miserável alguma vez teve ou terá tal coisa. Isso dos “Grandes”, seja o que for, só há lá no estrangeiro, que infelizmente acaba já aqui ao lado, em Espanha (pois é, como cúmulo supremo deste fado eterno nem sequer houve “estrangeiro” suficiente para completar a Península Ibérica).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Mas assim como assim, ao ler isto&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;“Tem à sua disposição uma &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.rtp.pt/wportal/sites/tv/grandesportugueses/bio_resultados.php"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;lista de sugestões&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;, com alguns dos Grandes Portugueses, apenas para sua informação. Entre aqui e procure o seu favorito. Mas não se esqueça, tem toda a liberdade para nomear quem quiser.”&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Eu resolvi sossegar a curiosidade e espreitei para ver a lista dos tais supostos “Grandes Portugueses”. Deixando os olhos escorregarem até ao fim uma coisa me inquieta nestas “nomeações”: Faltam uns quantos. Eu diria até que faltam muitos. Como tal, e usufruindo do direito que me é conferido pela última frase do parágrafo chamariz, aqui ficam as minhas nomeações complementares:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha mulher; os mEus filhos; o mEu pai; a minha mãe; a minha irmã; os mEus sobrinhos; os mEus sogros; os mEus cunhados; as minhas tias; os mEus tios; os mEus primos e primas; todos os que pertencem à minha família mais afastada; os mEus amigos (independentemente do género e da intensidade); os mEus conhecidos; os mEus vizinhos; vocês e toda a vossa família e vizinhos; todos os que, sendo cá nativos, insistem em continuar a habitar Portugal, resistindo aos co-cidadãos que tornam ou querem tornar esta terra pior do que é, foi ou podia ser.   &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-116039698742964107?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/116039698742964107/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=116039698742964107&amp;isPopup=true' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116039698742964107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/116039698742964107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/10/e-pode-ser-ano.html' title='E pode ser anão?'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115996747759731214</id><published>2006-10-04T14:08:00.000+01:00</published><updated>2006-10-04T14:16:31.430+01:00</updated><title type='text'>Ah, então foi isso!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;a href="http://www.rtp.pt/index.php?article=255890&amp;visual=16"&gt;No pretérito mês de Setembro, uma equipa de cientistas canadianos, utilizando tecnologia tridimensional – possivelmente mais que caríssima – descobriu(?) que o sorriso(??) misterioso(???) de Mona Lisa decorre do facto dela ter sido mãe pouco tempo antes de ter pousado.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto, por acaso, é bastante curioso uma vez que, poucos dias antes desta notícia ter saído, a minha octogenária vizinha me tinha confidenciado, acabadinha de chegar da horta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Oh, vizinho, ando muito preocupada. As galinhas não põem ovos há dois dias, não há maneira de chover – na altura ainda não tinha chovido – a ver se o brócolos espicham, e continua a doerem-se-me as cruzes com esta angústia de não saber porque é que a Mona Lisa sorri. Gastam tanto dinheiro em tanta coisa que não faz falta, porque é que não estudam o sorriso da Mona Lisa, vizinho?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez, a voz da idade porta as dores do mundo. Como é óbvio, tal como a minha vizinha, haviam por aí milhões e milhões de pessoas oprimidas e cabisbaixas pela ignorância de não saberem porque é que a Mona Lisa sorria. O estudo das alterações climáticas ou a pesquisa para a cura das maleitas incuráveis, perto disto, são coisas mais superficiais que os programa matinais da TVI (talvez não tanto, pronto).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realmente, cada vez mais se impõe o gasto de verbas em prol da humanidade, em investigações que valham mesmo a pena. Há que empregar o tempo e os meios da ciência mundial eficientemente. Temos cada vez menos tempo para saber coisas tão essenciais como o porquê do sorriso da Mona Lisa, que isto de pensar que a senhora estava a sorrir porque o pintor assim lhe pediu ou porque tinha flatulado mais alto que o que esperava, é algo que não cabe na cabeça de ninguém que se preocupe deveras com o mundo em que vivemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim, não querendo deixar passar mais este importante marco na ciência mundial em prol de uma humanidade mais e mais esclarecida, em mEu nome e em nome das “vizinhas” deste mundo, Eu grito: Obrigado equipa de cientistas canadianos!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115996747759731214?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115996747759731214/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115996747759731214&amp;isPopup=true' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115996747759731214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115996747759731214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/10/ah-ento-foi-isso.html' title='Ah, então foi isso!'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115982645844101288</id><published>2006-10-02T22:58:00.000+01:00</published><updated>2006-10-02T23:00:58.490+01:00</updated><title type='text'>Pior que as cobras</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Quem quer já sabe que os americanos são uma malta terrivelmente competitiva que não quer ser ultrapassada em nada, custe o que custar. Muito menos no disparate. Ora esta norte-americanice genética acicata-se ainda mais na tribo do cinema. Vai daí, devem ter tido conhecimento do nosso “Apito Dourado”, e toca de engendrar algo ainda mais pateta. Algo que só caberia mesmo num rolo de fita hollyoodesca, daqueles em que a fantasia se ultrapassa a si própria para surpreender até o inacreditável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado aparece-nos às cores e com barulho em mais de 100 minutos. Chama-se «&lt;a href="http://www.snakesonaplane.com/"&gt;Snakes on a plane&lt;/a&gt;» - «Serpentes a bordo», em português, assim engolido pela bocarra da tolice que inspira - e é mais hilariante que as conversas do Major apanhadas nas escutas da Procuradoria. Pode parecer mentira, mas é verdade, é realmente muito mais engraçado. Eu, pelo menos, não consegui evitar que as gargalhadas se esgueirassem como cobras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O enredo serpenteia (ai que saudades de um trocadilho tão...“americano” quanto este) em redor de um avião cheio de uma seita de ofídias no porão, que em pleno voo, por sabotagem alheia, se desprendem do cárcere e invadem todos os habitáculos do avião destinados às pessoas. Agora, se a este venenoso conceito juntarmos um conjunto de personagens tão díspares como um &lt;a href="http://hotdogpu.myweb.hinet.net/album/chiwawa/index.html"&gt;chiwawa&lt;/a&gt;, uma obesa depravada, um praticante de artes marciais e o inevitável agente do FBI, teremos o que temos – uma história que enleia e esmaga mais a realidade que as flexíveis costelas no corpo escamado de uma piton esfomeada (que neste caso tem uma dentição de fazer inveja a um tubarão branco adulto!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fim já só chega quando nada mais há para rir. Mas há. Temos ali um final digno de meter as mãozinhas num ninho de víboras para nos penalizarmos do tempo e dinheiro que gastamos com tamanha ofensa. Depois disto, sem dúvida que a expressão “mau como as cobras” atinge um outro nível metafórico – a partir de agora devia era ser “mau como o filme das cobras (no avião)”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero falar muito mais sobre a coisa porque acabei de comer agora, mas posso só adiantar mais isto: quem tem pavor a cobras – a chamada ofiofobia -  fuja do interior das salas de cinema onde se exibe esta jóia suprema da fantochada; quem não tem, fuja da mesma forma, ou ainda com mais força (quem não resistir e for lá ver, não diga depois para aí que Eu não avisei).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA: a anuência de Samuel L. Jackson em dar corpo a uma personagem deste “argumento” só pode ser comparada ao galináceo que o Quim enxotou para dentro da sua baliza no último jogo do Glorioso, na Luz, contra o Desportivo das Aves – equivale a disparar um míssil skud no dedo mindinho do pé.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115982645844101288?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115982645844101288/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115982645844101288&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115982645844101288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115982645844101288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/10/pior-que-as-cobras.html' title='Pior que as cobras'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115943220291927373</id><published>2006-09-28T09:25:00.000+01:00</published><updated>2006-09-28T09:30:02.986+01:00</updated><title type='text'>Vibrações íntimas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Antes de mais, quero esclarecer de forma inequívoca, para que não hajam quaisquer dúvidas (é isso que quer dizer “forma inequívoca”) que Eu não estou doente, nem nada que se pareça com essa coisa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para além disto, a escassez cada vez mais notória de público - e de mim - permite-me, definitivamente, escrever coisas quase tão apalermadas como a necessidade que tenho de as escrever, o que nos traz precisamente ao trémulo tema de hoje: a vibração ao serviço dos cuidados pessoais. Mais cedo ou mais tarde alguém tinha de o assumir, porque não Eu? Porque não hoje?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Pois é, depois dos famosos massajadores faciais (injustamente apregoados e simplificados como «vibradores», já que aquilo faz muito mais que vibrar - massaja a cara!) os preocupados designers da nossa higiene pessoal resolveram, nos últimos tempos, aplicar de novo, e em abundância, a tecnologia vibratória aos engenhos disponíveis para efectivar essa árdua e irritante tarefa que é cuidarmos do corpinho que nos encerra. Desta forma tremelicante, segundo eles, a eficiência de cada um destes equipamentos aumenta até níveis nunca vistos (argumento que, aliás, já tinha sido usado para promover os tais massajadores faciais, que antes de vibrarem ninguém lhes pegava). Vai daí, toca de dar aos tempos modernos &lt;a href="http://www.colgate.pt/products/oralcare/toothbrush_el.shtml"&gt;escovas dos dentes oscilantes&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, &lt;a href="http://www.gillettem3power.com/pt/home_f.asp"&gt;lâminas de barbear pulsantes &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; e até &lt;a href="http://www.ventausa.com/theproducts.cfm?master=4761&amp;owner=739"&gt;escovas para o cabelo cujo movimento vibratório as torna anti-piolhos&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;(como se os piolhos também não fossem criaturas de Deus que merecem o seu lugar na cabeça de todos e cada um de nós). Enfim, a panóplia de objectos pessoais vibrantes que hodiernamente se nos aparecem no chamado mercado global alastra de forma, digamos, fremente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E onde é que esta aturada pesquisa científica me deixou? Justamente na necessidade que tenho de ser solidário para com todos aqueles que pensam no conforto de quem tem por hábito cuidar de si próprio. Eu sei que pode até parecer estranho aos olhos de quem está a ler, mas a vontade de ajudar estas pessoas existe em mim desde que acordo, e às vezes a dormir (se existisse algo parecido com um “canil para designers de objectos para uso pessoal”, Eu já lá tinha ido apadrinhar um).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, aqui ficam as sugestões para os dois objectos que, pelas minhas contas, ainda faltam vibrar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cotonetes – o produto chamar-se-á «&lt;strong&gt;CotoneTRRRRR&lt;/strong&gt;», será constituído por um pauzinho (termo técnico) motorizado que possibilitará às almofadinhas de algodão (novo termo técnico) tremerem, removendo a cera sem a necessidade de movimentos extra por parte do utilizador. Slogan: “&lt;em&gt;CotoneTRRRRR - a cera sai a tremer&lt;/em&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensos higiénicos – (e aqui reside uma das maiores ajudas que já dei a alguém, individual ou corporativo) o produto será ambivalente aos dois sexos - cá está a grande inovação – e chamar-se-á «&lt;strong&gt;Vibraclean&lt;/strong&gt;». No interior de cada uma destas pequenas maravilhas, para além das fibras absorventes de última geração, existirá um micro-propulsor, alimentado pelo calor humano, conjunto que será revestido por uma película suavemente rugosa, que lhe conferirá uma textura a um tempo áspera e agradável. Solgan: “&lt;em&gt;Vibraclean - mais que higiene para ela, um prazer para ambos!&lt;/em&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não enunciei uma proposta para tampões porque não domino suficientemente o tema “tampões” e não gosto de falar sobre aquilo que não sei; mas se houver por aí sugestões, que não haja hesitações, juntem-se á causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: quando disse que não estava doente, como é óbvio referia-me expressamente à parte física de mim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115943220291927373?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115943220291927373/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115943220291927373&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115943220291927373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115943220291927373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/09/vibraes-ntimas.html' title='Vibrações íntimas'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115926237865331356</id><published>2006-09-26T10:06:00.000+01:00</published><updated>2006-09-26T10:41:22.613+01:00</updated><title type='text'>(nada disto)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;...&lt;strong&gt;TIC&lt;/strong&gt;(Tribunal de Instrução Criminal)...&lt;strong&gt;TAC&lt;/strong&gt;(Tomografia Axial Computadorizada)...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115926237865331356?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115926237865331356/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115926237865331356&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115926237865331356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115926237865331356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/09/nada-disto.html' title='(nada disto)'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115894039637727361</id><published>2006-09-22T16:48:00.000+01:00</published><updated>2006-09-22T16:53:16.503+01:00</updated><title type='text'>Os uns e o OUTRO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Neste momento toda a minha gente do Portugal inteiro, e arredores, tem conhecimento do antro de............(neste ponteado cada qual escreve o que quiser, e Eu deixo em branco porque não gosto de escrever palavras muito desagradáveis neste sítio) que é o edifício onde meteram o futebol português. E gostaria de enfatizar “neste momento” e “toda a gente”, uma vez que a parte da gente que acompanha o futebol há algum tempo já sabia de tudo isto desde meados dos anos oitenta, e a única novidade do “neste momento” é que agora os factos saíram das conversas futeboleiras para pomposas transcrições na comunicação social que lhes dão mais veracidade (???).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, mas este aparte foi só introdutório e justificativo para deixar aqui a minha opinião sobre a liga futebolística deste ano. Dada a generalização dos abrangidos (associações e individualidades) nas referidas escutas, Eu acho que o campeonato da primeira liga não se devia disputar, pura e simplesmente. Até se esclarecer toda esta ............(de novo o ponteado) a competição devia ficar suspensa sob pena de quem gosta de futebol continuar a ser enxovalhado com o que dia-a-dia continua a sair nos meios noticiosos (para os clubes que quisessem continuar a competir criava-se um torneio de matraquilhos no escritório do major na Liga Portuguesa de Futebol). Claro que ao revelar isto, estou a cometer uma descomunal injustiça e desde logo uma pergunta se levanta aos mais atentos e informados: então e o Sporting Clube de Portugal, como é que ficava?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, também pensei nisto, e como o SCP levita acima de todos os clubes e organismos que têm andado putrificar o futebol português – a que chamam “sistema” – havia que resguardar a sua condição imaculada e criar uma prova competitiva própria onde o SCP não se visse privado de demonstrar todos os seus princípios morais e justiça desportiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, enquanto não houvesse disputa da primeira liga de novo, criar-se-ia uma nova prova oficial que se chamaria “Liga do Rigor e da Transparência”, como o patrocínio da Associação de Fabricantes de Paquímetros e da Associação Portuguesa dos Industriais de Sacos Plásticos Transparentes, na qual competiriam as seguintes equipas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- SCP (à cabeça do cartaz, como não poderia deixar de ser)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Todos os escalões jovens do SCP (porque, para além de serem do SCP, ainda são jovens o que reforça mais a sua inocência – se é que tal é possível...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Grupo Desportivo “Os Anjinhos” (GDA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- “Os Inocentes” Futebol Clube (IFC)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sociedade Filarmónica e Recreativa dos Banhados em água Benta Logo à Nascença (SFRBABN)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Futebol Clube dos Canonizados de Roma (FCCR)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ginásio Clube dos Propostos a Canonizados de Roma (GCPCR)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Impolutos Sport Clube (ISC)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Associação Desportiva dos Imaculados (ADI)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Gente Séria Nacional Clube (GSNC)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Clube Recreativo dos Puros e Íntegros (CRPI)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Virtuosos Clube de Portugal (VCP)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Academia Futebolística dos Inatacáveis Portugueses (AFIP)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os encontros se realizariam no Estádio José Alvalade (local sagrado e único no mundo onde o público consegue ver o futebol de uma forma imparcial e justa) e não seria necessária a presença de árbitros, já que estávamos na presença de clubes e praticantes que, tal como o SCP, sabem as regras do jogo e cumprem-nas religiosa e escrupulosamente – quanto muito convidar-se-iam ex-presidentes do SCP, gente acima de qualquer suspeita, como se impõe, para dar o assobio (nada de apitos...) inicial e final de cada uma das partes do jogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim o futebol português seria uma festa sã e voltaria a ser visto como uma escolinha de virtudes e de homenzinhos bonitos, bem-comportados e sérios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom fim-de-semana&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115894039637727361?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115894039637727361/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115894039637727361&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115894039637727361'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115894039637727361'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/09/os-uns-e-o-outro.html' title='Os uns e o OUTRO'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115893315247537362</id><published>2006-09-22T14:45:00.000+01:00</published><updated>2006-09-22T14:54:33.480+01:00</updated><title type='text'>Tropeções democráticos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;“A democracia é o pior de todos os sistemas com excepção de todos os outros&lt;/em&gt;”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Sérgio Godinho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Estes últimos acontecimentos mundiais que nos demonstram a fragilidade e volatilidade da organização racional (?) das sociedades humanas em sistemas políticos democráticos - &lt;a href="http://www.rtp.pt/index.php?article=255219&amp;visual=16"&gt;tumultos pró-demissionários na Hungria &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;e &lt;a href="http://www.rtp.pt/index.php?article=255318&amp;amp;visual=16"&gt;cambalhotas no poder estatal da Tailândia&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; – recordam-me um episódio passado no interior desta cápsula da sociedade mundial a que gosto de chamar “minha família”, episódio este que, assim à primeira olhadela, pode parecer não ter nada a ver com os referidos acontecimentos, e na realidade não tem mesmo (a não ser o facto de ser despoletado por esta mania estranha de querer sentar o mEu comportamento na cadeira da democracia, até na relação com os mEus próprios filhos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo se passou num almoço em que, aproveitando um silêncio que se prolongava há alguns minutos, Eu resolvi soltar a coragem que fui engolindo aos tragos e sujeitei a seguinte proposta à consideração dos miúdos num tom solene e disposto a mais explicações, como de resto a ocasião requeria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então o que é que vocês acham do pai pôr um brinco?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha filha dispara de imediato uma gargalhada daquelas que foi buscar à caixinha onde guarda a sinceridade inocente da tenra idade – contagiando o irmão - e quando dá tréguas ao riso sai-se com esta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- diz lá outra palhaçada, pai&lt;br /&gt;- palhaçada? Qual palhaçada?&lt;br /&gt;- dessas...&lt;br /&gt;- dessas? De quais?&lt;br /&gt;- tipo dessas, do brinco...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escusado será dizer que o assunto ficou por ali, já que não estava criado o ambiente para uma discussão séria e democrática, e muito menos para explicações suplementares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim, com episódios como este, interiorizo cada vez mais fundo que, por vezes e repito “por vezes”, não há nada como calçar a democracia com luva de ferro para evitar dissabores na apreciação de questões que à partida não deveriam estar sujeitas à participação activa de todos, mas que as regras do jogo democrático assim o obrigam (e não me quero alongar mais que isto já está a fugir do âmbito do que se costuma ler aqui e muito menos revelar qual foi a minha decisão depois).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115893315247537362?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115893315247537362/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115893315247537362&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115893315247537362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115893315247537362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/09/tropees-democrticos.html' title='Tropeções democráticos'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115763809833650306</id><published>2006-09-07T15:04:00.000+01:00</published><updated>2006-09-07T15:08:18.366+01:00</updated><title type='text'>palavras para quê?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Eu até ando com alguma vontade de escrever qualquer coisa, mas os minutos não deixam que as minhas palavras se juntem para me divertir, e quando assim é, quando o tempo de umas coisas impede o tempo das outras, só resta tentar manter o humor em sentido e esperar que os sorrisos do dia consigam sobrar para aqui...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu até ando com a vontade, mas este tempo corre mais depressa (vou ali comprar um relógio chinês e pedir outro calendário no talho...)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115763809833650306?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115763809833650306/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115763809833650306&amp;isPopup=true' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115763809833650306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115763809833650306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/09/palavras-para-qu.html' title='palavras para quê?'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115754011679498059</id><published>2006-09-06T11:49:00.000+01:00</published><updated>2006-09-06T11:58:07.100+01:00</updated><title type='text'>um dos momentos mais mágicos da minha vida...</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.pearljam.com/songs/song.php?song=Black"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(diz isto)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115754011679498059?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115754011679498059/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115754011679498059&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115754011679498059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115754011679498059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/09/um-dos-momentos-mais-mgicos-da-minha.html' title='um dos momentos mais mágicos da minha vida...'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115689370015751615</id><published>2006-08-30T00:15:00.000+01:00</published><updated>2006-08-30T00:21:40.190+01:00</updated><title type='text'>Um post fresquinho</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;a href="http://www.priberam.pt/dlpo/definir_resultados.aspx"&gt;Fresco&lt;/a&gt;, um adjectivo estragado, como de seguida provarei por A + B, e + outras letras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que chega logo à lembrança quando ouvimos a palavra “Fresco”? Frio, não, é? (pelo menos para grande parte das pessoas é; Eu encarreguei-me de encomendar à Universidade Católica uma sondagem daquelas que falham pouco nas eleições…). Isto é tanto verdade, quanto as manhãs e as noites são os períodos mais “frescos” das 24 horas (e desta forma calo o remoinho de cepticismo que já se enrolava desse lado)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, se assim é - e é – porque é que o peixe fresco é precisamente aquele que não passou pelo gelo (processo que o tornaria mais frio, e , logo, mais fresco)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a fruta? Tanto é fresca quando sai da árvore, como quando sai do frigorífico. Quando, então, é mais fresca? E porquê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que, dentro deste contexto de temperatura baixa, é mesmo aberrante é o pão. Quando é que o pão é mais fresco? Por incrível que pareça, a resposta a esta singela pergunta chega direitinha do forno. O pão é mais fresco quanto menos tempo decorrer da sua cozedura, ou seja, no limite, o pão mais fresco é o que está quentinho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E já nem refiro os frescos da Capela Sistina, tema demasiado “fresco”, digamos, para abordar num local onde reina totalitariamente o escuro do preto e o claro do branco)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu bem sei que todo este encadear de lógicas descartáveis parece saído do tempo de alguém que aparenta já estar farto de coçar os tais. Mas não é. Primeiro porque não estou farto coisa nenhuma; segundo, porque não foi o tempo abundante que patrocinou este emaranhado de palavras; e terceiro, porque o que realmente me moveu foi a inveja daqueles que proliferam a confusão. Se até o Mateus veio de Angola para confundir a Lei, a Justiça e a Opinião Pública e Privada deste luso país, porque cargas de água não posso Eu dedicar-me à génese do caos mental? Sei que começo com uma pequenina célula, muito pequenina mesmo, mas sinto que o processo mitótico está a desenfrear-se, e, quem sabe, degenerará numa teoria digna duma peixeirada daquelas parlamentares. Quem sabe, hã?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115689370015751615?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115689370015751615/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115689370015751615&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115689370015751615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115689370015751615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/08/um-post-fresquinho.html' title='Um post fresquinho'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115652684645702161</id><published>2006-08-25T18:25:00.000+01:00</published><updated>2006-08-25T18:27:26.510+01:00</updated><title type='text'>…só mais esta…</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Este caso da decisão sobre qual o clube que fica na superliga (com ésse pequeno) – se o Gil Vicente ou Belenenses – dá mais cambalhotas que um ginasta chinês nas paralelas assimétricas. Livra! Vá lá, meus senhores, decidam-se de uma vez por todas que isto, está-se mesmo a ver, é mais uma conspiração do polvo contra o Glorioso. É que, e não querendo fazer futurologia catrastófica, Eu arrisco que o SLBenfica ainda vai estar metido em trabalhos por ter jogado com o clube errado no domingo, seja ele qual for...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115652684645702161?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115652684645702161/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115652684645702161&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115652684645702161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115652684645702161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/08/s-mais-esta.html' title='…só mais esta…'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115652003793032473</id><published>2006-08-25T16:32:00.000+01:00</published><updated>2006-08-25T16:33:57.953+01:00</updated><title type='text'>O oculto destapado</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Depois de ter visto ontem uma reportagem na Sic Notícias sobre os «profissionais do oculto», na qual, entre outras jóias deste lado de lá do mundo, uma exorcizada escarrava o demónio interior em doses gripais; o professor vidente africano dizia que nunca tinha pensado em trabalhar, já que o avô sempre viveu do “dom” e o seu pai também; e uma ex-cliente do padre exorcista, e sua actual acusadora jurídica, relatava que ele lhe tinha posto os dedos na vagina e apalpado os seios – para expulsar um espírito homossexual, como é óbvio – e como tinha parado com aquilo quando, &lt;strong&gt;NA SEGUNDA SESSÃO&lt;/strong&gt;, o dito padre ordenou “que lhe agarrasse no “instrumento”, digamos assim” (sic), e parou justamente naquela altura porque “há coisas que uma pessoa não tem de se sujeitar”; depois de tudo isto, dizia Eu, uma frase insiste em repetir-se: Deus é o dinheiro, Diabo é não o ter!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pobre daquele que entra nestes escuros, e sai de lá sem as luzes que queria acender. Pelos outros, os que se conseguem descobrir no ocultado, não posso deixar de sentir uma certa solidariedade – se mais nada nem ninguém lhes mostra a paz, ao menos que ali a possam entrever (mesmo à custa de embustes muito pouco escondidos...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom fim-de-semana (se puder ser)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115652003793032473?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115652003793032473/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115652003793032473&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115652003793032473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115652003793032473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/08/o-oculto-destapado.html' title='O oculto destapado'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115634567991002270</id><published>2006-08-23T16:03:00.000+01:00</published><updated>2006-08-23T16:55:02.186+01:00</updated><title type='text'>Surpresa, surpresa, não é um gajo estar vivo…</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Eu já tinha conhecimento &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.rtp.pt/index.php?article=252603&amp;amp;visual=16"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;desta notícia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; dos pescadores mexicanos, contudo, depois de a ouvir mais atentamente, chamou-me a atenção esta passagem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Os sobreviventes foram identificados como Jesús Eduardo Vidaña, Lucio Rendón e Salvador Ordóñez.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Vidaña ignora que, durante a sua ausência, foi pai de uma menina, agora com quatro meses, e a mulher pediu que nada lhe fosse dito para lhe fazer uma surpresa, quando ele chegar a casa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Os pescadores falecidos eram conhecidos por Juan David e El Farsero.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Não sei se o leitor também se apercebe, mas está aqui, neste borrifo informativo, material para um argumento de Hollywood. Até dou de barato o resgate e o facto dos gajos andarem perdidos, durante 9 meses, a comer peixe cru e a beber água da chuva - que isso também Eu faço há 34 anos. A relevância do acontecimento, centra-se no seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) três tipos safaram-se, sendo que entre eles se encontra um “Salvador” – não terá este personagem longos cabelos castanhos, barba e traja-se com uma túnica branca? E porque escolheu só aqueles dois para “salvar”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Vidaña esteve ausente, no mar – importante! – 9 molhados meses, e quando regressa tem uma filha. Como se não bastasse a ignorância deste facto, a mulher tenta esconder o mesmo até á última, quando o homem regressar a casa – como reagirá Vidanã?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) a mulher acha que lhe vai fazer uma surpresa (Eu acho que a verdadeira surpresa acontecerá quando Vidaña requerer o teste de paternidade e o resultado chegar...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) no fim das contas, a surpresa, a verdadeira, a que fará aumentar os caudais de adrenalina, virá com a revelação que o pai é “El Farsero” – o nome não engana – por isso não foi “salvo” pelo “Salvador”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está aqui uma verdadeira novela mexicana, ou não está? Nem os litros de água salgada faltam (só que desta vez chegam do mar e não dos olhos de donas de casa monopáusicas) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115634567991002270?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115634567991002270/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115634567991002270&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115634567991002270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115634567991002270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/08/surpresa-surpresa-no-um-gajo-estar.html' title='Surpresa, surpresa, não é um gajo estar vivo…'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115624960095484832</id><published>2006-08-22T13:24:00.000+01:00</published><updated>2006-08-22T13:28:49.806+01:00</updated><title type='text'>Experiência lunar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;É num registo ainda surpreendido que Eu venho revelar o seguinte: no interior da Conservatória do Registo Predial e Civil da área da minha residência há um défice de força gravítica muito aproximado ao que se verifica na superfície lunar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, os funcionários não levitam lá dentro – senão era mesmo igualzinho ao ambiente lunar – mas mexem-se com a mesma languidez com que Neil Armstrong disse aquela do “passo para a humanidade”, enquanto andava aos saltinhos lentos no seu fato branquinho e capacete “aquário-de-água-fria”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ali, até o tempo se arrasta muito devagarinho, trazendo nos ponteiros uma sonolência que se nos pendura nas pálpebras, conspirando activamente contra o discernimento – e comportamento – mais adequado ao correcto enfrentar do dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual vitinho, qual patinhos, se querem mesmo adormecer as criancinhas, passem um vídeo do expediente desta Conservatória! A leveza é garantida, e o soninho também.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115624960095484832?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115624960095484832/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115624960095484832&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115624960095484832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115624960095484832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/08/experincia-lunar.html' title='Experiência lunar'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115616709770168692</id><published>2006-08-21T14:28:00.000+01:00</published><updated>2006-08-21T14:34:28.676+01:00</updated><title type='text'>Mais um</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Beijei-a pela primeira vez há seis anos, depois de partilharmos um choro que para ela prendeu a sobrevivência e em mim soltou amor. O tempo roçava as duas da tarde numa segunda-feira destas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me lembro do calor, mas devia estar. Lembro-me é do sol. Estava e brilhava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde daquele instante já a beijei, no mínimo, milhares de vezes. No mínimo, porque, na realidade, devem ter sido mais que milhares. Sinceramente, só tenho por necessidade contar os que não posso dar, os outros, os que sim, são o normal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;Hoje, passados estes primeiros seis anos, ela continua assim, linda, Eu continuo a beijá-la.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Mais um...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115616709770168692?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115616709770168692'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115616709770168692'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/08/mais-um.html' title='Mais um'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115586580928449421</id><published>2006-08-18T02:45:00.000+01:00</published><updated>2006-08-18T02:50:09.350+01:00</updated><title type='text'>Coincidências deste mundo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Depois de Eu publicar o texto abaixo visível, &lt;a href="http://www.blogger.com/profile/29457355"&gt;este senhor&lt;/a&gt; publicou &lt;a href="http://miguelestevescardoso-mec.blogspot.com/2006/08/fantasias.html"&gt;isto&lt;/a&gt; (com uma diferença de poucas horas, já que Eu tinha lá estado, pela primeira vez, cerca de duas horas antes e este seu texto ainda não respirava na esfera).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que ninguém vai acreditar nisto – lamentavelmente, para mim, o relógio dele não está certo pela hora corrente - mas que se lixe! É a mais branquinha das verdades, e até me sinto lisonjeado por, pelo menos numa noite desta vida, ter estado em sintonia intelectual com tamanho vulto da Língua Portuguesa (mesmo que o nó no intelecto tenha sido a TVI e uma analogia tão excrementícia).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115586580928449421?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115586580928449421/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115586580928449421&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115586580928449421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115586580928449421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/08/coincidncias-deste-mundo.html' title='Coincidências deste mundo'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115585709639097038</id><published>2006-08-18T00:22:00.000+01:00</published><updated>2006-08-18T03:06:46.420+01:00</updated><title type='text'>A anatomia da comunicação social</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Eu ouvi mesmo agorinha um profissional da TVI referir-se àquela casa como “um orgão da comunicação social”. Que orgão será? E o 24 Horas, também será um orgão da dita comunicação social? E qual?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peço, então, que se entendam e esclareçam lá isto, e depressa, porque se a comunicação social for antropomórfica só terá um intestino dos grossos, e, assim, só um deles poderá ostentar essa graduação morfológico-orgânica. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115585709639097038?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115585709639097038/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115585709639097038&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115585709639097038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115585709639097038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/08/anatomia-da-comunicao-social.html' title='A anatomia da comunicação social'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115555913359149363</id><published>2006-08-14T13:37:00.000+01:00</published><updated>2006-08-14T13:38:53.616+01:00</updated><title type='text'>Floribella e o monstro (que sou Eu)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Finalmente consegui assistir (português do Brasil) a um bocadinho desta novela importada pela SIC, e posso afiançar - enquanto espectador exigente e atento das artes audiovisuais - que a miúda que desempenha o papel principal no aportuguesamento da série tem mesmo um talento inato. Basta ela aparecer e começar a falar que Eu fico logo com vontade de chorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(e depois a visão do cabelo louro daquele rapaz deixou-me num vazio, mas tão angustiado...) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115555913359149363?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115555913359149363/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115555913359149363&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115555913359149363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115555913359149363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/08/floribella-e-o-monstro-que-sou-eu.html' title='Floribella e o monstro (que sou Eu)'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115530530777147075</id><published>2006-08-11T15:06:00.000+01:00</published><updated>2006-08-11T15:22:51.086+01:00</updated><title type='text'>Sugestão de leitura</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Para não dizerem (ou pensarem) para aí que Eu só escrevo inspirado na palermice que me rege, aqui fica a minha sugestão de leitura para este fim-de-semana: &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;SOB SUSPEITA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinopse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Numa pequena e pacata localidade no condado de Hampshire, Patrick O’Riordan, um irlandês desempregado, foi acusado de um duplo homicídio. Rapidamente, o choque e a incredulidade dão lugar à cólera e os pais e a prima de Patrick vêem-se alvo de ameaças e ataques, sem ninguém do seu lado a não ser Siobhan Lavenham, uma senhora irlandesa casada com um inglês, que põe em risco a sua própria reputação no seio da comunidade por questionar a imparcialidade da investigação. No entanto, Siobhan rapidamente se vê envolvida numa espiral de dúvidas, pois a verdade compõe-se de múltiplas faces e os segredos e a ambição enraizados na alma humana vão muito além das avaliações baseadas nas aparências…&lt;/span&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! Já me esquecia. A obra é da autoria da escritora &lt;a href="http://www.editpresenca.pt/autores_resultado_detalhe.asp?letra=W&amp;amp;autor=1591"&gt;Minette Walters&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;(que, segundo ouvi, fica muito entusiasmada quando um estranho a reconhece e se dirige a ela articulando incredulamente o seu nome - “Minette?”. Aliás, Eu acho que este nome é motivo de inveja até para o próprio António Peres Metelo, cujo apelido agradaria a qualquer homem)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom fim-de-semana a todos e a todas (e deliciem-se com a leitura)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115530530777147075?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115530530777147075/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115530530777147075&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115530530777147075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115530530777147075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/08/sugesto-de-leitura.html' title='Sugestão de leitura'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115522985979353439</id><published>2006-08-10T18:09:00.000+01:00</published><updated>2006-08-10T18:11:44.393+01:00</updated><title type='text'>Aqui, entre extremos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Há uns tempos Eu amandei &lt;/span&gt;&lt;a href="http://claronoescuro.blogspot.com/2005/11/brrrrrr.html"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;esta&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;. Se bem me lembro era Inverno na altura e o frio atormentava este corpinho que carrego. Agora, aqui, onde o calor já ultrapassou os limites do parvamente razoável, fervo por dentro. O odor que me preenche o olfacto nem é a suor, é a medula estufada. A minha!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115522985979353439?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115522985979353439/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115522985979353439&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115522985979353439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115522985979353439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/08/aqui-entre-extremos.html' title='Aqui, entre extremos'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115520954553916887</id><published>2006-08-10T12:30:00.000+01:00</published><updated>2006-08-10T12:32:44.000+01:00</updated><title type='text'>Granda lata!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Possivelmente sou o último a descobrir isto, mas não é que os senhores das finanças tratam os estimados contribuintes por “sujeito passivo”?!?!?!? (se duvidam, confirmem &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.e-financas.gov.pt/de/ajuda/DGCI/FAQED.htm#lnk1"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão queridos! Eu não sei se hei-de rir à gargalhada, sorrir “monalisícamente” ou sair já para uma repartição qualquer e beijar na testa o primeiro(a) funcionário(a) que me aparecer à frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(mas pensando bem e friamente, os senhores até têm alguma razão. No fundo, e fazendo o paralelismo com a actividade sexual, eles é que são os sujeitos activos, enquanto o contribuinte tem de aguentar passivamente)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115520954553916887?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115520954553916887/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115520954553916887&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115520954553916887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115520954553916887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/08/granda-lata.html' title='Granda lata!'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115513435033716803</id><published>2006-08-09T15:36:00.000+01:00</published><updated>2006-08-10T14:53:31.333+01:00</updated><title type='text'>Sintomático</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Estava Eu refastelado em mim, à espera de uma refeição que teimava em continuar sem sair da cozinha de um restaurante de grelhados – especialidade em porco ibérico (espanhol, porque se fosse português não era “porco”, seria “suíno”) - quando se senta à minha frente uma parelha de rapazes (ponto final).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já ali estava há algum tempo, tinha esgotado a conversa comigo – cada vez me calo mais depressa, qualquer dia largo-me –; tinha deambulado pela divagação acerca de todos aqueles que me acompanhavam na espera e pelos que já não esperavam; tinha medido por fora, e à volta, quem vagueava pelo serviço, enfim, o nada para fazer já me sugava o pensamento há algum tempo, o que me levou a abrir as janelas da atenção na direcção da presença daqueles dois que agora agitavam a monotonia, enquanto se sentavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois gajos normais, posso dizer, para facilitar a descrição. Contudo, mesmo na dormência que me pesava o corpo, não pude deixar de reparar que um deles fazia questão de demonstrar que o pulso é um ponto da anatomia humana bastante articulado, digamos assim, enquanto o outro se mantinha dentro da típica e única postura de “homem heterossexual sentado num restaurante”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Olha um casalinho. Será?” digo-me, evidentemente toldado por uma espera que já me derivava para questões tão terciárias e supérfluas quantos estas. “Deixa-te disso, pá, sabes lá tu. E não tens nada a ver com isso, o que é que isso te interessa?” Nada. Mesmo nada. Mas é como digo, foi o vácuo do momento que me conduziu a dúvida até ali, dúvida que Eu sabia, desde logo, iria permanecer pelo menos até chegar o que realmente me mantinha ali – a comida. Mas foi antes que tudo se dissipou, foi com a conversa entre eles e o empregado que o armário da certeza pareceu querer descerrar as portas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- então o que vai ser? &lt;em&gt;Diz o empregado (naquele sotaque brasileiro que agora ensinam nas boas escolas de hotelaria)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;- o que aconselha? &lt;em&gt;Returque um dos moços&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- a nossa especialidade são grelhados de porco ibérico.&lt;br /&gt;- então para mim são plumas*. &lt;em&gt;Atira logo o mais “articulado”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- e o senhor?&lt;br /&gt;- secretos*. &lt;em&gt;Pede o outro&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;* "plumas" e "secretos" são peças da carcaça do porco preto que podem, e devem, ser grelhadas - tal como as "bifanas", o "entrecosto" ou as "presas" (Eu sei que toda a gente sabe disto, mas apeteceu-me à mesma por esta explicação)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115513435033716803?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115513435033716803/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115513435033716803&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115513435033716803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115513435033716803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/08/sintomtico.html' title='Sintomático'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115497266049916340</id><published>2006-08-07T18:40:00.000+01:00</published><updated>2006-08-07T18:46:18.290+01:00</updated><title type='text'>Toquem mas é aqui</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O que é que é mais, mas incomparavelmente mais, irritante do que um telemóvel “&lt;em&gt;kitado&lt;/em&gt;” com o toque monofónico do “&lt;strong&gt;Pimba, Pimba&lt;/strong&gt;”, do Emanuel? (se não encontram uma resposta instantaneamente, então merecem ficar sentados ao lado de um surdo que tenha um telefone com aquelas características, a dormir ressonando, num metro avariado em hora de ponta, para quem alguém liga desesperadamente durante 43 minutos e 14 segundos).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;A minha resposta é já esta: os anúncios televisivos de toques para telemóveis!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora que me livrei do mEu próprio fel, passo a explicar. Mas aquilo é coisa que se ponha na televisão? As músicas não prestam, as cores são berrantes e aberrantes, as imagens são ofensivas e causam dor na menina do olho, a voz dos “jovens” é deprimente, as falas insultam a inteligência e aqueles apelos clamam por um golpe de misericórdia que os cale para sempre. Eu qualquer dia começo a odiar este tipo de anúncios. Já faltou mais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comparado com aquilo, os anúncios a detergentes ou “a material descartável de higiene muito íntima feminina” ganham a dimensão de obras-primas da publicidade, merecedoras de um lugar de destaque na colecção Berardo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(o que me vale é que só tenho o desprazer de avistar tais anúncios na TVI - quando me lanço na queda-livre do Zapping - estação televisiva que, de resto, consegue assim transmitir uma característica fundamental a qualquer "projecto" que se preze: coerência)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115497266049916340?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115497266049916340/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115497266049916340&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115497266049916340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115497266049916340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/08/toquem-mas-aqui.html' title='Toquem mas é aqui'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115460300623295305</id><published>2006-08-03T11:59:00.000+01:00</published><updated>2006-08-03T15:19:49.086+01:00</updated><title type='text'>Passatempo para uma tarde de calor</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Desta vez Eu resolvi dar minha contribuição no sentido de tornar uma destas tardes escaldantes, em que até as férias descansam, um pouco mais animadas. Como tal, e seguindo as pisadas de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Erno_Rubik"&gt;Ernö Rubik&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, aqui fica um joguinho de simples preparação, mas cuja complexidade ajuda a desentorpecer a capacidade de memorizar e de concentração, ao mesmo tempo que estimula a cooperação entre um casal, ou entre cada uma das diferentes facetas comportamentais que agregam a nossa pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é necessário:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Um congelador ou uma gaveta de arca congeladora completamente cheios (onde já não caiba nem metade de uma alheira);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma mesa totalmente desimpedida e disponível.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de mais, convém realçar que esta actividade recreativa deverá ser levada a cabo nas horas de maior calor – entre o meio-dia e as quatro da tarde – de modo a que, digamos, o desafio seja verdadeiramente efectivo (para além de, desta forma, ao ficar em casa a divertir-se à grande, evitar estar a apanhar sol na praia durante o período mais nocivo – e isto sim é realmente importante, não esqueçam!). Posto isto, o que deverá fazer? É simples:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retire do local de congelação todos os volumes que o preenchem. Estes, como é lógico - mas Eu digo à mesma – estão completamente enrijecidos, com formas perfeitamente definidas e únicas, pelo que serão definidos como as &lt;em&gt;peças&lt;/em&gt; do jogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coloque cada uma das &lt;em&gt;peças&lt;/em&gt; em cima da mesa, baralhe e sorria (o sorriso é dispensável, mas isto é suposto ser um divertimento, porque não sorrir?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, depois de ver o seu compartimento só com o fumo frio que de lá sai, torne a tentar arrumar cada uma das &lt;em&gt;peças&lt;/em&gt; lá dentro, até o voltar a encher e conseguir encerrar a porta ou fechar a gaveta, consoante o tipo de electrodoméstico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que o espera? Isto funciona como um puzzle tridimensional, mas de alimentos. Por incrível que possa parecer, tudo tem de ser arrumadinho da mesma forma como estava antes – só tem uma solução, cada &lt;em&gt;peça&lt;/em&gt; só pertence a uma disposição espacial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como está muito calor, as &lt;em&gt;peças&lt;/em&gt; que se atrasam a arrumar começam a descongelar e a deitar o chamado «líquido» (mistura de água com os sucos do alimento – se tiverem sangue a piada da coisa aumenta exponencialmente) para cima da mesa. Quanto mais se atrasar, mais escorre, até começar a pingar para o chão...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;O fim do jogo declara-se quando consegue fechar de novo o compartimento de refrigeração; e das duas uma: ou conseguiu recolocar tudo lá dentro, e está de parabéns; ou não conseguiu, e aí está de parabéns à mesma, porque vai ter um jantar farto e diversificado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isto. Agora toca a divertir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: os mais afoitos poderão experimentar com uma arca congeladora inteira, mas aviso desde já que isso é um nível quase inacessível – deverão fazê-lo se tiverem o verdadeiro espírito aventureiro e destemido, ou se tiverem um estômago enorme. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115460300623295305?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115460300623295305/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115460300623295305&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115460300623295305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115460300623295305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/08/passatempo-para-uma-tarde-de-calor.html' title='Passatempo para uma tarde de calor'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115451474344534777</id><published>2006-08-02T11:21:00.000+01:00</published><updated>2006-08-02T11:34:49.846+01:00</updated><title type='text'>Não esquecer:</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Tenho de evitar cantar músicas com refrões de vogais muito abertas quando for andar de bicicleta entre milheirais e arrozais – o fundo aquoso e lodacento destas verdejantes culturas nas traseiras do mEu lar atrai cerca de 6/8 da população mundial de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Libelinha"&gt;libelinhas&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, animal insectiforme alado que uma vez dentro boquinha se transforma em libelonazarrona (aquelas asas nunca passarão pelo gasganete humano, digo-vos Eu).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115451474344534777?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115451474344534777/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115451474344534777&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115451474344534777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115451474344534777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/08/no-esquecer.html' title='Não esquecer:'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115442724864379480</id><published>2006-08-01T11:12:00.000+01:00</published><updated>2006-08-01T11:14:08.666+01:00</updated><title type='text'>Obrigado grãos de areia!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Na praia, um dos maiores benefícios que podemos obter é, sem dúvida, o despertar para o conhecimento táctil do nosso corpinho. E temos, porque temos, de agradecê-lo aos voluntariosos e destemidos grãos de areia, que, em autênticas expedições tibetanas, conseguem ir repousar em sítios que nem fazíamos ideia que existissem em nós, e onde a água ainda está longe de imaginar que também lá pode chegar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115442724864379480?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115442724864379480/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115442724864379480&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115442724864379480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115442724864379480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/08/obrigado-gros-de-areia.html' title='Obrigado grãos de areia!'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115434031929286338</id><published>2006-07-31T11:02:00.000+01:00</published><updated>2006-08-01T00:35:25.500+01:00</updated><title type='text'>Quietinho Ego!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Sábado diz-me o rapazinho da bilheteira do cinema:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tens aí o cartão de estudante ou o cartão-jovem?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem diz o senhor da banca dos legumes (convicto que Eu estiva ali a fazer recados à minha mãezinha e não como pai de família a fazer compras para o almoço):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Olhe, as folhas deste molho de espinafres estão um bocado amachucadas, MAS DIGA À SUA MÃEZINHA que foi agora, a descarregar...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escusado será dizer que isto deixou-me aquela coisa, a que se chama Ego, mais inchada que o seio esquerdo da &lt;a href="http://www.tv-willemijn.nl/wp-content/lolaferrari.jpg"&gt;Lola Ferrari&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, mais saltitão que o João Baião a dançar a &lt;em&gt;Macarena&lt;/em&gt; e mais colorido que a carinha do Boy George.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;Obrigado Mundo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115434031929286338?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115434031929286338/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115434031929286338&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115434031929286338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115434031929286338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/07/quietinho-ego.html' title='Quietinho Ego!'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115408233616645523</id><published>2006-07-28T11:23:00.000+01:00</published><updated>2006-07-28T11:25:36.190+01:00</updated><title type='text'>Premunições linguísticas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Já aqui defendi várias vezes que o latim desenvolvido pelos portugueses é, para mim, das Línguas mais espantosas e ricas que o mundo tem (tal como a palavra “mãe”). Por esta tomada de posição pública peço desculpa, já que tenho a perfeita noção que ao assumi-la não estou em nada a dignificar o nosso idioma. Mas o que Eu quero realmente é revelar a constatação de mais um exemplo que atesta a minha admiração: a existência de termos para situações especificas, mesmo antes delas sequer existirem. É o caso da acção "alojar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, o que é que os chineses fazem em Portugal? Nem mais, alojam-se! aLOJAm-se em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pensar que esta forma verbal já existia muito antes dos pequenos mandarins por cá aparecerem...fantástico!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115408233616645523?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115408233616645523/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115408233616645523&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115408233616645523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115408233616645523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/07/premunies-lingusticas.html' title='Premunições linguísticas'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115399988723486459</id><published>2006-07-27T12:27:00.000+01:00</published><updated>2006-07-27T12:31:27.256+01:00</updated><title type='text'>O estranho caso do ancinho verde</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Para começar quero esclarecer que o que irei narrar a em seguida não é bem um “caso”, mas mais um “acontecimento”. Então, passado este esclarecimento fulcral, demos as mãozinhas à atenção e vamos lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo se passou numa das praias da zona do Meco (não foi NESSA praia, portanto toca a vestir esse sorrisinho maroto) quando a minha filha me pediu para lavar o seu pequenino, mas enormemente estimado, ancinho verde de plástico, com que ela e o irmão vão riscando o areal inundado de água salgada mas sedento dos traços da imaginação infantil (frase estrategicamente colocada para estimular no leitor um enternecimento que o leve desde já a afeiçoar-se ao ancinho verde).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Pediu-me ela carinhosamente para libertar o seu brinquedo preferido dos teimosos grãos de areia e respondo Eu com o gesto típico de quem se deixa levar pelos ímpetos do instinto para as brincadeiras mais aparvalhadas - é real! Eu sei que pelos textos que vou publicando pode transparecer a ideia de que sou um tipo carrancudo e demasiado sério; nada mais falso, também gosto de brincar, até com os meus filhos - vai daí, em vez de deixar uma ondinha banhar suavemente o ancinho, e devolvê-lo...não, agarro no objecto e amando-o para longe, mar adentro, berrando (é o termo) “Isto vai mas é fora!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olho para a carinha dela e reparo que consegui o que queria: um misto de incredulidade e ódio pelo gesto que tinha assistido da parte daquele que deveria zelar e tudo fazer pela sua felicidade. Posto isto, ponho o sorriso mais parvo que tenho (talvez o único…) abraço-a, peço desculpa e acalmo-a, explicando que vou buscar o ancinho, enquanto lhe aponto a coisa, que agora é docemente embalado pela ondulante espuma marinha (cá está mais um imagem terna para poder cativar definitivamente o carinho do leitor pelo objecto).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levanto-me, dirijo-me ao ancinho náufrago para o salvar, com a água pelos joelhos, e quando me viro para ela e digo “Vês? está aqui, vou apanhá-lo” passa uma onda que o submerge totalmente, e, a partir desse momento, nunca mais o vi!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei atónito. Era suposto uma de duas coisas: ou aquela porcaria ia para a frente e ficava presa na areia ou ia para trás e continuava a boiar. Mas não, desapareceu! Eu olho para ela e pergunto “Viste o que aconteceu?” e ela, já a contribuir para o aumento do volume do mar com pequenas gotas de água salgada que lhe caíam dos olhinhos “Foi uma onda que lhe passou por cima. A culpa é tua!”. O certo é que na seguinte maia hora procurei acima e abaixo de água, revolvi a areia do fundo e...nada. Nem se pode pôr a hipótese de roubo, uma vez que num raio de 30 metros não estava ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim desapareceu o ancinhozinho preferido. Num segundo boiava, no outro evaporava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, em vez de revolver o fundo do mar, revolvo o fundo da lógica em busca de explicações. Se estivesse no Loch Ness estava explicado, tinha sido o monstro; se a brincadeira ocorresse em Roswell, é claro que tinham sido os ET’s; se tudo se tivesse passado na Madeira, não restariam dúvidas que se tinha assistido a mais uma reinação de Alberto João; agora no Meco? Que Eu saiba não há monstros nem assombrações, portanto, por mais que remexa na razão, não faço qualquer ideia do que se possa ter passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rogo daqui a alguém que já tenha passado pelo mesmo que me ilumine a escuridão da dúvida e as trevas da ignorância (e não me venham com sugestões ou teorias pintalgadas com o disparate, porque estamos perante um assunto demasiado importante para derivações superficiais, como acho que vinquei devidamente nos parágrafos anteriores).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Versos de desagravo da minha desgraça (com levíssimas influências pessoanas, para os mais incautos) :&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ó mar salgado e soberano, quanto do teu sal&lt;br /&gt;São lágrimas de Portugal e ancinhos de poliuretano&lt;br /&gt;Por te provocarmos, quantas filhas choraram,&lt;br /&gt;Quantos pais em vão procuraram!&lt;br /&gt;Quantos brinquedos ficaram por achar&lt;br /&gt;Para que o foste levar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valeu a pena? Assim nada vale a pena&lt;br /&gt;Que a birra não foi pequena&lt;br /&gt;…&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115399988723486459?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115399988723486459/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115399988723486459&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115399988723486459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115399988723486459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/07/o-estranho-caso-do-ancinho-verde.html' title='O estranho caso do ancinho verde'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115392127220296600</id><published>2006-07-26T14:38:00.000+01:00</published><updated>2006-07-26T14:41:12.263+01:00</updated><title type='text'>Obuze mental</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Depois de ter tido conhecimento, através do noticiário da &lt;em&gt;&lt;a href="http://sic.sapo.pt/online/homepage"&gt;Sic&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; – fonte revelada para que não hajam dúvidas -, de que existe um local no Líbano denominado &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tiro_(L%C3%ADbano)"&gt;Tiro&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, rebentou em mim a seguinte questão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Olha lá, uma vez que estes tipos já arremessaram a toponímia temática para o médio oriente, não seria altura de mudar o nome da “Faixa de Gaza” para “Faixa de Gaze”? Assim, como assim, aquilo anda sempre por lá tudo enfaixado em ligaduras, portanto era uma homenagem toponímica ao modo de vida da zona, e (porque não?) ao vestuário étnico”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensamento pertinente, não?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115392127220296600?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115392127220296600/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115392127220296600&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115392127220296600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115392127220296600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/07/obuze-mental.html' title='Obuze mental'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115384134282666243</id><published>2006-07-25T16:24:00.000+01:00</published><updated>2006-07-25T17:17:28.413+01:00</updated><title type='text'>Foquinhas da Patagónia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Quando Eu já repousava encostado à certeza que me conhecia o suficiente para me deixar descansado, eis que a minha mente se destapa durante o sono e deslinda um sonho que me deixa absolutamente descalço em cima das brasas da incredibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, sem mais nem proximidades visuais com o que vou descrever, sai-me isto numa viagem nocturna ao inconsciente. Deliciem-se:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Estou com a minha família num enorme parque zoológico norte-americano (sei que o é porque vi bandeiras, ouvi os anúncios das atracções em Inglês anasalado e disse-o aos meus filhos durante o dito sonho). É grande e cheio de gente, grandes lagos artificiais e rochas enormes de tons esbatidos, onde se penduram castelinhos tipo Disney World, envoltos nos respectivos fogos de artifícios multicores, que se deixam ver até na luz da tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entramos num dos túneis que permite observar um dos lagos artificiais por dentro, mas a seco. È bonito. Dá-nos um sorriso daqueles seguros numa ponta pela admiração e na outra pelo extasiamento aparvalhado. Tudo escuro, mas não preto. Azul. Azulão, de tom forte. Quase luz negra, mas em azul forte. Esta visão aparece-me num ecrã 16:9, tipo plasma. Para onde quer que olhe, é só aquele formato que o meu olhar desenha: uma janela 16:9 de fundo azulão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá vou Eu, com os meus filhos pela mão, quando atravessa a tela do olhar uma pequenina foca – não mais de um palmo – preta às bolinhas brancas, que acena com uma barbataninha e sorri, com aquela cara simpática que só as focas de um palmo têm. Desliza num movimento arrastado e rectilíneo, como se de um jogo de vídeo dos anos oitenta tivesse sido libertada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Olhem, meninos, é uma foquinha da Patagónia” Digo Eu deliciado, numa voz de fundo do mar “E outra. E outra”. As foquinhas da Patagónia, nunca mais de três, cruzam-se em trajectórias oblíquas, que começam e terminam em cada um dos limites daquela janela que se mantém rígida e inflexível. Os miúdos gostam e retribuem o aceno aos pequenos e simpáticos bichinhos pintalgados, que continuam a sorrir (como não poderia deixar de ser).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente, no mesmo movimento lento e contínuo, mas horizontal – da direita para a esquerda - surge uma desproporcional morsa com uma pele borbulhenta e rugosa (de fazer inveja a um sapo de 743 anos) riscada de verse marinho e lilás, e aproxima-se de uma das foquinhas da Patagónia, comendo-a, não parando esta de sorrir e de acenar enquanto é devorada. Não há sangue, mas a visão angustia-me.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A morsa desaparece na parede do lado esquerdo, e volta a surgir do mesmo sítio, voltando a repetir-se a cena, mas com outra foquinha da Patagónia, que descia num rumo desviado. Ficamos todos especados a olhar. “Está a comer as foquinhas da Patagónia” aponta a minha filha para a brutal morsa. Não digo nada. Já só vejo uma foquinha da Patagónia, que continua na sua simpatia repetitiva. Já só ela se mexe de um lado para o outro, a morsa desapareceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando o azulão só era interrompido por aquela solitária foquinha da Patagónia, surge do lado esquerdo um tubarão de peluche, rosa-choque, com uns olhos branco globulares, externos ao corpo, e uma boca sorridente onde estão riscados enormes dentes brancos. Todos olhamos para este novo “animal”. Sem mexer qualquer parte componente, o bicho de pelúcia dirige-se para o lado direito e... come a última foquinha da Patagónia, que nadou direitinha à sua bocarra fechada com aqueles dentões brancos.» Fim do sonho. Acordei, não sobressaltado, mas acordei...&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Nota1: o que mais me impressiona – sim, sou impressionável - é o facto de isto se ter passado no início da semana passada e ainda estar bem desenhadinho na minha memória&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota2: Esta é a versão curta do texto – a versão de coleccionador contém as minhas interpretações – caso queiram adquirir a versão completa dirijam-se a um quiosque que venda o jornal “O crime” na sua edição de Abril, ou arranquem uma pestana, formulem esse desejo com muita força e ponham o dito filamento piloso para dentro da camisola.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115384134282666243?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115384134282666243/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115384134282666243&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115384134282666243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115384134282666243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/07/foquinhas-da-patagnia.html' title='Foquinhas da Patagónia'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115373597561375385</id><published>2006-07-24T11:09:00.000+01:00</published><updated>2006-07-24T11:12:55.636+01:00</updated><title type='text'>O castigo vem dos céus</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Já me tinha perpassado pelos tímpanos que os ingleses mostravam uma impertinência sentadinha ali entre a arrogância descarada e a estupidez absoluta. Eu confesso que nunca o tinha sentido, todavia, e não entrando no terreno movediço da generalização, já posso afiançar que os há (ingleses) bem tacanhos. Muitos e muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provei-o ao assistir a meia-final entre Portugal e a França em pleno bar "britânico" [def.1]. Por má fortuna vi-me rodeado por grunhos [def.2] lá da Inglaterra que ao verem a aura lusa que me envolve (ou talvez pela bandeira, ainda não sei) devem ter logo percebido a minha origem. Vai daí, começaram a soltar urros com z contra a selecção deste pais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até aqui compreensível, uma vez que ainda nem se conseguiam sentar direitos depois do que o Ricardo lhes fez (de novo) nos “quartos”. O que se me afigura mais difícil ao entendimento foram as manifestações de incentivo aos gauleses. Terá vindo a ser um engano mEu ou o que mancha a convivência entre ingleses e franceses é muito mais que um canal? Não há uma incompatibilidade ancestral e crónica entre &lt;em&gt;beefs&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;croissants&lt;/em&gt;? Mas afinal estes gajos são &lt;em&gt;petit friends&lt;/em&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, na realidade o que os tais súbditos da majestade deles faziam era emitir um &lt;em&gt;buuuu&lt;/em&gt; quando nós tínhamos a bola (que se intensificava com a visão do Cristiano Ronaldo) e um &lt;em&gt;u-áá&lt;/em&gt; agitado na cadeira, quando os franceses rematavam. Eu sei que isto pode não passar de manifestações primárias de alguém que se encontra longe de casa, mas para mim eram provocações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do jogo acabar com a nossa derrota, e do consequente esbracejar, gritos e cerveja entornada por parte deles, só me consegui tranquilizar com a seguinte lembrança: "Coitados destes gajos, no fundo merecem algum tipo de alegria, e até compaixão, pelas punições que recebem do céu - não só o sol lhe dá esta cor rosácea fluorescente que não lembrava a uma &lt;em&gt;hippie&lt;/em&gt; psicadélica atestada de LSD, como ainda têm de ouvir as instruções, o clima e a duração dos voos pela voz megafónica de  hospedeiras e comandantes aeronáuticos espanhóis, franceses ou alemães que mastigam o inglês e o bolçam num dialecto comico-indecifravel. Não lhes deve ser nada agradável ver as suas palavras tão escalavradas cada vez que voam. Pelo menos para mim é um suplício, calculo que para eles não seja menos." Deixá-los lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(e nem menciono o tormento que deve ser ter como primeira visão diária aqueles trambolhos [def.3] a que chamam &lt;em&gt;wife&lt;/em&gt;, uma vez que tais condenações não vêem do céu, quanto muito descendem de um dos buracos mais obscurecidos do inferno)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Def.1 - local onde se bebe, como nos outros locais onde se bebe, mas frequentado essencialmente por britânicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Def.2 - indivíduos que usam o grunhido para manifestarem algo parecido com um pensamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Def.3 - massa disforme de gente com parecenças muito, mas mesmo muito, ténues com uma mulher&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115373597561375385?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115373597561375385/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115373597561375385&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115373597561375385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115373597561375385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/07/o-castigo-vem-dos-cus.html' title='O castigo vem dos céus'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115194687003257079</id><published>2006-07-03T18:10:00.000+01:00</published><updated>2006-07-03T18:16:11.000+01:00</updated><title type='text'>para mim o Mundial é como o futebol: é isto!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Eu nem era para estar aqui já que os pesados portões da época “férial” se escancaram para a minha cansada mente, mas de repente consciencializo-me da seguinte realidade irrefutável (mesmo para mim, que me custa a admitir tais assomos à realidade): “Olha lá, pá – é como me trato quando me confronto -, então tu vais de férias e nem uma palavrinha sobre o mundial de futebol? Quer dizer, andaste a sorver tudo o que era informação, jogos, boatos, símbolos, comentários, hinos e demais derivações desse acontecimento quatrienal, e nem produzes uma reflexão, opinião, crítica ou mesmo uma mentira sobre tal evento, mEu ingrato do c...!” .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi assim que desesperadamente procurei uma entrada virtual para poder publicar as minhas conclusões sobre esta organização fifó-germânica (e faço-o agora porque quando voltar ao teclado, já o campeão do mundo terá sido consagrado e os estádios estarão vazios de público, bola, árbitros, jogadores, papelinhos, cascóis, bandeiras... acho que já me expliquei, não é?). Então, sem mais demoras, que o sol do descanso brilha lá fora, cá ficam as minhas notas para um futuro no qual Eu possa relembrar-me do que realmente significou para mim este colossal sarau das nações da bola:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Os microfones causam alergias e despenteiam os jogadores de futebol (senão é vê-los cheios de comichões e a pentearem a nuca de cada vez que as referidas “mocas da fala” se lhes são dirigidas);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Todos os neurónios de um jogador de futebol estão ligados ao seu sistema locomotor (basta observar que seja qual seja o local supostamente agredido – incluindo olhos, orelhas, queixo e demais partes integrantes da cabeça - o jogador se deita na relva e quando se levanta começa por coxear)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O futebol italiano não só é mais traiçoeiro que uma jovem que se casa com um idoso rico, como ainda recorre a estratagemas de índole estético para ganhar os jogos mais facilmente (é claro que os árbitros têm relutância em punir os jogadores italianos e que os adversários têm uma enorme dificuldade em fazer faltas sobre aqueles… eles são tão bonitos!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Os brasileiros acham que as regras do futebol mudaram (para eles “o melhor” é quem diz mais vezes que é melhor e não quem ganha os jogos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se algum extraterrestre chegasse por esta altura a este planeta azulado e se pusesse logo a ver um jogo da França – que seria o mais normal a fazer, convenhamos - pensaria que o país do galo se localizaria ali entre o Botswana e Zimbabwe (viva a mistura de raças e o “despreconceito” que libera o treinador francês para colocar alguns brancos na equipa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Já prevendo o que lhe iria acontecer (e doer!) no desfecho da contenda, o matarruano Wayne Rooney tentou castrar os portugueses (lixou-se, que desta vez nem foi preciso tirar as luvas para efectivar mais um... como dizer...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Para além de um equipamento laranja cada vez mais irritante, os holandeses têm mau perder (vão cheirar túlipas, oh cambada de tamancos janados)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Os jogadores das selecções africanas corriam mais que as do restante mundo, por isso é que as camisolas ficavam tão suadas (foi a marca desportiva «Puma» que me pagou para escrever isto)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pela minha imperdoável desconfiança, encontro-me à disposição do Ricardo e do Figo para me penalizarem como queiram (desde que tragam as respectivas mulheres)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Nota final: acredito como desde o início que a bandeira do campeão deste mundial terá uma esfera armilar com sete castelinhos, a ver se não me engano...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115194687003257079?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://claronoescuro.blogspot.com/feeds/115194687003257079/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18268925&amp;postID=115194687003257079&amp;isPopup=true' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115194687003257079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115194687003257079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/07/para-mim-o-mundial-como-o-futebol-isto.html' title='para mim o Mundial é como o futebol: é isto!'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18268925.post-115158309467664496</id><published>2006-06-29T13:09:00.000+01:00</published><updated>2006-06-29T13:11:34.706+01:00</updated><title type='text'>Instruções de uso</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Venho por este meio informar o seguinte ao prezado e incrivelmente admirado amigo leitor (“incrivelmente admirado” pela sua capacidade de sofrimento visual - já que está provado que isto magoa a vista – e “amigo” porque só alguém que se considera minimamente amigo de quem está a escrever isto agora poderia perpetuar o sacrifício de o ler, daí que lhe devo o mesmo tipo de retribuição sentimental):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se por acaso me conheces;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se pensas que me conheces;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se estás agora a iniciar-te nesse processo tortuoso e torturante que é conhecer-me;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se pensas que um dia o poderás querer fazer;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se fantasias com isso (de formas porcas e violentas ou não);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica desde esta altura (quer dizer, mais a seguir, quando acabares de ler) a saber que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das coisas que mais atrofiam a minha reduzida e instável estabilidade mental é a desistência de comunicação extemporânea e injustificada, quero com isto dizer que atrapalha-me o ser quando me deixam de falar ou de falar comigo (e falar nestes tempos da comunicação pode significar muita coisinha, por exemplo o “diálogo” através de transferência bancária é deveras importante e enriquecedor, literalmente). Por isto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se és ecologista e não gostas de magoar seres vivos (entre os quais ainda me incluo, por enquanto nestas décadas que se seguem);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se respeitas a condição humana (idem, mas não sei se por décadas…);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se achas que te preocupas um cagagésimo que seja com a pessoa que te escreve;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não queres ser vilipendiado em silêncios interiores;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se te preocupam os feitiços, mau-olhados, bruxarias e outros disparates que qualquer pessoa comum pode imaginar ou desejar;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NÃO O FAÇAS! Não pares a fluência das palavras (li isto ontem num anúncio para terapia da fala e achei por bem encaixá-lo aqui) sem aviso. Quando te sentires ofendido diz (e ofende, que é sempre reconfortante); se achas que te desrespeitei, enuncia (da forma que quiseres); se simplesmente já descobriste que sou um chato do caraças, informa antes de te ires que Eu aguento, vivo comigo há trinta e tal anos e sei perfeitamente do que falas (até te posso ajudar a falar comigo, imagina!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico-me por aqui e agradeço: OBRIGADO!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18268925-115158309467664496?l=claronoescuro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115158309467664496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18268925/posts/default/115158309467664496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://claronoescuro.blogspot.com/2006/06/instrues-de-uso.html' title='Instruções de uso'/><author><name>Eu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09675364784748545608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry></feed>
